ADUSTINA COMEMORA 23 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLÍTICA EM GRANDE ESTILO

Em comemoração aos 23 anos de Emancipação Política de Adustina, a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esportes e Lazer promove a 1ª Mini Maratona Cidade de Adustina. O evento acontece no sábado de Aleluia, dia 07 de abril, às 07:00 horas.

O percurso será de 6 km, saindo do Povoado Bom Jesus dos Navegantes (em frente à Escola Municipal Bom Jesus dos Navegantes) e chegada na Praça Alice Virgens Vidal (Praça de eventos). O roteiro será: Saída do Povoado Bom Jesus, BA 392, Avenida ACM, Rua Antonio Miguel de Menezes, chegando a Praça Alice Virgens Vidal.

As inscrições já estão abertas na Secretaria Municipal de Educação no período de 26/03 a 02/04/2012.

Pela a tarde, às 16h, continuando as Comemorações dos 23 anos de Emancipação Política de Adustina acontecerá um torneio de Futebol entre clubes do município. O torneio será realizado no Campo de futebol de Adustina.

 



Depoimento do Atleta Marcos Firmino, sobre a 1ª Mini Maratona Cidade de Adustina, buscando um melhor condicionamento físico, o funcionário público, treina a todo vapor e fala da expectativa da estréia da 1ª Mini Maratona Cidade de Adustina.

FONTE; ASFAADUSTINA.BLOGSPOT.COM.BR

PROFESSORES ENTRAM EM GREVE EM MAIS UM ESTADO

Professores de Natal (RN) entram em greve; rede tem 55 mil alunos

Carlos Madeiro

Os professores da rede municipal de Natal decidiram entrar em greve a partir desta sexta-feira (30). A decisão foi tomada em assembleia da categoria, realizada ontem (29). Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Rio Grande do Norte, os professores querem uma correção salarial de 22,22%, mesmo percentual aprovado para o piso nacional da categoria, além de outras reivindicações. A prefeitura ofereceu 10% de reajuste.

Com a decisão, 55 mil alunos podem ficar longe das salas de aula por tempo indeterminado. Segundo a coordenadora geral do Sindicato, Fátima Cardoso, a categoria tem uma série de reivindicações acordadas, mas que não teriam sido cumpridas pela prefeitura. Entre as críticas está a falta de concurso para professores.

“Achamos a proposta financeira insuficiente. Queremos que o governo avance, não só no campo de salário, mas nas condições de trabalho. Hoje temos as escolas e prédios sucateados. Falta material didático nos centro de educação infantil. Além disso, os educadores que têm jornada integral têm que dar 10 horas de trabalho, pois no horário do almoço eles cuidam das crianças. As promoções do ensino fundamental, que deveriam ser pagas em janeiro, sequer foram publicadas. Temos outra situação de extrema gravidade, que é o excesso de alunos em sala de aula”, disse.

A coordenadora disse ainda que os professores foram às escolas nesta sexta-feira para informar aos pais e alunos da paralisação. “A partir de segunda-feira não deveremos ter mais professora na sala de aula. Nós teremos um greve forte, com participação acima de 85%”, finalizou.

Outro lado

Segundo o secretário Municipal de Educação, José Walter dos Fonseca, a prefeitura já negociou com a categoria sobre a data-base, que teria aceito o reajuste de 10%. Por conta do suposto acertado, não haverá nova negociação com os servidores, e a órgão encaminhou a documentação à Procuradoria Geral do Município, para que ingresse com ação na Justiça pedindo a ilegalidade da paralisação.

“Não existe mais negociação. Existiu por dois meses, desde dezembro. Na hora que rechaçaram o diálogo e decretam greve, acabou a negociação. A Secretaria dialogou com o sindicato sobre a questão do reajuste, justamente para evitar essa greve, que há 10 anos já faz parte do calendário. Eles pediram 22,22%, mas mostramos que era inviável, porque o município de Natal, sem o reajuste, paga R$ 2.226, ou seja, 87% acima do antigo piso. Como o novo piso nacional vai para R$ 1.451, com o nosso reajuste de 10% nosso piso irá para R$ 2.448,60, ou seja, ainda bem acima do valor nacional”, afirmou.

O secretário ainda confirmou que conversou sobre outras reivindicações, mas que elas estão sendo atendidas. “Além do reajuste, também negociamos outros pontos, que foram acordados e estão sendo cumpridos. Desses, já cumpri dois ou três itens. E para minha surpresa, o sindicato decretou essa greve”, disse.

Segundo Fonseca, a prefeitura não tem caixa suficiente para bancar um reajuste maior que os 10% ofertados, percentual que está acima da inflação. “Seria inviável. Não há receita, pois a folha dos docentes hoje é superior a R$ 8 milhões. Nós gastaríamos quase R$ 2 milhões, o que não é possível e feriria a Lei de Responsabilidade Fiscal”, afirmou.

 

fonte: WWW.UOL.COM.BR/EDUCAÇÃO

PODER PUBLICO IGNORA EDUCAÇÃO E DESRESPEITA O POVÃO

 

29/03/201211h29 > Atualizada 30/03/201216h19

No interior da Bahia, pais esperam inauguração de creche construída há dois anos

 

 

Cento e cinquenta pais de crianças com até três anos de idade em Teixeira de Freitas (BA), a 810 quilômetros ao sul de Salvador, esperam há mais de dois anos pela inauguração de uma creche, que foi dada como concluída, mas segue fechada e sem data de abertura. O prédio ainda não foi liberado porque técnicos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) encontraram problemas em detalhes estruturais e obrigaram a prefeitura a implementar uma série de mudanças na construção, que ainda não foram feitas.

A creche foi construída para atender a comunidade de Tancredo Neves e, segundo a placa indicativa que ainda está na porta da unidade, custou pouco mais de R$ 1 milhão aos cofres federais. As obras começaram em novembro de 2008, com conclusão em novembro do ano seguinte. Desde início de 2010 os moradores da região reclamam da não abertura do prédio.

Veja fotos da creche

Foto 2 de 5 - Creche em Teixeira de Freitas (BA), a 810 quilômetros ao sul de Salvador, está construída há mais de dois anos, mas segue fechada e sem data de abertura. O prédio ainda não foi liberado porque técnicos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) encontraram problemas em detalhes estruturais e obrigaram a prefeitura a implementar uma série de mudanças na construção, que ainda não foram feitas Portal Sul Bahia News

Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a creche será a maior do município –que já possui sete outras unidades em funcionamento--, mas não possui data para inauguração já que depende de obras complementares e aprovação federal.

Todo o problema foi causado porque a construtora responsável pela obra não teria cumprido pontos obrigatório, o que culminou na não liberação do prédio para receber crianças de até cinco anos de idade. “Essa creche foi concluída no início de 2010, mas a vistoria do FNDE apontou que as exigências não foram atendidas. Foram detalhes pequenos, como a altura de janela, da moldura. Os ajustes já estão sendo feitos”, disse ao UOL o secretário municipal de Educação, Daniel Silva Santos.

Segundo Santos, apesar das falhas apontadas, a creche está com as instalações prontas, já que a estrutura do prédio é de boa qualidade. “Estamos fazendo as mudanças necessárias, fazendo também toda uma supervisão. Acreditamos que ainda no primeiro semestre concluiremos essas adaptações”, afirmou Santos, que assumiu o cargo em 2011 e não soube informar o nome da construtora. “Realmente não sei detalhes do contrato, por isso não posso afirmar se houve dolo da construtora ou se devemos acionar a Justiça.”

Apesar do otimismo pela previsão do fim das obras de adaptação exigidas pelo FNDE, que estão sendo pagas pelo próprio município, o secretário ressalta que a abertura ainda dependerá de nova visita de técnicos do MEC (Ministério da Educação), que precisam confirmar in loco se as adequações foram feitas devidamente.

Segundo o secretário, outro ponto que ainda terá de ser resolvido é o remanejamento de servidores para atuar no local. “Mas a questão dos funcionários é mais fácil de resolver. Vamos ter que arrumar, porque a creche vai ter que funcionar. É interesse da prefeitura entregar esse creche funcionamento o mais rápido possível. O prefeito [Aparecido Rodrigues] tem acompanhado isso de perto e cobrado essa conclusão”, concluiu Santos.

 

 

FONTE: WW.UOL.COM.BR/EDUCAÇÃO

manifesto de cientista cobra temas ambientais na rio+20

Cientistas ligados à área ambiental do mundo todo lançaram na quinta-feira, em Londres, um manifesto pedindo mais atenção às questões ambientais na Rio+20, conferência da ONU sobre desenvolvimento sustentável que será realizada em junho.

Com 3.000 signatários, a "Declaração do Estado do Planeta" diz que não basta buscar um "ideal distante" e cobra agilidade dos políticos contra a crise ambiental.

"As questões que estão sendo debatidas na Rio+20 são as mesmas debatidas há 20 anos, mas agora é ainda mais urgente enfrentá-las", afirma o texto do encontro "Planet Under Pressure", última reunião de cientistas antes da Rio+20.

A declaração lembra que a degradação ambiental cresceu nas últimas décadas, a despeito dos acordos feitos na Eco-92, como a convenção de mudanças climáticas.

"O rascunho zero da Rio+20 [esboço do documento final do encontro] joga a solução para o futuro. Já fizemos isso há 20 anos e só o que se viu foi aumento da emissão de CO2, aumento da perda de espécies e 800 milhões de pessoas com fome. Precisamos sair da mesa de negociação para ações práticas", diz o biólogo Fabio Scarano, um dos brasileiros que participaram do encontro.

O governo brasileiro afirma que a Rio+20 tratará dos três pilares do desenvolvimento sustentável (ambiental, social e econômico) e que as críticas da comunidade científica não se justificam.

"Considero uma vitória do ambientalismo promovermos uma conferência baseada nos três pilares, não apenas com foco no ambiental", disse Samyra Crespo, secretária do Ministério do Meio Ambiente.

Para ela, os ambientalistas estão ressentidos por não serem as estrelas da Rio+20, como foram na Eco-92.

A falta de discussões sobre ambiente e clima na Rio+20 já tinha sido abordada em outras reuniões de cientistas.

No Fórum Mundial da Água, há duas semanas em Marselha, na França, a necessidade de metas sobre água potável e direito à água nas discussões foi destacada."Vou levar o tema para a conferência", disse à Folha na ocasião o francês Brice Lalonde, secretário executivo da Rio+20.

Colaborou SABINE RIGHETTI, de São Paulo

 

 

FONTE: www.folha.com

combater pobreza é tambel "economia verde", diz cÚpula BRICS

29/03/2012 - 12h50

Combater pobreza também é 'economia verde', diz cúpula dos Brics

CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A NOVA DÉLI

O comunicado final da cúpula dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) joga para a Rio+20, a grande reunião sobre ambiente no Rio de Janeiro, a definição exata do que é "economia verde".

