Adustina: Ideias e diversidades
   



BRASIL, Homem, de 46 a 55 anos, Portuguese, Arte e cultura, Esportes
Outro -
border=0
 
   Arquivos

     
    border=0
    Outros sites

     UOL - O melhor conteúdo
     BOL - E-mail grátis
     cultura
     MST
     IBAMA
     MEC
     MMA
     ASFA
     CESAD
     comycos
     antas na net
     Previsão do tempo
     convivencia com semi-árido
     musicas e cifras
     fabulas brasileiras
     klick educação
     so geografia
     uol educação
     infoescola
     revista natural resouercs
     contos infantis
     Prefeitura de fátima
     j.som
     adustina news
     Pholhas/musica
     só fatima blog
     Musica
     atletismo/sergipe
     só musicas
     adustina net
     so portugues
     so pedagogia
     Doutor osmar de oliveira/saude
     Curriculo Lattes / Valter Rocha
     zona alvo


    Votação
    Dê uma nota para meu blog



    border=0
     


    De onde viemos? Para onde iremos? Não somente nós, humanos, mas toda a vida na Terra e também fora dela...

     

    A TEORIA DO BIG BANG

    Figura 9. Fonte da imagem: feinfoco.

    O modelo do Big Bang é o modelo que tenta explicar a formação do universo. Este modelo foi desenvolvido a partir das equações da Teoria da Relatividade Geral de EinsteinA teoria do Big Bang foi anunciada em 1948 pelo cientista russo naturalizado estadunidense, George Gamow (1904-1968) e o padre e astrônomo belga Georges Lemaître (1894-1966). Segundo eles, o universo teria surgido após uma grande explosão cósmica, entre 10 e 20 bilhões de anos atrás. O termo explosão refere-se a uma grande liberação de energia, criando o espaço-tempo. 

    A teoria do Big Bang parte do pressuposto de que a matéria estava toda concentrada em um único ponto, um grão primordial de densidade infinita. A partir de uma perturbação de motivos desconhecidos esse grão teria explodido e expandido dando origem ao espaço e ao tempo como os conhecemos. Segundo Lamitre desvios espectrais das nebulosas eram devidos à expansão do universo. Logo, em algum momento a matéria deveria estar toda concentrada. A comprovação observacional veio em 1929, 2 anos depois, com Hubble que observou o “redshift” das galáxias distantes, que comprovavam que as galáxias estavam se afastando e que, quanto mais distantes, mais elas se afastavam. É a teoria mais bem aceita pela comunidade científica até hoje.

    TEORIA ECPIRÓTICA

    Figura 10. Fonte da imagem: space.

    A teoria cosmológica das branas assume que o universo visível está situado em uma brana tri-dimensionalque se move dentro de um espaço com maior número de dimensões. Nossa brana pode ser uma de uma série de incontáveis outras branas movendo-se através dessas dimensões adicionais. 

    cenário ecpirótico foi proposto por Khoury, Ovrut, Steinhardt e Turok em 2001. Esse cenário sugere que o universo visível estava vazio e em contração no passado distante. Em certo momento nossa brana colidiu com uma outra brana paralela “escondida” o que provocou a mudança do universo em contração para um universo em expansão. Radiação e matéria aquecida foram criadas no ato da colisão originando o Big Bange a partir daí o nosso universo surgiu. A colisão de branas, sob o ponto de vista das quatro-dimensões da branas visível tem a aparência de um big crunch seguido de um Big Bang.

    UNIVERSO ESTACIONÁRIO 

    Figura 11. Fonte da imagem: medium.

    Foi elaborada em 1948 por Fred HoyleThomas Gold e Hermann Bondi como alternativa ao modelo do Big Bang. É um modelo amplamente desacreditado em Cosmologia que descreve um universo que se dilata (expande) e no qual matéria nova se cria nos intervalos crescentes entre as galáxias, mantendo a densidade de matéria no universo constante e propiciando permanentemente prótons para as estrelas produzirem seus processos de fusão, na nucleossíntese.

    A ORIGEM DA TERRA

    Figura 12. Fonte da imagem: biocompanheiros.

    Terra formou-se há cerca de 4,5 bilhões de anos. Sua superfície inicialmente era constituída por magma quente. As rochas teriam se formado a seguir, com o resfriamento da superfície do planeta. 

    As rochas mais antigas que se tem conhecimento datam de 3,9 bilhões de anos e nelas não se encontraram registros de vidaOs primeiros indícios da existência de seres vivos em eras geológicas passadas datam de 3,5 bilhões de anos.


    Referências: Livro Biologia volume único. Autores: Sônia Lopes & Sergio Rosso. Editora Saraiva.

    fonte:http://www.bioorbis.org/2013/12/a-origem-da-terracomo-tudo-comecou.html


    Escrito por sj.aracaju2009 às 09h02 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    De onde viemos? Para onde iremos? Não somente nós, humanos, mas toda a vida na Terra e também fora dela...

     

    MITOLOGIA NÓRDICA

    Figura 5. Fonte da imagem: culturamix.

    Na mitologia nórdica (ou mitologia anglo-saxônica), no início, antes do despertar dos Deuses, havia apenas um grande precipício vazio chamado Ginnungagap. Ao norte do vazio estava a região de névoa e gelo chamada Nifleheim, e ao sul a região de fogo Muspelheim. No meio de Nifleheim corre Hvergelmir, uma cascata de onde saem onze rios conhecidos coletivamente como Elivagar. Conforme estes afastavam-se de sua fonte até as bordas do Ginnungagap, o frio congelou suas águas e vapores transformando-os em gelo e neve. Quando as labaredas de Muspelheim encontraram-se com os Elivagar, o calor derreteu o gelo e formou um grande gigante de geloYmir. Enquanto ele dormia, o suor de seu corpo formou o primeiro de sua prole de gigantes de gelo glacial. Tempos mais tarde, o derretimento do gelo criou uma vaca chamada Audhumla, e de seu ubere corriam quatro rios de leite, de onde se alimentavam Ymir e seus filhos. Para se alimentar, a vaca lambia as pedras de gelo salgado, e após três dias ela descobriu no gelo um homem forte e esbelto chamado BuriBuri casou-se com uma das filhas de Ymir e teve um filho, Bor, que teve três filhos com outra donzela gelada, chamados OdinVili e Ve, os primeiros Aesires.


    GÊNESE SEGUNDO O HINDUÍSMO

    Figura 6. Fonte da imagem: aguasdomar.