Mas já adianta que o conceito "deve ser entendido numa moldura mais ampla de desenvolvimento sustentável e erradicação da pobreza".

Traduzindo: proteger o ambiente não pode, na visão dos Brics, impedir o desenvolvimento, condição indispensável para erradicação da pobreza.

O documento reserva para as "autoridades nacionais" a "flexibilidade e o espaço político para fazer suas próprias escolhas a partir de um amplo menu de opções e para definir seus caminhos rumo ao desenvolvimento sustentável com base no estágio de desenvolvimento do país, as estratégias nacionais, as circunstâncias e as prioridades".

Os Brics, por fim, rejeitam "a introdução de barreiras de qualquer forma ao comércio e ao investimento com base no desenvolvimento da economia verde".

Tradução: países ricos não podem vetar por exemplo a venda de madeira brasileira, a pretexto de que sua obtenção destrói a floresta.

Tudo somado, fica a impressão de que a Rio+20 bem como qualquer outra conferência internacional sobre o ambiente está condicionada, ao menos na visão dos Brics, à aceitação de que não há predominância do respeito ao meio-ambiente sobre o desenvolvimento.

 

fonte:www.folha.com/ambiente

QUANDO A COMIDA SE TRANSFORMA EM UM PRODUTO FINANCEIRO

Jean Ziegler:

16 de março de 2012

 

 

 

Por Jean Ziegler

 

A estrada é reta, asfaltada, monótona. Os baobás desfilam, a terra é amarela, empoeirada, apesar da hora matinal. Dentro do velho Peugeot preto, o ar é sufocante, irrespirável. Na companhia do engenheiro agrônomo e conselheiro em cooperação da embaixada da Suíça, Adama Faye, e de seu motorista, Ibrahima Sar, vamos em direção ao norte, onde estão as grandes propriedades do Senegal.
Para medir o impacto da especulação dos produtos alimentares, dispomos – estendidos sobre nossos joelhos – das últimas tabelas estatísticas do Banco Africano de Desenvolvimento. Mas Faye sabe que outra demonstração nos espera, mais adiante. O carro penetra no vilarejo de Louga, a 100 quilômetros de Saint-Louis. E, de repente, para: “Vem! Vamos ver minha irmã menor

Ela não precisa das estatísticas para explicar o que está acontecendo”, diz.
Um mercado pobre, algumas barracas à beira da estrada. Montículos de niébé (tipo de feijão), mandioca, algumas galinhas cacarejando nas gaiolas. Amendoim, alguns tomates enrugados, batatas. Laranjas e tangerinas da Espanha. Nem uma manga sequer − uma fruta, no entanto, tão popular no Senegal.
Atrás das mercadorias, vestida com um amplo vestido amarelo vivo e um xale combinando na cabeça, uma jovem mulher conversa com suas vizinhas: Aicha, a irmã de Adama. Ela responde às questões com vivacidade, mas, à medida que fala, sua raiva aumenta. Rapidamente, à beira da empoeirada estrada do norte, um barulhento e alegre agrupamento de crianças de todas as idades, de jovens e de velhas mulheres se forma em nosso entorno.
O saco de arroz importado de 50 quilos custa 14 mil francos CFA.1 Como resultado, a sopa do jantar é cada vez mais líquida. Somente alguns grãos flutuam na água da panela. No mercado, as mulheres compram agora arroz por copo. Um pequeno botijão de gás aumentou, em alguns anos, de 1.300 para 1.600 francos CFA;2 o quilo de cenoura passou de 175 para 245 francos CFA; a baguete, de 140 para 175 francos CFA. O preço da bandeja de trinta ovos passou, em um ano, de 1.600 para 2.500 francos CFA. A situação não difere em relação aos peixes. Aicha está furiosa. Ela reclama de suas vizinhas, muito tímidas, em sua opinião, na descrição que fazem da situação: “Fala para o Toubab o preço que você paga pelo quilo de arroz! Conta para ele, não tenha medo! Tudo aumenta quase todos os dias”. É assim que, lentamente, as finanças matam de fome as populações, sem que estas compreendam os mecanismos sobre os quais repousa a especulação.

UM DISPOSITIVO PERVERTIDO

Tudo começa com uma singularidade, pois o comércio de produtos agrícolas não funciona exatamente como os demais. Nesse mercado, consumimos antes mesmo de vender. A explicação é a seguinte: “O comércio internacional de cereais representa apenas pouco mais de 10% da produção de todas as culturas juntas (7% para o arroz)”, estima o economista Olivier Pastré, antes de concluir: “Um deslocamento mínimo da produção mundial num sentido ou no outro pode perturbar o mercado”.3 Diante da demanda crescente, a oferta (a produção) não somente se fragmenta, mas também fica extremamente sensível à instabilidade climática: seca, grandes incêndios, inundações etc.
É por essa razão que, no início do século XX, em Chicago, apareceram os produtos derivados. Esses instrumentos financeiros, cujos valores “derivam” do preço de outro produto, denominado “subjacente” – tais como ações, obrigações e instrumentos monetários –, foram inicialmente concebidos para permitir aos agricultores do Meio Oeste norte-americano vender sua produção a um preço previamente fixado na colheita – daí a expressão “contrato a termo”. Em caso de queda do preço no momento da safra, o agricultor estava protegido; em caso de alta, os investidores lucravam.
Mas, no início dos anos 1990, esses produtos de vocação prudencial viraram produtos de especulação. Heiner Flassbeck, economista-chefe da Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), mostrou que, entre 2003 e 2008, a especulação sobre as matérias-primas por meio de fundos indexados4 tinha aumentado 2.300%.5 No fim desse período, a explosão dos preços dos alimentos básicos provocou as famosas “revoltas da fome”, que sacudiram 37 países. As imagens das mulheres da favela haitiana de Cité-Soleil preparando bolos de barro para suas crianças eram difundidas incessantemente nas telas de televisão. Violência urbana, pilhagens, manifestações de milhares de pessoas nas ruas do Cairo, de Dacar, de Bombaim, de Porto Príncipe, de Túnis pedindo pão para garantir a sobrevivência foram manchete dos jornais durante várias semanas.
O índice 2008 dos preços da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês) se estabelecia em média 24% acima daquele de 2007 e 57% acima do índice de 2006. No caso do milho, a produção de etanol norte-americano – distorcido por alguns US$ 6 bilhões de subvenções anuais distribuídas aos produtores do “ouro verde” – reduziu consideravelmente a oferta dos Estados Unidos no mercado mundial do milho. Ora, o milho contribui em parte para garantir a alimentação animal. Sua escassez nos mercados, ao mesmo tempo que a demanda por carne evolui, contribui para o aumento dos preços desde 2006. “Outro importante cereal de subsistência, o arroz, conheceu uma evolução parecida”, afirma o economista Philippe Chalmin, “com preços que, em Bangcoc, passaram de US$ 250 para mais de US$ 1 mil por tonelada.”6 O mundo de repente tomou consciência de que, no século XXI, dezenas de milhões de seres humanos morrem de fome. E de novo o silêncio recobriu a tragédia.
Desde a explosão da crise financeira, a especulação sobre as matérias-
-primas alimentares só aumentou: fugindo do desastre que eles mesmos tinham provocado, os especuladores – sobretudo os mais importantes, os hedge funds, ou “fundos especulativos” – migraram para os mercados agroalimentares. Para eles, todos os bens do planeta podem se tornar objeto de apostas especulativas ao longo do tempo. Então, por que não os alimentos ditos “básicos”: o arroz, o milho e o trigo que, juntos, totalizam 75% do consumo mundial (50% para o arroz)? Segundo o relatório 2011 da FAO, atualmente somente 2% dos contratos a termo envolvendo matérias-primas acabam de fato na entrega de uma mercadoria. Os 98% restantes são revendidos pelos especuladores antes da data de expiração.
Esse fenômeno alcançou uma proporção tão importante que provocou a inquietação do Senado norte-americano. Em julho de 2009, a instituição denunciou uma “especulação excessiva” sobre os mercados do trigo, criticando, sobretudo, o fato de alguns traders deterem até 53 mil contratos ao mesmo tempo! O Senado também denunciou que “seis fundos indexados estão atualmente autorizados a deter 130 mil contratos sobre o trigo ao mesmo tempo, isto é, uma quantia vinte vezes superior ao limite autorizado para os operadores financeiros padrão”.7

POR UM CONTROLE MUNDIAL DOS PREÇOS

O Senado norte-americano não é o único a se alarmar. Em janeiro de 2011, outra instituição classificou a alta de preços das matérias-primas, sobretudo alimentares, como uma das cinco grandes ameaças que pesam sobre o bem-estar das nações, do mesmo modo que a guerra cibernética ou o porte de armas de destruição em massa por terroristas: o Fórum Econômico Mundial de Davos...
Uma condenação surpreendente, tendo em vista o critério de recrutamento desse seleto círculo. O fundador do Fórum Econômico Mundial, o economista suíço Klaus Schwab, não deixou por menos as admissões a seu “Clube dos Mil” (o nome oficial da reunião): somente são convidados os dirigentes das empresas cujo lucro ultrapasse o bilhão de dólares. Cada um dos membros paga US$ 10 mil de entrada. Somente eles podem ter acesso a todas as reuniões. Entre eles, evidentemente, os especuladores são numerosos.
Os discursos de abertura realizados em 2011, no bunker do Fórum Econômico Mundial, no entanto, apontaram para o problema de forma clara. Eles condenaram com muito vigor os “especuladores irresponsáveis”, que, por pura sede de lucro, arruínam os mercados alimentares e agravam a fome no mundo.
Durante os seis dias seguintes, ocorreu uma sequência de seminários, conferências, coquetéis, encontros, reuniões confidenciais nos grandes hotéis da pequena cidade nevada, para comentar a questão... Mas será verdadeiramente lá, nas salas de jantar dos restaurantes, nos bares, nos bistrôs de Davos, que o problema da fome no mundo vai encontrar os ouvidos mais atentos?
Para vencer de uma vez por todas os especuladores e preservar os mercados de matérias-primas agrícolas dos repetidos ataques, Flassbeck propõe uma solução radical: “Arrancar dos especuladores as matérias-primas, sobretudo as alimentares”.8 Ele pede um mandato específico por parte da ONU. Esse mandato, explica o economista, concederia à Unctad o controle mundial da formação de preços de matérias-primas agrícolas nos mercados. A partir desse momento, somente os produtores, os comerciantes ou os usuários das matérias-primas agrícolas poderão intervir nos mercados a termo. Qualquer um que negociar um lote de trigo ou de arroz, hectolitros de azeite etc. deverá ser obrigado a fornecer o bem negociado. Será igualmente necessário instaurar – para os operadores – um nível de autofinanciamento elevado. Aquele que não fizer uso do bem negociado será excluído da Bolsa.
Se fosse aplicado, o “método Flassbeck” afastaria os especuladores dos meios de sobrevivência dos condenados da Terra e serviria de obstáculo à financeirização dos mercados agroalimentares. A proposta de Flassbeck e da Unctad é defendida com vigor por uma coalizão de organizações não governamentais e de pesquisa.9
O que falta, por enquanto, é a vontade dos Estados.

Jean Ziegler

Vice-presidente do comitê consultivo do Conselho dos Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas. Autor de Déstruction massive: géopolitique de la faim {Destruição em massa: geopolítica da fome}, Seul, Paris, 2011

Ilustração: Silvano Mello

 

 1  Os números são de maio de 2009.
2  R$ 1 = 286,45 francos CFA.
3  Olivier Pastré, “La crise alimentaire mondiale n’est pas une fatalité” [A crise alimentar mundial não é uma fatalidade]. In: Pierre Jacquet e Jean-Hervé Lorenzi (coords.), Les nouveaux équilibres agroalimentaires mondiaux [Os novos equilíbrios agroalimentares mundiais], Presses Universitaires de France (PUF), Paris, 2011.
4  É um fundo de investimento cujo rendimento é determinado por um índice de referência (carteira de valores, CAC 40 etc.).
5  Conferência das Nações Unidas sobre o Comércio e o Desenvolvimento, Relatório sobre o comércio e o desenvolvimento, Genebra, 2008.
6  Philippe Chalmin, “Le monde a faim” [O mundo tem fome], Bourin Éditeur, Paris, 2009.
7  Paul-Florent Montfort, “Le Sénat américain dénonce la spéculation excessive sur les marchés à terme agricoles” [O Senado norte-americano denuncia a especulação excessiva nos mercados a termo agrícolas], Relatório do subcomitê permanente do Senado dos Estados Unidos responsável pelas pesquisas. Disponível em: <www.momagri.org/fr>.
8  Heiner Flassbeck, “Rohstoffe den Spekulanten entreissen” [Arranquem as matérias-primas dos especuladores], Handelsblatt, Düsseldorf, 11 fev. 2011.
9  Sua argumentação é resumida no ensaio de Joachim von Braun, Miguel Robles e Maximo Torero, “When speculation matters Washington” [Quando a especulação importa para Washington], International Food Policy Research Institute (IFPRI), Washington, 2009.

 

FONTE: www.mst.org.br

 

INTEGRAÇÃO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO EM BIODIVERSIDADE
Sistemas de Informação em BiodiversidadePDFImprimirE-mail


Aproveitando a experiência adquirida pela Coordenação de Zoneamento Ambiental (COZAM) no que se refere à espacialização da biodiversidade brasileira, bem como conhecimento técnico da Diretoria de Conservação da Biodiversidade (DIBIO) do ICMBio, criou-se, no primeiro semestre de 2008, um Grupo de Trabalho (GT), sob coordenação da COZAM e da DIBIO, com os seguintes objetivos:

I - Levantar os sistemas e bancos de dados existentes no Ibama, além de fontes de informação sobre biodiversidade presentes nas diferentes Coordenações, Unidades Avançadas e Centros Especializados deste Instituto;

II - Estabelecer diretrizes para a construção de um “modelo conceitual” para implementação de uma interface de integração dos dados georreferenciados de biodiversidade oriundos das diversas Coordenações, Unidades Avançadas e Centros Especializados do Ibama e que os disponibilize virtualmente;

III - Estabelecer protocolos para entrada de novos dados sobre a biodiversidade nos diferentes sistemas existentes no Ibama;

IV - Definir estratégias para a utilização de dados de freqüência de espécies e estabelecer protocolos para a coleta de dados, a fim de expandir o uso e a aplicabilidade do Sistema;

V - Estabelecer critérios para a consulta e divulgação das informações disponíveis, respeitando os direitos autorais e a legislação pertinente;

VI - Propor a indicação de representantes das Coordenações, Unidades Avançadas e Centros Especializados para a implementação da interface de integração e, quando necessário, a alimentação dos bancos de dados; e,

VII - Propor estratégias de integração de bancos de dados e sistemas com os demais entes federais do SISNAMA.

 

A proposta é o desenvolvimento de um Sistema capaz de oferecer à comunidade em geral, e, principalmente aos órgãos gestores, interatividade e simplicidade na busca por informação sobre a distribuição geográfica das espécies brasileiras, além de dados sobre a biologia e mesmo abundância relativa para alguns táxons, possibilitando, por meio da Internet, incorporar, armazenar, realizar consultas dinâmicas e exportar dados e informações sobre a biodiversidade.

Para o IBAMA e ICMBio, trata-se de um Sistema Integrador capaz de organizar e padronizar toda a informação sobre biodiversidade presente nos Institutos, tornando esses dados, muitas vezes esquecidos em relatórios e arquivos diversos, em informação passível de uso em trabalhos de gestão e políticas públicas ambientais, como os realizados em zoneamentos ambientais, avaliação de impactos ambientais ou reintrodução de espécies da fauna.

Nas Intranets do IBAMA e ICMBio é possível encontrar o relatório final produzido por este primeiro Grupo de Trabalho. Para acessar a Portaria que cria o GT no âmbito do IBAMA e conhecer detalhes do projeto, clique aqui.

Atualmente, está em processo de criação um Grupo de Trabalho Conjunto entre IBAMA e ICMBio para planejar e acompanhar o desenvolvimento do Sistema Integrador, além de articular com outros entes do SISNAMA a futura integração destes dados com outros sistemas integradores.

 

FONTE: www.ibama.gov.br

ZONEAMENTO ECONOMICO-ECOLÓGICO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO SÃO FRANCISCO
Bacia do Rio São FranciscoPDFImprimirE-mail

Zoneamento Ecológico-Econômico da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco

Um dos focos de trabalho da COZAM é o “Projeto de Revitalização do Rio São Francisco”, especificamente na linha “Gestão e Monitoramento”, subcomponente “Ordenamento Territorial”. Nesse contexto, insere-se o Macrozoneamento da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (BHSF).

A BHSF é a terceira maior bacia hidrográfica do Brasil e a única totalmente brasileira. Também chamado de rio da Integração Nacional, o São Francisco, apesar de toda importância que tem para o país, tem sofrido intensa degradação devido ao uso indiscriminado de seus recursos naturais. Dentre os principais impactos observados estão o despejo de esgoto doméstico e industrial, rejeitos do garimpo, mineradoras e indústrias, incluindo metais pesados, o desmatamento para produção de carvão vegetal, o uso intensivo de fertilizantes e defensivos agrícolas, além da irrigação e construção de barragens hidrelétricas, responsáveis pelo desvio dos leitos dos rios, redução da vazão, alteração da intensidade e época das enchentes, transformação de rios em lagos, com impactos diretos sobre os recursos pesqueiros.

Diante do risco iminente que sofre a BHSF, tornam-se necessárias ações urgentes que visem o ordenamento do território, o uso racional dos recursos naturais e a manutenção em longo prazo da biodiversidade e dos serviços ambientais ecossistêmicos. É nesse sentido que surge a iniciativa de elaboração do Macro-Zoneamento da BHSF e, com o objetivo de gerar subsídios para este produto, está sendo desenvolvido pela COZAM o projeto “Áreas Importantes para Conservação da Biodiversidade na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco”.

Marcando o início do projeto propriamente dito, em abril de 2006, foi realizada uma reunião técnica em Brasília com especialistas em biodiversidade, ecologia da paisagem, conservação e geoprocessamento para definir os alvos e metas de conservação para a BHSF. A partir de desse encontro, foram disponibilizados por pesquisadores e ONG´s informações sobre a distribuição das espécies-alvo selecionadas que, somados aos levantamentos adicionais na literatura científica, totalizaram cerca de 1.480 registros de ocorrência de espécies da fauna e flora ameaçados de extinção, endêmicos, raros e/ou representativos da bacia do São Francisco. A partir do cruzamento dessa base de dados com informações sobre a cobertura vegetal remanescente, fitofisionomias vegetais, ocorrência de cavernas, através do uso de programas de apoio que preconizam os princípios do PSC, foi gerado um mapa de importância biológica que mostra a importância relativa de cada porção do território para que sejam cumpridas as metas de conservação estabelecidas para a bacia.

 

A região da foz do São Francisco foi considerada Área Importante para Conservação da Biodiversidade (Foto: Guilherme F. G. Déstro)


No final de 2006, a COZAM, com base no mapa de importância biológica e em uma análise de oportunidades e ameaças de conservação, construiu 3 propostas de cenários de conservação. Em 2007, os cenários construídos foram avaliados numa segunda reunião técnica realizada no mês de outubro, resultando em uma única proposta que será incorporada ao processo de construção do Macro‑Zoneamento da Bacia Hidrográfica do São Francisco. Neste ano, os dados de biodiversidade foram integrados com os outros componentes do Zoneamento Ecológico-Econômico e, em breve, será iniciada sua fase de implementação.

 

 

 

Clique aqui para ter acesso ao caderno Áreas Importantes para a Conservação da Biodiversidade na Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco e conhecer detalhes deste projeto.

 

FONTE:www.ibama.gov.br

IBAMA APREENDE 1,2 MIL TONELADAS DE SOJA EM ÁREAS IRREGULARES
Ibama apreende 1,2 mil toneladas de soja plantada em área embargada no MTPDFImprimirE-mail

Sinop (28/03/2012) – O Ibama apreendeu nesta segunda-feira (26/03) duas colheitadeiras e 1,2 mil toneladas de soja (cerca de 21 mil sacas) produzidas em uma área de 528 hectares ilegalmente desmatada e embargada desde 2009 em Nova Ubiratã, no norte do Mato Grosso. De helicóptero, os agentes da operação Verdes Veredas chegaram à plantação irregular e flagraram as máquinas em atividade. Cerca de metade da soja foi apreendida ainda no campo e a parte já colhida foi localizada numa empresa de armazenagem de grãos em Feliz Natal, a 10 km do local do cultivo.

 

A área embargada fica na fazenda São Lourenço, propriedade que acumula três embargos e mais de R$ 2 milhões em multas do Ibama. O histórico da propriedade reúne autuações por desmatamentos ilegais, queimadas e funcionamento de atividade utilizadora de recursos naturais sem licença ambiental. O arrendatário – que, apesar de todo esse passivo ambiental, ainda alugou as terras – acabou multado em R$ 200 mil por descumprir o embargo do Ibama e em R$ 2,6 milhões por ter impedido a regeneração natural da floresta com a atividade agrícola. Toda a soja apreendida e o maquinário serão doados a programas sociais ao final do processo administrativo no Ibama.