    Brahma o Deus da Criação. Conforme a crença hindu, no inicio tudo era escuridão e silêncio. O Universoparecia mergulhado num grande sono. O primeiro ato do Deus Criador foi dar forma ao Céu e, assim, manter as metades separadas. Na sequencia, criou os seres humanos, os animais, os vegetais e tudo mais que há no Universo.


    O CRIACIONISMO ISLÂMICO 

    Figura 7. Fonte da imagem: degdar.

    Crença de que o universo (incluindo a humanidade) foi criado diretamente por Deus, como é explicado no alcorão.

    O PRINCÍPIO DE TUDO SEGUNDO O IORUBÁ

    Figura 8. Fonte da imagem: osagbemi.

    Todos os iorubá acreditam na existência de um Ser SupremoNa crença de Iorubá, o processo de criação envolve várias divindades. Em uma das versões, Olorum – Senhor Deus Universal – criou primeiramente todos os Orixás (divindades) para habitar Orun (o Céu, mundo espiritual), com o objetivo de usá-los como auxiliares para executar todas as tarefas que estariam relacionadas com a própria criação e o posterior governo do mundo. Então, Olorum encarregou Obatalá de criar o mundo; mas este, com pressa, não rendeu a Bará os tributos devidos e, durante sua caminhada, parou para beber vinho de palmeira e, embriagando-se, adormeceu. Oduduá, a Divina Senhora, foi ao encontro de Obatalá e, ao vê-lo adormecido, pegou os elementos da criação e começou a formação física da terra. Ela mandou que cinco galinhas d’angola começassem a ciscar a terra, espalhando-a, dando assim origem aos continentes. Oduduá soltou então ospombos brancos - símbolo de Oxalá – e assim nasceram os céus. De um camaleão fez surgir o fogo e, comcaracóis, ela criou o mar



    fonte:http://www.bioorbis.org/2013/12/a-origem-da-terracomo-tudo-comecou.html


    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h58 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    A origem da Terra, como tudo começou...

    De onde viemos? Para onde iremos? Não somente nós, humanos, mas toda a vida na Terra e também fora dela...

     https://bio-orbis.blogspot.com.br/2013/12/a-origem-da-terracomo-tudo-comecou.html
    Fonte da imagem: lemurianawakening.

    VAMOS DESCOBRIR...

    universo em que vivemos  possui cerca de  12 a 15 bilhões de anos, sendo 4,5 bilhões de anos pertencentes a idade da terra. universo é constituído de matéria, ou seja, estrelas, planetas, galáxias, etc. Mas como tudo começou? De onde veio  essa matéria? Qual foi o ponto de partida? Bom, durante séculos procuraram a resposta  para essa questão, e hoje, existem  teorias  existentes afim de explicar a origem do universo. São elas, a teoria do Criacionismo, a  hipótese do átomo primordial (mais conhecida como ''Big Bang'')Teoria Ecpirótica e teoria do universo estacionário.


    O CRIACIONISMO 

    Figura 1. Fonte da imagem: mestrechassot.

    Segundo a teoria do criacionismo, o universo e de todas as coisas, teriam sidos criados através de uma força sobrenatural, segundo a alguma cultura religiosa ou mitológica. Diversas culturas tiveram ou tem como base o criacionismo para explicação do surgimento do universo, da Terra e da vida presente nela .

    ORIGEM SEGUNDO A FÉ BAHÁ'Í

    Figura 2. Fonte da imagem: bahai.

    Fé bahá'í foi fundada por  Bahá'u'lláh (1817-1892), um homem pertencente  a uma família nobre na Pérsia. Os Bahá'ís sustentam que há uma necessidade que ciência e a religião andem em harmonia como princípio fundamental. O tema central da mensagem de Bahá'u'lláh é o conceito de que a humanidaderepresenta uma única raça e que é chegado o dia de sua unificação em uma única sociedade global. Defendem a existência de um único Deus, criador de todas as coisas. Segundo seus ensinamentos Deusé inacessível e não pode ser reconhecido jamais pelo uso da razão ou da inteligência, não podendo ser compreendido pela mente humana. 

    MITOLOGIA EGÍPCIA

    Figura 3. Fonte da imagem: minilua.

    No princípio existiam as águas do caosNun. Um dia uma colina de lodo chamada Ben-Ben levantou-se dessas águas, tendo no seu cimo Atum, o primeiro deus. A partir de Atum surgiram os outros Deuses que criaram os ares, as terras e o céu.


    fonte:http://www.bioorbis.org/2013/12/a-origem-da-terracomo-tudo-comecou.html


    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h54 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    O sapo metamorfo


    Descoberto o sapo que consegue mudar a textura de sua própria pele. O sapo metamorfo.

     https://bio-orbis.blogspot.com/2015/04/o-sapo-metamorfo.html
    O sapo metamorfo. Fonte da imagem: topbiologia.

    VAMOS DESCOBRIR...

    Um pequeno sapo que é capaz de mudar a textura da sua própria pele em poucos minutos. Ele é considerado o primeiro anfíbio com essa incrível característica. A descoberta da pesquisa foi feita pela Universidade de Cleveland, nos Estados Unidos, a espécie foi encontrada na floresta tropical do Equador.

    O primeiro espécime encontrado era bem pequeno (cerca de 23 milímetros) e tinha a pele coberta de pequenos espinhos, o que levou Katherine e Tim Krynak, responsáveis pela descoberta, a apelidá-lo de sapo “punk rocker”. No dia seguinte a descoberta, porém, quando eles apanharam o pequeno anfíbio para tirar fotos e identificação, ele não parecia mais o mesmo pequeno sapinho que tinham visto antes, pois estava totalmente liso e sem espinhos. Ficaram tão surpreendidos, que eles acharam que tinham capturado o espécime errado. 


    Pristimantis mutabilis. Fonte da imagem: Flickr.

    “Coloquei ele de volta no copo e adicionei um pouco de musgo”, disse Katherine em entrevista ao site The Verge. “Os espinhos voltaram… Nós não conseguimos acreditar em nossos olhos, ele simplesmente mudou de textura! Coloquei-o de volta no plano de fundo branco e ele ficou liso novamente”, segundo a cientista.

    UMA NOVA ESPÉCIE?

    Pelo andar da pesquisa, até este momento, os Krynaks descobriram uma nova espécie de anfíbio que possui a habilidade de trocar de textura de pele. O pequeno sapinho foi classificado como Pristimantis mutabilis, ou sapo mutável da floresta tropical, e foi descrito pela primeira vez na Zoological Journal of the Linnean Society.

    Fonte da imagem: topbiologia.