Durante a ação, representantes do arrendatário e da fazenda apresentaram aos fiscais licença ambiental de uma parcela da propriedade (cerca de 143 hectares), emitida pela Secretaria de Meio Ambiente do Mato Grosso, o que não impediu as multas e apreensões sobre a área ainda embargada. Mesmo a área licenciada pelo estado, que corresponde a menos de 30% das terras onde o autuado plantou soja, não poderia ser utilizada antes da suspensão do embargo federal.

Produto de risco

Para não se perder a soja apreendida no campo, o Ibama autorizou a retomada da colheita após a apreensão. O produto será armazenado na mesma empresa de Feliz Natal onde está o restante dos grãos. Segundo informações, o arrendatário da área embargada, na verdade, negociou toda a soja plantada e apenas estaria “entregando” o produto na empresa armazenadora. “Se a transação se confirmar, a empresa que comprou a soja da área embargada também será autuada e ainda ficará sem o produto, que é ilegal”, explica o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama em Sinop, Werikson Trigueiro, destacando que qualquer pessoa pode consultar as áreas sob embargo do Ibama na página do instituto na internet. A multa por adquirir produto de área embargada é de R$ 500 por quilo.

Quebras de embargos

Desde o início da operação Verdes Veredas, em fevereiro, agentes ambientais fiscalizam o cumprimento das sanções aplicadas pelo Ibama às áreas desmatadas no norte do Mato Grosso. O instituto já vistoriou cerca de 20 propriedades em 2012, destas oito descumpriram embargos e acabaram multadas. Até o momento, as multas por quebra de embargo somam cerca de R$ 3,5 milhões. O total de autuações na operação é de aproximadamente R$ 58 milhões, a maioria delas por desmatamento de áreas de floresta em regeneração para implantação de lavouras de soja.

Nelson Feitosa
Ascom/Ibama/PA
fotos: Nelson Feitosa e Egberto Rodrigues

 

 

 FONTE: www.ibama.gov.br

O DISCURSO DO AGRONEGÓCIO E A FALÁCIA DA PROPAGANDA DE SEMENTES TRANSGÊNICAS


28 de março de 2012


Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST


“De grão em grão, os transgênicos estão invadindo o campo brasileiro. Juntos, a soja e o milho são os grãos mais cultivados no país, e é possível afirmar que as sementes geneticamente modificadas desses dois produtos já são responsáveis por quase um terço da renda bruta gerada na lavoura — R$ 57,9 bilhões (30,8%) do Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 188,2 bilhões em 2011, conforme dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA)”.

 

Esse pequeno trecho da matéria “Transgênico responde por 30,7% da renda no campo”, publicada no Correio Braziliense, em 19 de março, mostra o discurso do agronegóco, adotado pela grande imprensa, de que os transgênicos são a melhor forma de produzir comida em grande quantidade.

“Os transgênicos têm uma representação significativa na nossa economia. pois estão ligados às commodities, como soja e milho, que são os transgênicos mais plantados no Brasil", avalia Gabriel Fernandes, da Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa (ASPTA).

As plantações de soja e milho transgênicos, de acordo com a reportagem, representam 82,7% e 64,9% do total da produção nacional das culturas, respectivamente.

Para Gerson Teixeira, ex-presidente da Associação Brasileira de Reforma
Agrária (Abra) e integrante do núcleo agrário do PT, há também uma dimensão política para a importância dada hoje aos transgênicos.

“A bancada ruralista na maior parte da sua ação não defende a agricultura, mas a indústria do agronegócio. A liberação total da soja, que aconteceu no governo Lula, foi facilitada pelas circunstâncias da posse do presidente, mas principalmente por causa do lobby feito pela Monsanto em conjunto com os ruralistas”.    

A ideia de que os transgênicos ocupam uma área grande de plantio no mundo todo também é falsa. Segundo a matéria do Correio Brasiliense, cinco países concentram a maior parte da produção de transgênicos (Estados Unidos, Brasil, Argentina, Índia, Canadá e China), totalizando ao todo 140 milhões de hectares.

Para Fernandes, “o próprio dado da reportagem mostra que é um total pequeno, além do fato de só cinco países deterem a maior parte da produção. Com isso não se pode afirmar que os transgênicos são uma forma mundial de plantio”.

Agrotóxicos

Além disso, a reportagem omite que os fazendeiros que compram transgênicos devem pagar royalties às transnacionais, que detêm patentes das sementes.

Não explicam também que o diferencial dos organismos geneticamente modificados é que resistem aos agrotóxicos específicos da empresa que vende a semente, criando uma relação de monopólio de sementes por parte da empresa.

Segundo Fernandes, os efeitos dos agrotóxicos já estão comprovados e vão desde enjôos até câncer.

“É um absurdo sermos o país que mais usa agrotóxicos apesar de termos uma área de plantio menor que os Estados Unidos. Mais nocivo do que os agrotóxicos para o país e para a população, no entanto, é a bancada ruralista, que está preocupada em defender os interesses das empresas”, acusa Gerson Teixeira.

 

FONTE:www.mst.org.br

TRIBUNAL DA TERRA DISCUTIRÁ O "ESTADO BRASILEIRO, LATIFUNDIO E AGRONEGÓCIO" NO BANCO DOS RÉUS


29 de março de 2012

Por José Coutinho Júnior
Da Página do MST

O Tribunal Popular da Terra, que irá ocorrer na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul nos dias 30, 31 de março e 1º de abril, tem como objetivo colocar o “Estado brasileiro, latifúndio e agronegócio no banco dos réus”.

De acordo com Martí, da Comissão Pastoral da Terra do Mato Grosso do Sul (CPT/MS), uma das entidades responsáveis pela organização do evento, “o primeiro objetivo do tribunal está na denúncia de violência por parte do Estado brasileiro, do Mato Grosso do Sul, do latifúndio e do agronegócio, que estão contra uma população que luta pela reforma agrária. O tribunal vai pegar os casos mais emblemáticos de violência no campo e culpar simbolicamente essas violações”.

Após o Tribunal, será criado um dossiê com os depoimentos e denúncias apontadas, que vai ser apresentado na Comissão Internacional dos Direitos Humanos. De acordo com Martí, a importância do Tribunal Popular da Terra - que começou a ser organizado em agosto de 2011 - se dá porque “no Mato Grosso do Sul, o meio de produção mais importante é a terra, que é altamente concentrada. Há latifúndios que antes eram improdutivos, mas que agora se tornaram territórios de cana e eucalipto, mudando a paisagem que representava os camponeses e comunidades tradicionais. Além disso, o latifúndio atenta contra a agricultura familiar, que produz muito mais diversidade de culturas do que o agronegócio”, aponta.

 

FONTE: www.mst.org.br

RURALISTAS X GOVERNO

Ruralistas preparam nova derrota ao governo com liberação de compra de terras por estrangeiros

27 de março de 2012

 

Marta Salomon
De O Estado de S. Paulo

 

Um acordo selado na comissão especial da Câmara que trata da compra de terras por estrangeiros é a próxima derrota anunciada do governo. Pelo acordo, deputados vão aprovar o fim de restrições a empresas brasileiras com maioria de capital estrangeiro, impostas por parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) em agosto de 2010. A votação está marcada para esta quarta-feira, 28.

O parecer foi editado depois de uma década de falta de controle sobre a compra de terras por empresas estrangeiras - e consequentemente sobre negócios com imóveis rurais fechados por estrangeiros.

A avaliação da AGU fazia parte de um movimento maior deflagrado no final do governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para impedir o avanço de estrangeiros sobre terras no País, motivado pela crise na produção de alimentos e a busca de lucros com a produção de etanol. Esse movimento foi contido, até aqui, por um forte lobby que une empresas do agronegócio e integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária.

São os ruralistas, mais uma vez, que ameaçam derrotar o governo Dilma Rousseff na Câmara, como aconteceu no projeto aprovado na semana passada para a criação de territórios indígenas, áreas quilombolas ou unidades de conservação.

Articulação. Nesta quarta-feira, segundo previsão do relator Beto Faro (PT-PA), não haverá como deter a aprovação de proposta que põe abaixo a interpretação dada por parecer assinado pelo ministro Luís Inácio Adams, da AGU.

O presidente da comissão especial na Câmara que trata da compra de terras por estrangeiros, Homero Pereira (PR-MT), insiste em que o objetivo do acordo é garantir investimentos estrangeiros, principalmente na área de cultivo de florestas e no setor de energia limpa.

“Vamos votar isso no âmbito da comissão e garantir que o assunto siga adiante”, disse Pereira. Ele estranha que o governo não tenha apresentado nenhuma proposta de negociação com os deputados, embora a votação tenha sido suspensa no fim do ano passado para debate com a Casa Civil.

Procurada pelo Estado, a Casa Civil não confirmou o fechamento de uma proposta do Palácio do Planalto sobre limites para compra de terras por estrangeiros. Esse projeto de lei está em estudo no governo há mais de dois anos e sua versão mais recente previa limites ainda maiores aos negócios.

Limites. Atualmente, a compra e o arrendamento de terras no País por estrangeiros estão limitados a 50 módulos de exploração indefinida, medida que varia de 5 a 100 hectares, dependendo da região. A partir de 3 módulos, as pessoas físicas ou empresas estrangeiras, assim como as empresas brasileiras com capital estrangeiro, precisam de autorização prévia do governo.

Esses limites foram impostos por lei de 1971, mas deixaram de valer por uma década para as empresas brasileiras de capital estrangeiro.

 

FONTE: www.mst.org.br

BIOMASSA E RESIDUOS SÓLIDOS URBANOS

Biomassa contida nos resíduos sólidos urbanos

 



Para fazer um diagnóstico do manejo de resíduos sólidos urbanos (RSU) no Brasil, o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) de 2005 considerou uma amostragem que envolveu todos os munícipios brasileiros acima de 3 milhões de habitantes - mas apenas 2% daqueles abaixo de 30.000 habitantes - em que a presença de lixões é predominante.

Segundo o estudo "Gestão de Resíduos no Brasil: uma visão geral", publicado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) em 2007, a quantidade de RSU coletado no Brasil foi de 164.774 ton/dia, contra um total de 173.524 ton/dia gerados - o que indica uma boa eficiência global de coleta. Contudo, a destinação muitas vezes é inadequada, em especial nos municípios menores, onde predominam os lixões.


Os lixões são depósitos a céu aberto onde não há controle de chorume, poluente de elevada DBO. Perde-se ainda o gás metano gerado na fermentação, de elevado potencial de aquecimento global. Nesses depósitos, há ainda problemas decorrentes da presença de animais como ratos - que representam perigos à saúde - e urubus - que constituem risco às aeronaves, quando os depósitos se localizam próximos a aeroportos.

Existem iniciativas bem-sucedidas na reciclagem de materiais como latas de alumínio e vidros, mas a destinação da matéria orgânica permanece, em geral, uma questão mal equacionada. Os RSU no Brasil são ricos em matéria orgânica - cerca de 50% a 60% - o que ofereceria oportunidades importantes na geração de energia e na compostagem, em vez da solução geralmente aceita, que é a disposição em aterros sanitários. Em países desenvolvidos, as diretrizes são opostas, pois o Landfill Directive da União Européia (UE) já recomendava a redução drástica do envio de materiais biodegradáveis para aterros sanitários até o ano de 2006, com o objetivo de erradicar totalmente o aterramento desses materiais. Na UE, a potência instalada a partir de RSU em 2000 era de 8.800 MW (8.8 GW).

O uso para outras fins de áreas antes utilizadas como aterros sanitários é problemático - pois as emissões de metano podem perdurar até por cem anos, criando problemas de segurança (explosões, etc).

Se considerado o valor mais conservativo, teríamos 82 mil ton/dia de matéria orgânica no RSU. Se considerada a possibilidade de fermentação anaeróbia, tem-se a geração de 350 a 500 m3 de gás metano/ton, o que complementaria a demanda brasileira por gás combustível, do qual a principal fonte é o gás natural, com inconveniente dependência de fornecedores externos, além de se tratar de um recurso não-renovável.

Outra possibilidade é a incineração direta do resíduo, que gera um mínimo de 0,4 MW/ton. Se consideradas as 82 mil ton/dia, obter-se-ia uma potência de 1,36 GW. Desse modo, a incineração é um processo mais eficiente do que a geração por fermentação anaeróbia, mas apresenta o desafio de remoção de poluentes orgânicos persistentes (POP), objeto da Convenção de Estocolmo. Essa remoção é tecnicamente viável com a adoção de sistemas de tratamento de gases eficientes, com a possibilidade de conversão catalítica de poluentes.

Biomassa do esgotamento sanitário

Segundo estudo do IBGE publicado em 2000, no ano de 1989 apenas 47,3% dos municípios brasileiros dispunham de esgotamento sanitário. Onze anos mais tarde, a situação não melhorou muito: 52,2% dispondo desses serviços. Em geral, quanto maior a população do município, maior a proporção de domicílios atendidos. As diferenças regionais são marcantes: apenas 7,1% dos municípios da região Sudeste não dispõem desse serviço, diante de 92,9% dos municípios da região Norte.

Se a cobertura do serviço é reduzida e o tratamento pouco abrangente, a situação se agrava quanto à destinação final. Dos municípios que dispõem de esgotamento, um terço tratam esse efluente, ao passo que a maioria (dois-terços) despejam o material in natura no meio ambiente - geralmente em rios -provocando impactos ambientais negativos já bem conhecidos.

Ainda segundo o IBGE, o volume total de esgotos no Brasil atinge 14,5 milhões de m3/dia, o que resulta em 5,2 bilhões de m3/ano. Se essas informações forem cruzadas com dados qualitativos de Pereira Lima e Oliveira, o teor médio de sólidos no esgotamento sanitário é 0,1%, dos quais 70% são de matéria orgânica (m.o.). Se considerada uma densidade de 0,8, o resultado é um total de 2,9 milhões ton m.o./ano.

Da mesma forma que é possível realizar a digestão anaeróbia do efluente de esgoto, além de priorizar a universalização do serviço, pode-se gerar biogás a partir da fermentação anaeróbia, produzindo metano para geração de energia elétrica ou uso veicular. Pode-se dar destinação diferenciada ou não ao lodo e ao efluente aquoso.

 

FONTE: www.mma.gov.br

 

PARTICIPAÇÃO DE PREFEITOS NA RIO +20

Ministra destaca importância dos prefeitos na Rio+20

 

Martim Garcia
Foto Ministra destaca importância dos prefeitos na Rio+20
Ao participar do I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, Izabella Teixeira citou estudo da ONU: em 2050, a América Latina será a região mais urbana do mundo, com 91,4% da população vivendo em cidades.

28/03/2012

Rafaela Ribeiro

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, destacou, nesta quarta-feira (28/03), a importância da participação efetiva dos gestores municipais nos debates da  Conferencia das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) que acontecerá de 20 a 22  junho no Rio de Janeiro. A reunião tratará de desenvolvimento sustentável com base em três eixos principais: econômico, social e ambiental e, apesar de ser global, tratará de temas que exigem ações locais.

"Os senhores prefeitos são atores centrais não no debate local, mas no debate global e essa é a mudança de perspectiva que a conferencia traz", disse a ministra. "Só é possível fazer transformações com crescimento econômico de qualidade, com inclusão social, com sustentabilidade ambiental, se tivermos uma aliança concreta com quem toma decisão na instancia local, no caso os prefeitos".

FOCO NAS CIDADES

Durante o I Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável: pequenos negócios, qualidade ambiental urbana e erradicação da miséria, em Brasília, a ministra explicou que todo o debate de sustentabilidade dos próximos anos terá como foco principal as cidades. Isso porque, segundo previsão da Organização das Nações Unidas (ONU), nos próximos 40 anos, dois terços da população mundial viverão nas cidades, sendo que 70% do crescimento demográfico acontecerão nos países em desenvolvimento.

Em 2050, a América Latina será a região mais urbana do mundo, com 91,4% da sua população vivendo em cidades. "Esses são o cenários desenhados hoje pela ONU. Todos os debates envolvendo sustentabilidade sinaliza as cidades como tema crítico para que o homem possa continuar vivendo com qualidade, com inclusão social, com ratificação de poder", afirmou Izabella Teixeira.

 

FONTE: www.mma.gov.br

ASCOM
SACOLAS PLASTICAS EM DEBATE NA CÂMARA

Sacolas plásticas em discussão na Câmara

 

28/03/2012

Letícia Verdi

O Ministério do Meio Ambiente (MMA), participou de audiência pública na Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (28/03), para discutir uso de sacolas plásticas em supermercados e lojas do  gênero. A audiência foi convocada pelo deputado Adrian (PMDB-RJ) da Comissão de Desenvolvimento Urbano e Frente Parlamentar de Incentivo à Cadeia Produtiva da reciclagem. A finalidade foi debater o assunto entre todas as partes: governo, empresários e consumidor.

Segundo o chefe de Gabinete da Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, Aldenir Paraguassu, representante do MMA, o assunto é d e altíssimo interesse da sociedade brasileira. No momento, há 19 projetos de lei tramitando na Câmara, quase todos contemplados no PL 612/2007, em fase mais adiantada de tramitação no Congresso Nacional. Todos visam a estabelecer parâmetros adequados e legais para uso desse tipo de embalagem.
 
DEMÔNIOS E CAMPANHA
"O ministério não demoniza as sacolas plásticas, mas estamos fazendo campanhas, dentro das políticas públicas brasileiras, para convencer a população da importância de uma drástica redução do seu uso", disse Paraguassu. "Informar as pessoas sobre o mal que as sacolas fazem ao meio ambiente, na medida em que são mal utilizadas, é fundamental." 
 
A campanha "Saco é um saco", lançada pelo MMA, tinha a pretensão de diminuir, em um ano, o uso desse material em 10%. Passado o prazo, a redução foi de 33%, o que significa 5 bilhões de sacolas plásticas fora de circulação. "Se pensarmos que um bueiro de rua tem a medida de duas sacolinhas de  supermercado, podemos dizer que evitamos o entupimento de 2,5 bilhões de bueiros", calcula Paraguassu. A educação para o consumo e atitudes sustentáveis pode começar no ambiente de trabalho, com a Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P). "Se adotarmos essas práticas no trabalho, elas serão inevitavelmente levadas para casa", observou o representante do MMA.


INFORMAÇÃO CLARA
O Ministério da Justiça também apresentou suas ações durante a audiência. A coordenadora geral de Supervisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor, Ana Dalva Miranda, foi direto ao ponto: "Do ponto de vista do consumidor, é essencial ter informação clara, estar envolvido com o processo de mudança de comportamento e entender a importância disso". Segundo ela, se o consumidor entender as alternativas que tem disponíveis, será um aliado no processo. No endereço eletrônico http://www.consumocomatitude.com.br/, o MJ oferece mais informações.

Também participaram da audiência pública o professor de Engenharia Ambiental da Universidade do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente do Conselho Empresarial de Meio Ambi ente e Desenvolvimento Sustentável da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Haroldo de Lemos; o presidente do Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida), Miguel Bahiense Neto; o diretor do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor, Reginaldo Sena; o vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados, Márcio Milan, e a secretária-executiva da ONG Educação, Cultura, Conscientização  e Orientação para a Vida (Eccovida-RJ), Danielle Gomes.


FIM DA ABUNDÂNCIA
Segundo o professor Haroldo de Lemos, a educação ambiental é o caminho para a mudança. "Acabou a era da abundância, estamos entrando na era da escassez", afirmou. Ele deu o exemplo de países como a Irlanda, onde não há aterros sanitários, os rejeitos são incinerados para recuperar a energia e as cinzas usadas para fazer cimento e recuperação asfáltica. "O plástico é feito de petróleo, uma matéria-prima que vai se esgotar", acrescenta Lemos defendendo que as sacolas não devem ser jogadas fora, mas serem recicladas, até porque no processo de decomposição, que dura 400 anos, em média, há emissão de gases geradores do efeito estufa.
 
Mais de 200 mun icípios e os governos de oito estados estão discutindo a questão. Miguel Bahiense, da Plastivida, destacou a questão da baixa qualidade das sacolinhas que são distribuídas nos supermercados no Brasil, onde as orientações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) não são cumpridas. Para ele, sacolas resistentes, que possam ser utilizadas mais de uma vez, amenizariam o problema. "As leis estaduais em vigor no estado de São Paulo banem as sacolas, mas não conscientizaram a população", critica.

Nesse ponto, a gerente de Resíduos Perigosos da Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Zilda Veloso, lembra que a Política Nacional de Resíduos Sólidos aponta para a responsabilidade compartilhada, ou seja, o consumidor também tem a sua parte a cumprir. Segundo a Lei 12.305/10, até 2014 nenhum município poderá ter mais lixões. Somente os rejeitos poderão ser enterrados. O restante deverá ser reduzido, reaproveitado e reciclado.

 

FONTE:www.mma.gov.br

EDUCAÇÃO DO CAMPO EM EVIDÊNCIA

"É preciso uma educação construída com o protagonismo dos sujeitos do campo"

27 de março de 2012


Por Mayrá Lima
Da Página do MST

 

O governo federal lançou o Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo), na semana passada. Segundo o governo, serão investidos R$ 1,8 bilhões para oferecer apoio técnico e financeiro aos estados, Distrito Federal e municípios para implementação da política de educação do campo.