    De acordo com Katheryne, bastam apenas cinco minutos para que a pele do sapo seja inteiramente alterada. Uma hipótese para essa habilidade, o ajuda a se esconder de predadores, como pássaros, dentro da Reserva Las Gralarias, instituto natural equatoriano em que o sapo foi descoberto, onde os Krynaks se voluntariaram.


    Pristimantis mutabilis. Fonte da imagem: TheVerge.

    Segundo a cientista, informou também que os espinhos e a coloração do anfíbio servem como camuflagem em habitats onde há musgos. Entretanto, ela afirmou que ainda são necessários pesquisas e estudos adicionais para se ter certeza que a textura auxilia ou não na em enganar os predadores. Também não está esclarecido como este pequeno anfíbio consegue trocar a textura de sua pele, como um metamorfo.

    POSSÍVEIS ERROS NAS DESCOBERTAS

    Agora, os cientistas ficaram na dúvida e se perguntam quantas espécies podem ter sido catalogadas de forma errônea por conta dessa peculiar e exótica habilidade, até está descoberta, era desconhecida. Se pensarmos nisso, tudo indica que Pristimantis mutabilis não é o único metamorfo do gênero. Depois que ele foi descoberto em 2009, alguns pesquisadores que trabalharam na mesma reserva no Equador descobriram que o Prismantis sobetes, uma espécie já conhecida e parente do nosso novo pequeno metamorfo (Pristimantis mutabilis) possui a mesma habilidade da mudar a textura da pele. Atualmente, só o gênero Prismatis, por exemplo, contém mais de 470 espécies. E o problema disso, que seja bem provável que muitas dessas espécies sejam apenas a mesma espécie “descoberta” duas vezes.

    Referência: TopBiologia


    fonte:http://www.bioorbis.org/2015/04/o-sapo-metamorfo.html



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h29 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    O poder do sol: tempestades solares


    Vocês já ouviram falar em Tempestades solares? Pois é, ela é uma das grandes forças naturais capaz de dizimar a vida na Terra. Mas ainda bem que nosso planeta possui um campo protetor, o Campo Magnético.


     https://bio-orbis.blogspot.com/2014/11/o-poder-do-sol-tempestades-solares.html
    Fonte da imagem: Wikipédia.

    VAMOS DESCOBRIR...

    Em 1º de setembro de 1859, uma quinta-feira, Richard Carrington, um cervejeiro e astrônomo amador então com 33 anos, subiu os degraus que levavam a seu observatório particular perto de Londres, abriu a fresta na abóboda e, como costumava fazer em manhãs ensolaradas, ajustou o telescópio para que projetasse um uma tela uma imagem do sol medindo 28 centímetros. Em seguida, passou a delinear as manchas solares em uma folha de papel; de repente, diante de seus olhos, "duas áreas de luminosidade brilhante e esbranquiçada" surgiram em meio a um grupo de machas. No mesmo instante, a agulha do magnetógrafo que pendia de um fio de seda no Observatório Kew, em Londres, começou a se mover com rapidez. E, no dia seguinte, antes do amanhecer, auroras de tons vermelhos, verdes e roxos iluminaram os céus em regiões tão meridionais quanto o Havaí e o Panamá. Pessoas que estavam acampadas nas montanhas próximas, confundindo a magnífico brilho da aurora com o início do amanhecer, se levantaram e começaram a preparar o café da manhã. Mas não estava amanhecendo... Pois ainda era de madrugada.

    Fotografia de uma mancha solar. Fonte da imagem: Exame.com.

    A fulguração observada por Carrington anunciava uma gigantesca tempestade solar, uma enorme explosão eletromagnética que arremessou bilhões de toneladas de partículas carregadas deeletricidade em direção a Terra. Quando essa onda visível se chocou com o campo magnético de nosso planeta, ela provocou um súbito aumento nas correntes elétricas das linhas de telegrafia. O impacto interrompeu o serviço em vários postos, mas em outros locais os telegrafistas constataram que podiam desligar as baterias e retomar as operações usando apenas a eletricidade geomagnética.


    COMO É O NOSSO SOL?

    A massa do Sol representa 98% da massa total do sistema solar e governa nossa região de espaço. Essa poderosa fonte de energia cósmica produz praticamente toda a luz e calor essenciais  para a vida em nosso planeta. Como a maioria das outras estrelas, o Sol é composto principalmente de hidrogênio e hélio, e o seu brilho é meramente o resultado de sua proximidade de nós.

    Fonte da imagem: pixabay.

    Com um diâmetro de aproximadamente 1.392.530 km, sua temperatura na superfície visível pode chegar a 6.000 Cº, já dentro no núcleo a temperatura chega aos 15 milhões Cº; Sua pressão dentro do núcleo é de aproximadamente 340 bilhões de atmosferas.


    IMPACTOS NA SOCIEDADE

    Os operadores dos atuais sistemas de comunicação e redes de eletricidade não ficariam assim tão calmos. Como, desde 1859, não houve nenhuma outra megatempestade solar com a mesma intensidade, é difícil calcular o impacto que um evento similar teria em nosso mundo interconectado. Mas dá para fazer uma ideia do apagão ocorrido em Québec em 13 de maio de 1989, quando uma tempestade no sol um terço mais fraca do que a observada por Carrington provocou, em menos de dois minutos, o desligamento da rede que fornecia eletricidade a mais de 6 milhões de pessoas. Umatempestade como a de Carrington poderia queimar mais transformadores do que há no estoque das companhias  de eletricidade, deixando milhões de pessoas sem luzágua potável, ar-condicionado, combustível, telefones ou alimentos e remédios perecíveis durante os meses que seriam necessários para fabricar e instalar transformadores novos. Segundo a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, uma tempestade solar dessa magnitude acarretaria o mesmo prejuízo ocasionado por 20 furacões do tipo do Katrina, ou seja, algo entre 1 trilhão e 2 trilhões de dólares apenas no primeiro ano.

    Poucas coisas parecem tão familiares quanto o sol, sempre o reencontramos no céu, desde que não esteja encoberto, e porém, poucas coisas se comparam a ele em estranheza. Basta que o observemos através de um telescópio solar, e seu corriqueiro disco amarelo vira uma assombrosa e dinâmica superfície, na qual se projetam no espaço negro, como águas-vivas fosforescentes, e se curvam e se retraem horas ou dias depois, como se arrastadas por uma força invisível.

    Magnetofesra. Fonte da imagem: Wikipédia.

    De fato, é isso o que ocorre. Nem sólido nem líquido nem gasoso, o sol é constituído de plasma, o "quarto estado da matéria", que se forma quando os átomos se desintegram e restam apenas prótons e elétrons livres. Todas essas partículas carregadas fazem o plasma solar um excelente condutor deeletricidade, bem mais que um fio de cobre. E o sol também esta repleto de campos magnéticos. A maioria deles fica no interior da imensa circunferência da estrela, mas alguns condutos magnéticos, são tão largos quanto a Terra, emergem na superfície sob a forma de manchas solares. É esse magnetismo que coreografa a dança coleante na atmosfera do sol e impele o vento solar, lançando no espaço cada segundo 1 milhão de toneladas de plasma, a uma velocidade de 700 quilômetros por segundo.


    fonte:http://www.bioorbis.org/2014/11/o-poder-do-sol-tempestades-solares.html


    Escrito por sj.aracaju2009 às 09h22 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    O poder do sol: tempestades solares


    Vocês já ouviram falar em Tempestades solares? Pois é, ela é uma das grandes forças naturais capaz de dizimar a vida na Terra. Mas ainda bem que nosso planeta possui um campo protetor, o Campo Magnético.


     https://bio-orbis.blogspot.com/2014/11/o-poder-do-sol-tempestades-solares.html
    Fonte da imagem: Wikipédia.

    VAMOS DESCOBRIR...

    Em 1º de setembro de 1859, uma quinta-feira, Richard Carrington, um cervejeiro e astrônomo amador então com 33 anos, subiu os degraus que levavam a seu observatório particular perto de Londres, abriu a fresta na abóboda e, como costumava fazer em manhãs ensolaradas, ajustou o telescópio para que projetasse um uma tela uma imagem do sol medindo 28 centímetros. Em seguida, passou a delinear as manchas solares em uma folha de papel; de repente, diante de seus olhos, "duas áreas de luminosidade brilhante e esbranquiçada" surgiram em meio a um grupo de machas. No mesmo instante, a agulha do magnetógrafo que pendia de um fio de seda no Observatório Kew, em Londres, começou a se mover com rapidez. E, no dia seguinte, antes do amanhecer, auroras de tons vermelhos, verdes e roxos iluminaram os céus em regiões tão meridionais quanto o Havaí e o Panamá. Pessoas que estavam acampadas nas montanhas próximas, confundindo a magnífico brilho da aurora com o início do amanhecer, se levantaram e começaram a preparar o café da manhã. Mas não estava amanhecendo... Pois ainda era de madrugada.

    Fotografia de uma mancha solar. Fonte da imagem: Exame.com.

    A fulguração observada por Carrington anunciava uma gigantesca tempestade solar, uma enorme explosão eletromagnética que arremessou bilhões de toneladas de partículas carregadas deeletricidade em direção a Terra. Quando essa onda visível se chocou com o campo magnético de nosso planeta, ela provocou um súbito aumento nas correntes elétricas das linhas de telegrafia. O impacto interrompeu o serviço em vários postos, mas em outros locais os telegrafistas constataram que podiam desligar as baterias e retomar as operações usando apenas a eletricidade geomagnética.


    COMO É O NOSSO SOL?

    A massa do Sol representa 98% da massa total do sistema solar e governa nossa região de espaço. Essa poderosa fonte de energia cósmica produz praticamente toda a luz e calor essenciais  para a vida em nosso planeta. Como a maioria das outras estrelas, o Sol é composto principalmente de hidrogênio e hélio, e o seu brilho é meramente o resultado de sua proximidade de nós.

    Fonte da imagem: pixabay.

    Com um diâmetro de aproximadamente 1.392.530 km, sua temperatura na superfície visível pode chegar a 6.000 Cº, já dentro no núcleo a temperatura chega aos 15 milhões Cº; Sua pressão dentro do núcleo é de aproximadamente 340 bilhões de atmosferas.


    IMPACTOS NA SOCIEDADE

    Os operadores dos atuais sistemas de comunicação e redes de eletricidade não ficariam assim tão calmos. Como, desde 1859, não houve nenhuma outra megatempestade solar com a mesma intensidade, é difícil calcular o impacto que um evento similar teria em nosso mundo interconectado. Mas dá para fazer uma ideia do apagão ocorrido em Québec em 13 de maio de 1989, quando uma tempestade no sol um terço mais fraca do que a observada por Carrington provocou, em menos de dois minutos, o desligamento da rede que fornecia eletricidade a mais de 6 milhões de pessoas. Umatempestade como a de Carrington poderia queimar mais transformadores do que há no estoque das companhias  de eletricidade, deixando milhões de pessoas sem luzágua potável, ar-condicionado, combustível, telefones ou alimentos e remédios perecíveis durante os meses que seriam necessários para fabricar e instalar transformadores novos. Segundo a Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, uma tempestade solar dessa magnitude acarretaria o mesmo prejuízo ocasionado por 20 furacões do tipo do Katrina, ou seja, algo entre 1 trilhão e 2 trilhões de dólares apenas no primeiro ano.

    Poucas coisas parecem tão familiares quanto o sol, sempre o reencontramos no céu, desde que não esteja encoberto, e porém, poucas coisas se comparam a ele em estranheza. Basta que o observemos através de um telescópio solar, e seu corriqueiro disco amarelo vira uma assombrosa e dinâmica superfície, na qual se projetam no espaço negro, como águas-vivas fosforescentes, e se curvam e se retraem horas ou dias depois, como se arrastadas por uma força invisível.

    Magnetofesra. Fonte da imagem: Wikipédia.

    De fato, é isso o que ocorre. Nem sólido nem líquido nem gasoso, o sol é constituído de plasma, o "quarto estado da matéria", que se forma quando os átomos se desintegram e restam apenas prótons e elétrons livres. Todas essas partículas carregadas fazem o plasma solar um excelente condutor deeletricidade, bem mais que um fio de cobre. E o sol também esta repleto de campos magnéticos. A maioria deles fica no interior da imensa circunferência da estrela, mas alguns condutos magnéticos, são tão largos quanto a Terra, emergem na superfície sob a forma de manchas solares. É esse magnetismo que coreografa a dança coleante na atmosfera do sol e impele o vento solar, lançando no espaço cada segundo 1 milhão de toneladas de plasma, a uma velocidade de 700 quilômetros por segundo.


    fonte:http://www.bioorbis.org/2014/11/o-poder-do-sol-tempestades-solares.html


    Escrito por sj.aracaju2009 às 09h13 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    por quê?

    Por quê?

    Ganhar ou perder,

    ser ou não ser?

    ser politico

    ou apolitico

    a escolha 

    quem faz é você?!



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h33 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Alimentos embutidos elevam o risco de câncer de mama

    Não é de hoje que salsicha, salame e afins estão na mira dos oncologistas. E uma nova pesquisa confirma sua ligação com os tumores nos seios

    more_horiz

    Há dois anos, a Organização Mundial da Saúde colocou os alimentos embutidosna lista de fatores de risco para o câncer. Segundo a entidade, esses itens contribuem para o surgimento da doença no intestino.