Entre as ações previstas no programa, estão a construção de três mil escolas, a instalação de recursos digitais em 20 mil unidades e a aquisição de oito mil ônibus, duas mil lanchas e 180 mil bicicletas. Além disso, o governo pretende implantar educação integral em dez mil escolas rurais e quilombolas.

O Ministério da Educação (MEC) ainda afirma que 23,18% da população do campo com mais de 15 anos são analfabetas e 50,9% não concluíram o fundamental. Enquanto isso, o quadro das escolas do campo não é o dos mais animadores: são 76 mil escolas, 6,2 milhões de alunos matriculados e 342,8 mil professores, dos quais apenas 182,5 mil têm estudo superior.

A maioria das escolas possue precárias condições de infraestrutura: não tem energia elétrica, faltam bibliotecas e muitas também não tem água encanada e não comportam a demanda de alunos

"As nossas reivindicações e campanha contra o fechamento de escolas e a luta por criação de mais unidades de ensino no meio rural começam surtir efeito no governo”, disse Vanderlúcia Simplício, do Setor de Educação do MST, à Página do MST.

Em agosto de 2011, a Jornada de Lutas da Via Campesina denunciou o fechamento das escolas no meio rural. Marchas e acampamentos cobraram do Estado políticas de educação para o campo.

“Temos dados oficiais de que, nos últimos 10 anos, 37.765 escolas foram fechadas no campo. Os estudantes, quando transferidos para escolas na cidade, dependem do transporte escolar, muitas vezes de péssima qualidade. Levamos essas questões para o MEC no âmbito da campanha ‘Fechar Escolas é Crime’”, disse Vanderlúcia.

Confira a entrevista

Durante a jornada de lutas, em agosto de 2011, a educação no campo e o fechamento das escolas rurais foi alvo de protestos. Você acredita que o Pronacampo foi uma resposta à pauta?

Logo que a presidenta Dilma assumiu, levamos as nossas demandas e pautas e pedimos para que a presidenta pudesse dar continuidade e fortalecer as iniciativas do governo Lula. Propusemos o fim do fechamento de escolas no campo, o Programa Nacional de Alfabetização de Jovens e Adultos, o Programa Nacional de Formação de Educadores fortalecendo o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), as iniciativas de Licenciatura em Educação no Campo, criando um programa nacional de formação de educadores do campo, criação de leis que proibisse o fechamento de escolas no campo, melhorando das condições de infraestruturas nas escolas que ainda persistem no meio rural. Na jornada de agosto, apresentamos uma demanda de construção de 350 escolas para assentamentos de Reforma Agrária e comunidades dos movimentos sociais que compõem a Via Campesina.

O que se pode destacar como avanço?

As nossas reivindicações e campanha contra o fechamento de escolas e a luta por criação de mais unidades de ensino no meio rural começam surtir efeito no governo, tendo em vista o lançamento do Pronacampo.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, destacou que uma das metas mais urgentes é a elaboração de uma lei junto aos conselhos de Educação municipal, estadual e em diálogo com a sociedade de forma que impeça o fechamento de escolas no campo. Ainda reforçou sua prioridade com a construção e reformas de escolas, além de investir na ampliação de cursos de licenciaturas para a formação de educadores do campo, que também é uma reivindicação dos movimentos sociais do campo.

Nossa grande preocupação está na proposta de formação de educadores. A proposta do governo federal é fazer toda a formação de educadores do campo através da Universidade Aberta do Brasil (UAB). Nós não concordamos que o processo de formação tenha que ser exclusivamente à distância, com a preocupação apenas em cumprir uma meta por parte do governo. A formação a distância deve existir somente em algumas exceções.

Como você analisa a inserção do Pronacampo dentro do universo das outras políticas públicas já instituídas para o conjunto da educação no campo?

Ainda durante o governo Lula, tivemos a conquista das diretrizes de educação do campo, a criação do Conselho Nacional de Educação do Campo (Conec) e a assinatura do Decreto da Educação no Campo, que dentre outras coisas, institui o Pronera como uma política pública.

Ficamos também preocupados e atentos, porque não sabemos que proporções o Pronacampo tomará na perspectiva de atender as expectativas de educação e projeto de campo pelo qual lutam os movimentos sociais, como as que envolvem o Pronera e as Licenciaturas em Educação do Campo. É preciso uma educação construída com o protagonismo dos sujeitos do campo e em suas representações através dos movimentos sociais na condução do processo.

Diante do que foi lançado, quais os principais desafios já identificados pelos movimentos sociais?

Para o seu bom desempenho, o Pronacampo terá como desafio a articulação com outros setores dentro do próprio MEC e fora dele, outros ministérios que possam se somar no atendimento à demanda dos assentamentos para garantir uma verdadeira política pública de Educação do Campo.  Este programa vem reafirmar a educação do campo como um direito nosso e um dever do Estado.

 

FONTE: www.mst.org.br

CAFÉ X PERDA DE PESO

Consumir grãos de café verde ajuda perder peso, diz estudo

 

  • A ingestão diária de cápsulas de café ajudou um grupo de pessoas a emagrecer em um período de seis meses até 10% de seu peso

    A ingestão diária de cápsulas de café ajudou um grupo de pessoas a emagrecer em um período de seis meses até 10% de seu peso

Os grãos de café verde ou sem torrar podem ajudar a emagrecer em um período relativamente curto de tempo combinado com alimentação saudável e exercícios, aponta estudo apresentado nesta terça-feira (27) na reunião da Sociedade Americana de Química.

Como explicou o professor Joe Vinson da Universidade de Scranton (Pensilvânia) e sua equipe, a ingestão diária de cápsulas de café ajudou um grupo de pessoas com sobrepeso e obesos a emagrecer em um período de seis meses até 10% de seu peso.

Participaram do estudo 16 pessoas com sobrepeso e obesas com idades entre 22 e 26 anos que tomaram cápsulas do extrato de café e de placebo (que continham um pó inativo) durante 22 semanas.

Os integrantes da pesquisa alternaram a ingestão de uma dose baixa (de 700 mg) e uma maior (de 1.050 mg) de extrato e placebo, cada uma durante seis semanas, para analisar o impacto das distintas cápsulas em cada pessoa.

Os cientistas controlaram a dieta, as calorias e os exercícios feitos pelos pacientes durante o período e descobriram que eles perderam em média de 7,7 quilos, o que representa 10,5% do peso total e 16% de gordura corporal.

Vinson assinalou que estudos anteriores já haviam demonstrado a perda de peso com o café verde, mas este é o primeiro a utilizar quantidades mais altas de extrato de café e o primeiro a medir a resposta dos pacientes com várias doses.

Ele explicou que o efeito dos grãos de café verde se deve a uma substância chamada ácido clorogênico, mais presente nos grãos de café sem torrar. O processo da torra quebra as moléculas quando alcança a temperatura de 240 graus.

Este processo de torrar o café é o que dá a cor marrom, seu aroma característico e o sabor. Embora os grãos verdes tenham pouco aroma e sabor ligeiramente amargo podem, no entanto, ter novo uso como complexo nutricional.

Os analistas advertem que a obesidade é uma epidemia crescente nas sociedades industrializadas e no caso dos Estados Unidos 68% da população sofre de sobrepeso ou obesidade.

Com relação a esse assunto, destacam que embora existam remédios para reduzir de peso "a eficácia é baixa e os efeitos colaterais fazem com que sejam desprezados nos estudos clínicos", por isso ressaltam as vantagens do café, "neutro, seguro, eficaz e de baixo custo".

 

FONTE:blog.uol.com.br/

TRÁFICO DE PLANTAS NATIVAS NO SUDOESTE BAIANO
Tráfico de plantas nativas no sudoeste da Bahia é combatido pelo Ibama PDF Imprimir E-mail

Salvador (22/03/2012) - O Ibama encerrou na terça-feira, dia 20, a Operação Magnólia, que teve como objetivo coibir o tráfico de orquídeas e cactus na região sudoeste da Bahia. Foram apreendidas 5.164 plantas e aplicadas multas cujo valor global atingiu o montante de R$ 1,5 milhão. Realizada no período de 15 a 20 desse mês, a operação foi realizada pelo Ibama, com o apoio da Polícia Rodoviária Federal e da ViaBahia Concessionária de Rodovias.



Não houve prisões durante a operação, mas os infratores foram enquadrados na Lei Federal 9.605/98, Art.70 e 72, no Decreto Federal 6514/08 Art. 47 § 1, Art. 3º, item II e IV e na IN Federal 112/2006 Art. 1º e 2, § único. Segundo a Chefe da Unidade Avançada do Ibama em Vitória da Conquista, Andréia da Mata Lula, o comércio ilegal de plantas - à exemplo de cactos, bromélias e orquídeas -, retiradas de seu Bioma natural ao longo dos anos, impede a reprodução e manutenção das espécies.

A apreensão das plantas nativas aconteceu no momento em que elas estavam sendo comercializadas na BR 116, apenas no trecho compreendido entre os municípios de Vitória da Conquista e Itatim. “Este comércio ilegal realizado ao longo do ano e de toda a BR, se constitui em um crime ambiental, que provocado por esta atividade danosa, compromete a própria sobrevivência das espécies, concluiu Andréia Lula.

Carlos Garcia
Ascom - Ibama/BA

 

Fotos: www.Ibama.gov.br

EMBATE ENTRE GOVERNO E INDUSTRIA DO CIGARRO

26/03/2012 - 17h11

"O governo não vai recuar", diz ministro sobre veto a aditivos em cigarros

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JULIA BORBA
DE BRASÍLIA

O ministro da saúde, Alexandre Padilha, garantiu que o governo não vai recuar da decisão de proibir o uso, nos cigarros, de substâncias que alteram o aroma e o sabor do tabaco com essências artificiais, como chocolate e canela.

Desde a semana passada, a Souza Cruz, uma das mais importantes produtoras de cigarro no país, vem anunciando que vai entrar na Justiça contra o governo para derrubar a medida.

A maior reivindicação do setor é sobre a proibição do mentol e do cigarro de cravo, os mais populares entre os produtos com esses aditivos.

Na terça-feira (13), a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu, por unanimidade, retirar de mercado todos os produtos com aditivos em um prazo máximo de dois anos.

Segundo o ministro, a medida é acertada e protege a população --principalmente os jovens-- de um produto que é nocivo à saúde.

"O Ministério da Saúde, desde o começo, deixou claro que não recuaria na politica de restrição ao tabaco no país. São essas políticas que fazem com que haja uma redução no número de pessoas que fumam no Brasil", afirmou Padilha.