    Agora, cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia, apontam um elo entre esse grupo alimentar e o câncer de mama. Na investigação, feita com base em informações de 262 195 mulheres de 40 a 69 anos, o consumo de apenas 9 gramas de embutidos ao dia (cerca de três fatias de salame) aumentou em 21% a probabilidade de ter esse tumor.

    fonte:https://saude.abril.com.br/alimentacao/alimentos-embutidos-elevam-o-risco-de-cancer-de-mama/



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h27 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Petição pede transformação do Cerrado e da Caatinga em Patrimônio Nacional


    Petição pede transformação do Cerrado e da Caatinga em Patrimônio Nacional

    Mais de 50 organizações alertam para a importância estratégica do Cerrado para a questão hídrica. Medida pode garantir maior proteção aos dois biomas

    No Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho – a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, encabeçada por mais de 50 organizações e instituições do Brasil todo, lança o abaixo-assinado pela aprovação da PEC 504/2010. Atualmente, segundo a Constituição, são patrimônios nacionais a Amazônia, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal e a Zona Costeira.

    O Cerrado ocupa um quarto do território nacional e está localizado no coração do Brasil, abrangendo 13 estados. Apesar de sua importância para o equilíbrio ambiental, o Cerrado tem sido destruído nas últimas décadas para a expansão do agronegócio e grandes empreendimentos e mais de 50% da sua vegetação já foi desmatada. A Caatinga, bioma exclusivamente brasileiro, abriga uma diversidade de espécies ainda pouco conhecida por grande parte da população. Atualmente 46% de vegetação nativa da Caatinga foi devastada.

    A legislação brasileira não garante plena proteção ao Cerrado, que possui a menor porcentagem de áreas sobre proteção integral (3%). Já a Caatinga possui somente 7% de seu território em áreas de proteção integral. Para fins de comparação, a Amazônia tem 50% do seu território protegido. Na semana passada aconteceu uma audiência pública sobre o tema na Câmara dos Deputados para discutir o impacto dessa realidade nas áreas urbanas.

    A destruição desses biomas, em especial do Cerrado, impacta diretamente na questão hídrica. Diferentes estudos da Universidade de Goiás, da Universidade de Brasília, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e da Brown University (publicada na revista científica Global Change Biology em 2016) apontam que o desmatamento no Cerrado é uma das causas para a crise de abastecimento de água potável que assolou diferentes estados do país. Isso porque o bioma é considerado o berço das águas: é no Cerrado onde estão localizados os três grandes aquíferos que abastecem boa parte do país: Guarani, Urucuia e Bambuí. A água que vai para a torneira dos brasileiros tem grande chance de ser do Cerrado.

    A petição pede que os biomas Cerrado e Caatinga tenham a mesma proteção que a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica já possuem. “Se o Congresso aprovar a lei que transforma o Cerrado e a Caatinga em Patrimônio Nacional, teremos mais força para impedir o desmatamento e a expulsão dos povos”, explica Pedro Alves dos Santos, da comunidade Sussuarana, em Campos Lindos, no Tocantins. É Pedro quem representa os povos e comunidades tradicionais desses dois biomas e as organizações que compõem a Campanha Nacional no abaixo assinado lançado.

    A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 504/10 altera o § 4º do art. 225 da Constituição Federal para incluir o Cerrado e a Caatinga entre os biomas considerados patrimônio nacional. Só em 2017, a PEC foi colocada em pauta 13 vezes, porém não foi apreciada.

    Sobre a Campanha

    Com o objetivo de alertar a sociedade sobre os impactos da devastação do Cerrado, mais de 50 organizações e movimentos sociais se uniram para lançar a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado. A campanha busca valorizar a biodiversidade e as culturas dos povos e comunidades do Cerrado, que vivem em harmonia com a natureza e lutam pela sua preservação. A água é o mote atual da Campanha (Sem Cerrado, sem água, sem vida) para reforçar o papel central do Cerrado no abastecimento de água do país.

    Saiba mais sobre a campanha www.semcerrado.org.br

    Organizações promotoras da Campanha

     

    Associação União das Aldeias Apinajés/PEMPXÀ – ActionAid Brasil – CNBB/Pastorais Sociais – Agência 10envolvimento – APA/TO – ANQ – AATR/BA – ABRA – APIB – CPT – CONTAG – CIMI – CUT/GO – CPP – Cáritas Brasileira – CEBI – CESE – CEDAC – Coletivo de Fundos e Fechos de Pasto do Oeste da Bahia – Comissão da Verdade sobre a Escravidão Negra do DF – CONAQ – FASE – FBSSAN – FETAET – FETAEMA – CONTRAF-BRASIL/FETRAF – Gwatá/UEG – IBRACE – ISPN – Ministério Público Federal (MPF) – MJD – MIQCB – MPP – MMC – MPA – MST – MAB – MPF – MOPIC – SPM – Rede Cerrado – Redessan – Rede Social de Direitos Humanos – Rede de Agroecologia do Maranhão – TIJUPA – Via Campesina – FIAN Brasil.



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h24 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Parceria entre Embrapa e Coopercuc promove o georreferenciamento de umbuzeiros nos municípios de Curaçá e Uauá, no norte da Bahia


    Parceria entre Embrapa e Coopercuc promove o georreferenciamento de umbuzeiros nos municípios de Curaçá e Uauá, no norte da Bahia

    O mapeamento proposto pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) foi realizado em parceria com a Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), com apoio de estudantes dos cursos de Agropecuária e Zootecnia do Centro Territorial de Educação Profissional do Sertão de São Francisco II Antônio Conselheiro (Cetep), de Uauá. Mais de mil umbuzeiros foram mapeados nas comunidades de Caladinho e Serra da Besta, em Curaçá e Uauá, respectivamente.

    Segundo o supervisor do setor de tecnologia da Embrapa Semiárido, Fabrício Bianchini, o mapeamento dos umbuzeiros faz parte de uma pesquisa de reconhecimento da densidade e ocorrência, assim como das áreas onde se encontram essas espécies. “A gente vem de um período longo de estiagem e isso afetou, de certa forma, algumas plantas de umbuzeiro. Não só a seca, como pragas que incidem a partir do não desenvolvimento da espécie. Então, é importante ver como está a ocorrência das plantas que morreram nesse ambiente natural e como está hoje a densidade e a distribuição dos umbuzeiros nesses dois territórios”, explicou o pesquisador.