De acordo com o ministro, a cada dez homens que morrem no Brasil por problemas pulmonares, seis são fumantes ou ex-fumantes. A cada dez mulheres que morrem nas mesmas condições, oito são fumantes ou ex-fumantes.

A Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) informou que não vai se pronunciar sobre o assunto, deixando em aberto, inclusive, a possibilidade de apoiar a decisão da Souza Cruz.

 

FONTE: blog.uol.com.br/

MERCADO E PROBLEMAS AMBIANTAIS

21/03/2012 - 12h17

Mercado não resolve problemas ambientais, diz representante do MST

DA AGÊNCIA BRASIL

O representante da Via Campesina e do MST/RJ (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), Marcelo Durão, disse que os problemas ecológicos, do ambiente, do trabalho e das cidades não são resolvidos pelo mercado ou pelas "falsas soluções" que ele apresenta.

Durão pretende fazer na Cúpula dos Povos, que ocorrerá paralelamente à Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho próximo, no Rio, uma reflexão sobre as causas estruturais do sistema econômico que vigora hoje no mundo e como elas afetam os territórios, tanto nas cidades quanto no campo.

Durante a cúpula, que se estenderá de 15 a 23 de junho, as diversas ONGs (organizações não governamentais) brasileiras e internacionais planejam apresentar experiências concretas que os povos vêm fazendo em todo o mundo.

"E que, para nós, são as verdadeiras soluções de preservação ambiental e de respeito (ao ambiente), que socializam a riqueza e fazem uma lógica totalmente diferente da que está sendo proposta pela Rio+20, que pretende resolver os problemas pelo mercado."

Durão assegurou que a contribuição das ONGs que participarão da Cúpula dos Povos será de crítica na Rio+20. "Vamos tentar propor outro paradigma, outra sociedade e outra visão para a solução dos problemas ambientais e de acúmulo e concentração de riqueza".

Ele não tem dúvida de que existem soluções diferentes e que não passam, necessariamente, pela elaboração de grandes acordos, como os que estão sendo feitos entre chefes de Estado e grandes corporações.

A ideia é mostrar soluções que envolvam a sociedade civil na prática. Instituições do Cerrado brasileiro, por exemplo, querem demonstrar a experiência das cisternas comunitárias; os agricultores familiares pretendem apresentar experiências da agroecologia, que se contrapõem ao agronegócio. "Não só ficar na crítica, mas mostrar que existem soluções concretas para os problemas que estão aí."

Membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil na Rio+20, pelo lado brasileiro, Durão revelou que alguns temas já definidos para debates coletivos na Cúpula dos Povos são direitos humanos e territoriais (campo e cidade); bens comuns; agricultura e soberania alimentar; soberania energética e indústria; valores e paradigmas.

A Cúpula dos Povos pretende lançar um documento geral, além dos temáticos, ao fim do evento. "Os objetivos nossos são tentar uma agenda global unificada, tanto de luta, de mobilização, quanto de denúncia das falsas soluções, e uma rearticulação global, nos moldes do que a gente conseguiu fazer na Alca [Área de Livre Comércio das Américas]" - tratado de comércio proposto pelos Estados Unidos em 1994, com o objetivo de eliminar barreiras alfandegárias entre os 34 países da região.

Durão disse ainda que a proposta agora é articular as organizações, com a finalidade de pensar questões maiores que ultrapassem a cúpula. "A Cúpula dos Povos é um processo dentro de tudo que a gente tem feito. Existe a clara noção de que o evento não se encerrará em si mesmo, mas terá continuidade."

Para a Via Campesina, a expectativa é pessimista em relação à Rio+20. Durão apontou as grandes corporações como os principais vilões da crise financeira, iniciada em 2008, e da atual crise econômica que se expande na Europa, na medida em que conseguem colocar seus interesses acima (dos interesses) do Estado.

Para ele, as estratégias formuladas têm como única meta centralizar e acumular riqueza nas grandes corporações. Essas estratégias, acrescentou, não visam, de fato, a solucionar problemas como os que estão ocorrendo no mundo, entre eles as mudanças das leis trabalhista e ambiental.

"A mudança do Código Florestal vai possibilitar o desmatamento e a entrada do agronegócio em 8.000 hectares que ainda estão intocáveis", disse. Ele classificou como cilada um dos temas que serão abordados na Rio+20, que é a economia verde. "Você tenta travestir de verde o mau e velho capitalismo".

Segundo Durão, trata-se das mesmas estratégias do passado, "só que, agora, com foco ambiental e climático".

No fundo, permanecem as metas de descentralização e acúmulo de riquezas, às quais se somam elementos voltados à sustentabilidade, como fontes renováveis de energia, serviços ambientais, sequestro de carbono, declarou.

"Essas estratégias que permeiam as empresas, como educação ambiental para uma comunidade que está sendo atingida por mineração, por exemplo, não solucionam o problema ambiental".

Na visão do representante da Via Campesina e do MST/RJ, a Rio+20 pode ser um grande sucesso "para as grandes corporações e as empresas". Ele considera que a grande diferença entre a Rio-92 (Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, realizada em 1992, também no Rio de Janeiro) e a Rio+20 é que, na primeira, o diálogo e os questionamentos eram feitos diretamente entre os chefes de Estado, nações e a sociedade. "A sociedade está de fora. Hoje, o diálogo é entre chefes de Estado e nações com grandes corporações."

 

FONTE:www. folha.com

Na França, grupo faz protesto contra Código Florestal brasileiro

SABINE RIGHETTI

 

Políticos e ambientalistas brasileiros fizeram na quarta-feira (14) uma manifestação durante 6º Fórum Mundial da Água, em Marselha, na França, contra a aprovação do texto do novo Código Florestal.

O grupo, liderado pela fundação SOS Mata Atlântica, instalou um copo gigante de plástico, em forma de troféu, no meio do estande oficial do Brasil no evento.

A ideia, de acordo com Mario Mantovani, diretor de mobilização da SOS, é simbolizar a entrega do troféu "copo vazio" a quem apoia o novo código em debate na Câmara dos Deputados.

Sabine Righetti/Folhapress
O copo de plástico é dado a quem apoia o novo Código Florestal, ainda não aprovado
O copo de plástico é dado a quem apoia o novo Código Florestal, ainda não aprovado

"A situação está mal resolvida. Não é possível continuar essa chantagem na Câmara contra o governo, contra a sociedade e contra a natureza", disse Mantovani.

"Eu espero que a Câmara dos Deputados aprove na íntegra o texto que saiu do Senado", falou o senador Rodrigo Rollemberg, presidente da Comissão do Meio Ambiente do Senado. "É um texto equilibrado que busca aliar a condição do Brasil como um grande produtor de alimentos mantendo sua condição de potência ambiental."

O texto aprovado pelo Senado em dezembro do ano passado sofreu alterações na Câmara. Por exemplo, as áreas florestais obrigatórias por lei nas propriedades rurais foram reduzidas.

RESPOSTA

A ideia da manifestação surgiu após o discurso da senadora ruralista Kátia Abreu (PSD-TO), na terça-feira, no Fórum da Água.

Abreu sugeriu uma espécie de universalização do conceito de mata ciliar que a legislação brasileira chama de APP (Área de Preservação Permanente).

A senadora também falou sobre o projeto Biomas, da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), que ela preside, e da Embrapa Florestas, que envolve mais de 200 cientistas.

De acordo com Abreu, cabe aos cientistas a avaliação da mata ciliar que deve ser preservada nas nascentes e nas beiras de rios, "que pode variar de 5 metros a 200 metros."

Na prática, porém, a senadora é um dos principais nomes que lutam pela aprovação do novo Código Florestal brasileiro.

O texto em debate, que substitui a legislação de 1965, delimita as APPs de beira de rios em até 30 metros e inclui essas áreas na conta da Reserva Legal (floresta "obrigatória" das propriedades rurais).

"Se o que a senadora estivesse falando aqui fosse verdade seria ótimo. Mas ela não escuta os cientistas", disse Maria Luiza Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas.

A senadora disse ainda que o congresso tem "livre arbítrio" para decidir sobre o tamanho da APPs e que a nova legislação não será "para sempre". "O único texto eterno e imutável é a Bíblia", disse.

"O Brasil sofreria embargos econômicos se mostrasse ao mundo que está desmatando e alternando negativamente a sua legislação florestal", disse Ribeiro. "A senadora deve estar trabalhando para vender uma imagem positiva no exterior."

A jornalista Sabine Righetti viajou a Marse­lha a convite do Fórum Mundial da Água

 

FONTE: folha.com

Alimentos que acabam com o estresse

Saiba o que consumir no seu dia a dia para ficar mais zen

Por Renata Menezes

Banana: rica em carboidratos, potássio, magnésio e biotina, também conhecida como vitamina B7, ela diminui a ansiedade e ajuda a ter um sono mais tranquilo.

Alface: o talo tem lactucina, substância que funciona como calmante. Também é rica em fosfato que combate o cansaço, a confusão mental e a depressão!

Espinafre: a verdura contém potássio e ácido fólico, que previnem a depressão. Além disso, possui magnésio, fosfato e vitamina A, C e do complexo B, que ajudam a estabilizar a pressão e garantem o bom funcionamento do sistema nervoso.

Frutos do mar: têm zinco e selênio que agem no cérebro, diminuindo o cansaço e a ansiedade.

Gengibre: possui zinco, que melhora o metabolismo celular e atua nos problemas digestivos. Também é um verdadeiro antidepressivo natural.

Chás: são diuréticos e antioxidantes que ajudam a combater o estresse celular produzido por radicais livres. Os melhores são o chá verde, o branco, a camomila, erva-cidreira, maracujá e valeriana.

Imprima as receitas antiestresse!

Risoto de camarão com gengibre crocante

Rendimento: 4 porções
Calorias por porção: 650 cal.
Tempo de preparo: 40 minutos

Ingredientes:
300 g de camarão cinza limpo
1 dente de alho picado
Suco de 1 limão
1 pimenta dedo-de-moça
8 colheres (sopa) de azeite extravirgem
1 cebola média picada
320 g de arroz arbóreo
120 ml de vinho branco seco
1 litro de caldo de camarão
50 g de manteiga sem sal
½ maço de salsinha picada
2 gengibres grandes em tiras
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Faça uma marinada rápida com os camarões, as pimentas, o suco de limão, o alho e o sal. Deixe descansar por 5 minutos. Aqueça metade do azeite em uma frigideira e frite o gengibre até dourar. Reserve. Em fogo baixo, refogue a cebola no restante do azeite. Assim que murchar, aumente o fogo, adicione o arroz e misture até que ele comece a grudar na panela. Junte o vinho e mexa para evaporar todo álcool. Aos poucos, adicione o caldo até cobrir o arroz. Repita esse processo até que fique al dente. Desligue o fogo, adicione os camarões e misture bem. Acerte o sal e a pimenta. Por fim, coloque no risoto a manteiga, a salsinha e salpique por cima as tiras de gengibre.