    O georreferenciamento consiste em mapear pontos, através de coordenadas do GPS, construindo traçados de informações digitais localizadas. Foram dois dias de trabalhos em campo, onde as equipes, guiadas por moradores das comunidades, mapearam árvore por árvore, em áreas de fundo de pasto e de roçado com cerca. Só na comunidade de Caladinho, mais de 400 umbuzeiros tiveram coordenadas traçadas para estudo. Em Serra da Besta foram mais de 600. As duas comunidades possuem Unidades de Beneficiamento de Umbu da Coopercuc e, nas últimas safras, foram as que apresentaram um maior número de produção, dentre as unidades da cooperativa em outras comunidades, por isso foram escolhidas como territórios de pesquisa.

    Parceria

    Na proposta de desenvolvimento adotada pela Coopercuc, a Embrapa é parceira na realização de pesquisas relacionadas à qualidade do umbu e demais frutas nativas da Caatinga. “A Coopercuc é uma entidade que trabalha muito com o umbu e, basicamente, é ela aqui na região quem representa bem esse meio e a Embrapa é o órgão que trabalha com umbu também, então a gente sempre tenta alinhar essas duas coisas: a parte da pesquisa, com a parte prática de comercialização que a Coopercuc faz”, explicou o coordenador do setor de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) da cooperativa, Egídio Trindade.

    O setor de Ater da Coopercuc é composto por engenheiros (as) e técnicos (as) em Agronomia, Agropecuária e Zootecnia, além de veterinários que prestam assistência técnica contínua nas comunidades de atuação da cooperativa, através dos projetos Ater Sustentabilidade e Pró-semiárido, do Governo do Estado. O trabalho de georreferenciamento realizado nas comunidades de Caladinho e Serra da Besta contou com o apoio das (os) técnicas (os) em Agropecuária da Ater Taiane Souza, Marilândia Andrade, Caroline Araújo, Celso Loiola e Egídio Trindade, do veterinário Tiago Loiola e do estudante de Agronomia, José Fábio Cardoso, além do supervisor da Embrapa, Fabrício Bianchini.

    Estudantes do Cetep também participaram dos trabalhos. Antes de ir à campo, elas/eles passaram por um curso prático, realizado pela Coopercuc, sobre a utilização do GPS e ferramentas para a coleta de coordenadas, configuração Datum e georreferenciamento de perímetro. O estudante de Zootecnia, Manoel Artur Gonçalves, contou sobre a experiência. “Eu nunca pensei que em uma área de fundo de pasto poderia encontrar tantos pés de umbuzeiro. A preservação das áreas pelos produtores, o contato com eles e com a Caatinga. Uma aprendizagem para a vida toda, né?”, ressaltou Manoel. A também estudante de Zootecnia, Acsa Souza, disse que encontrou na atividade uma forma de aprender mais sobre o umbuzeiro e as plantas da caatinga. “O curso de Zootecnia trabalha mais com o estudo dos animais e com essa atividade eu tive um contato maior com a caatinga”, afirmou.

    A Coopercuc possui em sua equipe vários técnicos e se preocupa em contribuir na formação desses estudantes. “A gente sempre está tentando, em meio à nossas atividades, participar dessa formação através de estágios, de convites, de palestras na escola, para que esses alunos consigam ter acesso à realidade da assistência técnica e dos trabalhos desenvolvidos pela cooperativa, como esse realizado em parceria com a Embrapa”, destacou Egídio Trindade.

    Resultados

    Os dados georreferenciados e os inventários preenchidos pelas equipes serão levados para o laboratório de geoprocessamento da Embrapa Semiárido, em Petrolina (PE), onde passarão por análise. Serão avaliados o tamanho da área percorrida pela equipe para identificar a quantidade de umbuzeiros por hectare, assim como o número de árvores vivas e mortas nos territórios analisados. A partir dos resultados, Embrapa e Coopercuc irão pensar em estratégias, junto às comunidades, para manter a produtividade do umbuzeiro, evitar que aconteça, como nos últimos dois anos, a diminuição da produção, e, sobretudo, trabalhar para a preservação dessa espécie nativa que compõe a identidade histórica e cultural da nossa caatinga. 

    Texto: Comunicação Coopercuc

    Fotos: Equipe Ater Coopercuc



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h22 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Fundo Amazônia destina R$ 140 milhões para a fiscalização do Ibama


    Publicado: Quinta, 05 de Abril de 2018, 21h26 | Última atualização em Sexta, 06 de Abril de 2018, 15h27
    Agentes ambientais realizam operação de combate a garimpo ilegal de ouro na Terra Indígena Kayapó (PA)
    Foto: Ibama
    Foto: Ibama

    Brasília (05/04/2018) – O Ibama e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram nesta quinta-feira (05/04), no Ministério do Meio Ambiente (MMA), novo contrato para aplicação de R$ 140,26 milhões do Fundo Amazônia em ações de fiscalização ambiental e controle do desmatamento no bioma amazônico por 36 meses, a partir de maio de 2018.

    Os recursos, que garantem apoio logístico de veículos e aeronaves para as operações de fiscalização ambiental, serão repassados ao longo de três anos: R$ 44 milhões em 2018, R$ 46 milhões em 2019 e R$ 48 milhões em 2020. No mesmo período, o Ibama destinará R$ 5,24 milhões para o pagamento de diárias e passagens dos agentes ambientais.

    As atividades apoiadas pelo Fundo Amazônia serão concentradas nas regiões que sofrem maior pressão de desmatamento, conforme alertas emitidos pelo Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre outros.

    “A queda de 16% do desmatamento foi determinante para que o Ibama tivesse acesso aos recursos do Fundo Amazônia mais uma vez. A assinatura do novo contrato estava condicionada ao alcance de resultados positivos no período anterior”, disse a presidente do Instituto, Suely Araújo. Os recursos do contrato assinado em novembro de 2016 permitiram a realização de 841 operações de fiscalização ambiental na Amazônia Legal, com a aplicação de 9.748 autos de infração, que totalizam R$ 3,5 bilhões.

    O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, destacou o relacionamento com os governos da Noruega e da Alemanha, principais doadores do Fundo. “Esse recurso adicional para comando e controle é muito importante”, afirmou.

    Gerido pelo BNDES, sob coordenação do MMA, o Fundo Amazônia atua nos três eixos do Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm): monitoramento e controle ambiental; ordenamento fundiário e territorial; e fomento a atividades produtivas sustentáveis.

    “Precisamos destacar a confiança que os doadores e o banco tiveram nesse projeto, que rompeu paradigmas para ser viabilizado. Não faz sentido os órgãos com maior responsabilidade no combate ao desmatamento, Ibama e ICMBio, não terem acesso ao Fundo Amazônia”, disse a diretora de Gestão Pública e Socioambiental do BNDES, Marilene Ramos.

    Em novembro de 2016, Ibama e BNDES assinaram o Profisc-1, contrato que previa a destinação de R$ 56,3 milhões do Fundo Amazônia para ações de fiscalização ambiental no período de 15 meses. Na ocasião, o ministro Sarney Filho definiu a assinatura como emblemática e afirmou que os recursos ajudariam o Brasil a cumprir os compromissos assumidos no Acordo de Paris. “Temos que fazer a transição para a economia de baixo carbono e para isso precisamos de recursos.”

    O período de aplicação dos recursos do Profisc-1 coincidiu com uma redução de 16% no desmatamento na Amazônia após dois anos seguidos de aumento, segundo dados do Inpe.

     

    Assessoria de Comunicação do Ibama
    imprensa@ibama.gov.br
    (061)3316-1015



    Escrito por sj.aracaju2009 às 08h01 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Plano Estadual RH


    O Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) é um Plano Diretor, de natureza estratégica e abrangência estadual, que visa fundamentar e orientar a implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos hídricos. O PERH é um instrumento previsto na Constituição Federal de 1988 (art. 299) e nas Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/97 e Lei Estadual 11.612/09).

    Elaborado de acordo com os princípios, objetivos e diretrizes da Política Estadual de Recursos Hídricos e da Política Estadual de Meio Ambiente, com o Plano Estratégico do Estado, com o Plano Plurianual do Estado da Bahia e com a Divisão Hidrográfica Estadual, o PERH define os mecanismos institucionais necessários à gestão integrada e sustentável das águas, visando estabelecer pressupostos para garantir, entre outros objetivos: a utilização racional das águas superficiais e subterrâneas e a proteção das águas contra ações que possam comprometer seu uso, atual e futuro.

    Em 22 de março de 2005, dia Mundial da Água, foi lançado pelo Governo do Estado da Bahia o primeiro Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH), com horizonte de implementação 2004-2020. Devido à dinâmica das ações humanas no território, o PERH deve ser ajustado periodicamente de acordo com novas demandas e alterações apresentadas pela sociedade.

    Atualmente, o documento passa por uma ampla revisão, que leva em consideração as mudanças ambientais, legais, econômicas e sociais ocorridas ao longo dos últimos cinco anos, e vem atender também à necessidade de se promover a participação do poder público, dos usuários das águas e das comunidades na gestão descentralizadas das águas.

    Veja aqui a Resolução nº 01 do CONERH, que aprova o Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado da Bahia



    Escrito por sj.aracaju2009 às 07h59 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    Plano Estadual RH


    O Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) é um Plano Diretor, de natureza estratégica e abrangência estadual, que visa fundamentar e orientar a implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos e o gerenciamento dos recursos hídricos. O PERH é um instrumento previsto na Constituição Federal de 1988 (art. 299) e nas Políticas Nacional e Estadual de Recursos Hídricos (Lei Federal nº 9.433/97 e Lei Estadual 11.612/09).

    Elaborado de acordo com os princípios, objetivos e diretrizes da Política Estadual de Recursos Hídricos e da Política Estadual de Meio Ambiente, com o Plano Estratégico do Estado, com o Plano Plurianual do Estado da Bahia e com a Divisão Hidrográfica Estadual, o PERH define os mecanismos institucionais necessários à gestão integrada e sustentável das águas, visando estabelecer pressupostos para garantir, entre outros objetivos: a utilização racional das águas superficiais e subterrâneas e a proteção das águas contra ações que possam comprometer seu uso, atual e futuro.

    Em 22 de março de 2005, dia Mundial da Água, foi lançado pelo Governo do Estado da Bahia o primeiro Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH), com horizonte de implementação 2004-2020. Devido à dinâmica das ações humanas no território, o PERH deve ser ajustado periodicamente de acordo com novas demandas e alterações apresentadas pela sociedade.

    Atualmente, o documento passa por uma ampla revisão, que leva em consideração as mudanças ambientais, legais, econômicas e sociais ocorridas ao longo dos últimos cinco anos, e vem atender também à necessidade de se promover a participação do poder público, dos usuários das águas e das comunidades na gestão descentralizadas das águas.

    Veja aqui a Resolução nº 01 do CONERH, que aprova o Plano Estadual de Recursos Hídricos do Estado da Bahia



    Escrito por sj.aracaju2009 às 07h54 PM
    [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






    “Um gigante na linha de mira da privatização?”

    meio-ambienteaquifero-guaraniartigos

    Há décadas, grandes conglomerados multinacionais se interessam em explorar trechos do manancial que atendem às suas posições logísticas e produtivas

    26 de outubro de 2016 23h04

     perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

     

    Por Rui Daher*Da CartaCapital


    O fato de o Brasil ter chegado, neste século, a uma potência agropecuária mundial deveu-se à extensão de seu território, às condições edafoclimáticas de sua posição geográfica e a uma vocação negocial e laboral secular, o que permitiu alta diversificação de culturas para os mercados interno e externo.


    Enquanto perduraram os períodos extrativistas e monocultores, a agricultura brasileira era forçada a abrir portas e pernas ao comércio internacional, dominado pelo hemisfério norte que cedo se industrializou e agregou tais valores às suas ações imperialistas. Seus alvos estavam em nações sul e centro-americanas e africanas.


    Aqui, exceto em raros períodos, pouco aconteceu através de ações de Estado planejadas e com vocação distributiva. O vetor negocial e empresarial foi realizado na raça e no peito, este, muitas vezes, fardado com a camiseta do Vasco, na faixa e em remelexos de gafieira, que assim são nossas leis quando simpatizam com alguém.


    Tenho insistido. Para manter e expandir essa expressividade por mais algumas décadas, pelo menos até a eclosão da III Guerra Mundial, a agropecuária brasileira precisa firmar três posições: coragem para baixar custos com a inclusão de insumos naturais em seus manejos; priorizar a agricultura familiar para mais inseri-la no agronegócio; e defender a biodiversidade com unhas e dentes. De muito importante, nada mais, pois ou está feito ou não depende de nós.

     

  •  

    • 248d41e6-4b23-4aa1-84b2-7541cde5e699.png

      São justamente esses os temas basilares da agropecuária que temos levado como Deus fez a mandioca, de qualquer jeito ou, quando não, dando-lhe formas que atendam interesses políticos paroquiais e geopolíticos externos.


      O Aquífero Guarani, por exemplo. Para alguns estudiosos o maior manancial de água doce subterrâneo do planeta. Descoberto em 1996 pelo geólogo uruguaio Danilo Anton, é uma dádiva eminentemente “Mercosulina”, pois localizada em Brasil (69%), Argentina (21%), Paraguai (5%) e Uruguai (5%).


      Com área total de 1,2 milhão de km² e capacidade de abastecer 400 milhões de pessoas, os 840 mil km² brasileiros espalham-se por oito estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Seria de grande importância para a estratégia futura do País, certo? Não muito.


      Há décadas, grandes conglomerados multinacionais se interessam em explorar trechos do manancial que atendem às suas posições logísticas e produtivas. Preocupados, em 2003, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Banco Mundial criaram um fundo de apoio para Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, e nele incluíram o Aquífero Guarani.


      Recentemente, na levada que a política neoliberal sugeria no passado, agora oficializada por um golpe de Estado, alguns departamentos e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), sob condição de anonimato, têm revelado a presença do aquífero em lista dos bens públicos privatizáveis.


      Claro que as folhas e telas cotidianas, apoiadoras do impeachment da eleita presidente Dilma Rousseff, não têm tratado do assunto, ocupadas que estão em arrecadar as generosas verbas de publicidade que mereceram pela “mãozinha” dada (sugiro a excelente matéria de Sergio Lírio na mais recente edição impressa de CartaCapital).


      Em encontros reservados, o presidente empossado pelo golpe e grandes empresários discutem incluir concessões de até mais de 100 anos para exploração do Aquífero Guarani, dentro do Programa de Parceria e Investimento (PPI) do novo governo da velha camarilha. Nestlé e Coca-Cola estão na parada. Resta conhecer a posição do Ministério do Meio Ambiente, hoje comandado por Sarney Filho (PV-MA).


      Governos brasileiros entreguistas agem da mesma forma que clubes de futebol quebrados. Vendem os principais craques ou as promessas do futuro.


      *Criador e consultor da Biocampo Desenvolvimento Agrícola

      FONTE:http://www.mst.org.br/2016/10/26/um-gigante-na-linha-de-mira-da-privatizacao.html



      Escrito por sj.aracaju2009 às 08h31 PM
      [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






      “Um gigante na linha de mira da privatização?”

      meio-ambienteaquifero-guaraniartigos

      Há décadas, grandes conglomerados multinacionais se interessam em explorar trechos do manancial que atendem às suas posições logísticas e produtivas

      26 de outubro de 2016 23h04

       perde 33 mil hectares de terra fértil por dia

       

      Por Rui Daher*Da CartaCapital


      O fato de o Brasil ter chegado, neste século, a uma potência agropecuária mundial deveu-se à extensão de seu território, às condições edafoclimáticas de sua posição geográfica e a uma vocação negocial e laboral secular, o que permitiu alta diversificação de culturas para os mercados interno e externo.


      Enquanto perduraram os períodos extrativistas e monocultores, a agricultura brasileira era forçada a abrir portas e pernas ao comércio internacional, dominado pelo hemisfério norte que cedo se industrializou e agregou tais valores às suas ações imperialistas. Seus alvos estavam em nações sul e centro-americanas e africanas.


      Aqui, exceto em raros períodos, pouco aconteceu através de ações de Estado planejadas e com vocação distributiva. O vetor negocial e empresarial foi realizado na raça e no peito, este, muitas vezes, fardado com a camiseta do Vasco, na faixa e em remelexos de gafieira, que assim são nossas leis quando simpatizam com alguém.


      Tenho insistido. Para manter e expandir essa expressividade por mais algumas décadas, pelo menos até a eclosão da III Guerra Mundial, a agropecuária brasileira precisa firmar três posições: coragem para baixar custos com a inclusão de insumos naturais em seus manejos; priorizar a agricultura familiar para mais inseri-la no agronegócio; e defender a biodiversidade com unhas e dentes. De muito importante, nada mais, pois ou está feito ou não depende de nós.

       

    •  

      • 248d41e6-4b23-4aa1-84b2-7541cde5e699.png

        São justamente esses os temas basilares da agropecuária que temos levado como Deus fez a mandioca, de qualquer jeito ou, quando não, dando-lhe formas que atendam interesses políticos paroquiais e geopolíticos externos.


        O Aquífero Guarani, por exemplo. Para alguns estudiosos o maior manancial de água doce subterrâneo do planeta. Descoberto em 1996 pelo geólogo uruguaio Danilo Anton, é uma dádiva eminentemente “Mercosulina”, pois localizada em Brasil (69%), Argentina (21%), Paraguai (5%) e Uruguai (5%).


        Com área total de 1,2 milhão de km² e capacidade de abastecer 400 milhões de pessoas, os 840 mil km² brasileiros espalham-se por oito estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Seria de grande importância para a estratégia futura do País, certo? Não muito.


        Há décadas, grandes conglomerados multinacionais se interessam em explorar trechos do manancial que atendem às suas posições logísticas e produtivas. Preocupados, em 2003, a Organização dos Estados Americanos (OEA) e o Banco Mundial criaram um fundo de apoio para Proteção Ambiental e Desenvolvimento Sustentável, e nele incluíram o Aquífero Guarani.


        Recentemente, na levada que a política neoliberal sugeria no passado, agora oficializada por um golpe de Estado, alguns departamentos e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA), sob condição de anonimato, têm revelado a presença do aquífero em lista dos bens públicos privatizáveis.


        Claro que as folhas e telas cotidianas, apoiadoras do impeachment da eleita presidente Dilma Rousseff, não têm tratado do assunto, ocupadas que estão em arrecadar as generosas verbas de publicidade que mereceram pela “mãozinha” dada (sugiro a excelente matéria de Sergio Lírio na mais recente edição impressa de CartaCapital).


        Em encontros reservados, o presidente empossado pelo golpe e grandes empresários discutem incluir concessões de até mais de 100 anos para exploração do Aquífero Guarani, dentro do Programa de Parceria e Investimento (PPI) do novo governo da velha camarilha. Nestlé e Coca-Cola estão na parada. Resta conhecer a posição do Ministério do Meio Ambiente, hoje comandado por Sarney Filho (PV-MA).


        Governos brasileiros entreguistas agem da mesma forma que clubes de futebol quebrados. Vendem os principais craques ou as promessas do futuro.


        *Criador e consultor da Biocampo Desenvolvimento Agrícola

        FONTE:http://www.mst.org.br/2016/10/26/um-gigante-na-linha-de-mira-da-privatizacao.html



        Escrito por sj.aracaju2009 às 08h22 PM
        [   ] [ envie esta mensagem ] [ ]






        [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
        border=0