Informação nutricional: Cada unidade possui 145 g de carboidratos, 20 g de proteína, 20 g de gordura, 10 mg de cálcio, 5 mg de ferro, 5,5 g de fibras, 12 mg de sódio, 10 mg de ômega-3 e 22 mg de potássio.

 

Frango com gengibre e risoto de espinafre

Rendimento: 4 porções
Calorias por porção: 162 cal.
Tempo de preparo: 1 hora

Ingredientes:
Para o molho de gengibre:
1 gengibre médio picado
1 xícara (chá) de açúcar
Suco de 2 limões
6 colheres (sopa) de azeite extravirgem
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Para o peito de frango:
4 peitos de frango
4 colheres (sopa) de azeite extravirgem
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Para o risoto de espinafre:
100 g de manteiga sem sal
1 cebola grande picada
1 dente de alho picado
1 maço de espinafre sem talos
6 colheres (sopa) de azeite extravirgem
320 g de arroz arbóreo
120 ml de vinho branco seco
1 litro de caldo de legumes
50 g de queijo parmesão ralado
½ maço de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto


Faça o molho de gengibre assim: leve para ferver o açúcar com ½ xícara (chá) de água até que se forme uma calda. Adicione o gengibre, o suco de limão e o sal, e cozinhe por 10 minutos. Reserve. Transfira para um processador, adicione o azeite e bata por 30 segundos até ficar homogêneo. Reserve. Grelhe o peito de frango e reserve. Derreta metade da manteiga em uma frigideira, adicione metade da cebola, o alho e as folhas de espinafre até que murchem. Passe para o processador, adicione um pouco de azeite e bata para ficar bem pastoso. Reserve. Refogue o restante da cebola no azeite em fogo baixo. Adicione o arroz e misture até começar a grudar no fundo da panela. Em seguida, junte o vinho branco misturando até secar e evaporar todo o álcool. Aos poucos, adicione o caldo para cobrir o arroz, mexendo constantemente. Repita esse processo por três a quatro vezes até que o arroz fique al dente. Desligue o fogo, adicione a pasta de espinafre e o queijo
parmesão. Misture bem. Acerte o sal e a pimenta. Por fim, coloque no risoto a manteiga para dar brilho e sabor. Salpique salsinha fresca picada. Em um prato, disponha o risoto, distribua por cima o peito de frango em tiras e regue com o molho de gengibre.

Informação nutricional: Cada unidade possui 32 g de proteína, 3,5 g de gordura, 15 mg de cálcio, 1,10 mg de ferro, 75 mg de sódio, 2 mg de ômega-3 e 266 mg de potássio.

 

Cogumelos recheados com queijo feta, pinóli e espinafre

Rendimento: 4 porções
Calorias por porção: 60 calorias
Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:
50 g de queijo feta
12 cogumelos grandes sem talos (shitake ou portobello)
1 litro de água
3 colheres (sopa) de vinho branco
1 cebola pequena picada em cubinhos
3 ramos de tomilho fresco
Suco de 1 limão
1 colher (sopa) de manteiga sem sal
Sal e pimenta-do-reino a gosto
2 colheres (sopa) de azeite de oliva extravirgem
1 dente de alho finamente picado
1 maço de espinafre sem talos
10 g de pinóli (grão que parece uma amêndoa)

Modo de preparo
Preaqueça o forno a 180oC. Esfarele um pouco o queijo feta e reserve. Em uma panela média, ferva a água. Adicione o tomilho e o suco de limão. Junte os chapéus dos cogumelos e cozinhe por 5 minutos. Retire-os da água, escorra e seque-os. Reserve. Aqueça o azeite em uma frigideira limpa. Acrescente a cebola, o alho, o vinho e o espinafre. Cozinhe até todo líquido evaporar. Desligue o fogo, adicione a manteiga e o pinóli. Misture tudo com o queijo feta, acerte o sal e a pimenta, reserve. Unte uma assadeira com manteiga e deite a mistura de espinafre sobre os cogumelos com o chapéu para baixo. Leve para assar por cerca de 20 minutos até dourar.

Informação nutricional: Cada unidade possui 3 g de carboidratos, 2,5 g de proteína, 4 g de gordura, 40 mg
de cálcio, 0,2 mg de ferro, 2 g de fibras, 20 mg de sódio, 1,2 mg de ômega-3 e 25 mg de potássio.

 

Salada Waldorf

Rendimento: 4 porções
Calorias por porção: 167 calorias
Tempo de preparo: 20 minutos


Ingredientes:
maçãs verdes em cubos
Suco de 1 limão
½ copo de iogurte
½ copo (iogurte) de maionese
2 colheres (sopa) de mostarda dijon
½ xícara (chá) de uvas sem caroço cortadas ao meio
1 maço de alface americana
1 talo de salsão picado em cubos
½ xícara (chá) de nozes
Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo
Adicione o suco de limão nas maçãs para evitar que escureçam. Misture o iogurte, a maionese e a mostarda, tempere com sal e pimenta-do-reino. Junte as uvas, as maçãs e o salsão à mistura. Em um prato, salpique as folhas de alface. Ao lado, disponha a mistura de salsão. Salpique as nozes e regue com um bom azeite de oliva extravirgem.

Informação nutricional: Cada unidade possui 15 g de carboidratos, 10 g de proteína, 7 g de gordura, 2 mg de cálcio, 0,8 mg de ferro, 3,5 g de fibras, 35 mg de sódio, 2,8 mg de ômega-3 e 35 mg de potássio.

 

Trufa em infusão de chás: verde, branco, camomila ou maracujá

Rendimento: 40 unidades
Calorias por porção: 90 calorias
Tempo de preparo: 40 minutos

Ingredientes:
300 g de chocolate meio amargo picado
100 g de creme de leite fresco
2 sachês de chá (chá verde, chá branco, camomila ou maracujá)
2 colheres (sopa) de manteiga sem sal
Chocolate em pó para cobrir

Modo de preparo
Ferva o creme de leite. Junte os sachês e deixe em infusão por, pelo menos, 15 minutos. Retire-os e ferva novamente. Adicione o creme de leite ao chocolate e misture até ficar homogêneo. Coloque a manteiga para dar brilho e misture bem. Leve para gelar por 40 minutos. Retire da geladeira, faça bolinhas e polvilhe com chocolate em pó.

Informação nutricional: Cada unidade possui 12 g de carboidratos, 1,4 g de proteína, 3,2 g de gordura, 27 mg de sódio, 0,8 mg de omega-3, 32 mg de potassio.

 FONTE: www.uol.com.br

Quatro jovens possuem o dom de encontrar água

 

Encontro de hidroestesia


Realizado nos dias 25 a 27 de maio de 2010 no Centro de Treinamento da Vargem da Cruz o encontro para buscadores de água, que contou com a participação de 10 integrantes, sob a orientação de Maria Oberhofer e Dodó. Entre os participantes três jovens da republica dos/as estudantes do IRPAA.
O curso traz para os integrantes um aprimoramento da sensibilidade de encontrar água no subsolo do semiarido.
“É maravilhoso descobrir que temos essa sensibilidade para encontrar água no subsolo , no entanto o intusiasmo só será válido se utilizarmos para o bem comum”
Diz Cléia participante do curso e integrante da republica dos/as estudantes do IRPAA.

CleiaLelis
 
Kryssia

 Agostinho

FONTE:www.irrpa.org.br

 

 

A Roça no Sertão

A Roça no Sertão

Equipe IRPAA

Informações elaboradas de forma simples, didática e bem ilustrada sobre o manejo correto para a pequena propriedade de sequeiro. Maneiras apropriadas para o  manejo  do solo e das culturas adaptadatas ao clima.

 

Baixar arquivo (PDF)

 

FONTE: www.irrpa.org.br

 

"O Olho do Consumidor"

Governo Federal - Brasil

 

 

Cartilha produzida pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para divulgar a criação do Selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica (SISORG) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos.

A distribuição do material, porém, foi impedida pela Monsanto, empresa multinacional de sementes transgênicas que obteve uma liminar em mandado de segurança vetando a distribuição da cartilha.

 

Baixe aqui a cartilha

 

FONTE: www.irrpa.org.br

A maldição dos agrotóxicos ou o que faz o agronegócio

A maldição dos agrotóxicos ou o que faz o agronegócio

Rogaciano Oliveira

Publicação que faz referência ao prejudicial uso do agrotóxico e sua relação com o agronegócio que destrói o meio ambiente, não respeita a cultura dos povos e contribui com o acúmulo de riqueza de uma minoria em detrimento da miséira de grande parte da população brasileira. Através de um expressivo elemento da cultura popular, o cordel, o material aponta também a importância e viabilidade da agroecologia como forma de garantir a soberania alimentar.

Baixe aqui o livreto.

 

FONTE: www.irrpa.org.br

 

 

Alerta: Mudanças na Previsão de chuva para o Nordeste

Alerta: Mudanças na Previsão de chuva para o Nordeste

A previsão climática para o trimestre de fevereiro a abril de 2012 aponta mais provavelmente para chuvas abaixo da média no norte do Nordeste do Brasil (área amarela no mapa). Esta previsão é diferente da previsão do mês passado (ver Circular no link abaixo). Esta mudança deve-se à irregularidade das chuvas no Nordeste, causada pelos vários fatores que influenciam o clima da região. Quando existe La Niña, tem normalmente mais chuva no Nordeste, mas esta vez os efeitos de La Niña são anulados, uma vez que as águas próximas à costa da América do Sul são anormalmente quentes, o que diminui as chuvas no Norte do Nordeste. Nas demais áreas do Nordeste, a previsão é de chuvas em torno da média (área cinzenta do mapa).

 

FONTE: www.irrpa.org.br

TERRA – A BASE PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO

TERRA – A BASE PARA A CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO

 CasaNaCabeça


Imagine ter casa, cisterna, criação de cabras, mas não tem terra.
Onde colocar a casa? A cisterna? A bomba manual? Onde plantar e criar?

Uma das propostas para democratizar a terra e utilizar ela de forma apropriada e dentro a função social são as comunidades tradicionais de Fundo de Pasto. As famílias no semiárido vivem, produzem e criam nas áreas de Fundo de Pasto, pois compreendem que é o jeito apropriado de convivência com a realidade local.

Os Fundos de Pasto constituem um sistema de ocupação coletiva de terras por comunidades, em geral, com certo grau de parentesco ou compadrio. Jeito decisivamente para a viabilização da vida e da economia familiar, além disso da proteção ao meio ambiente e bioma Caatinga ou Cerrado.

A Articulação Estadual de Fundos e Feches de Pasto enumerou alguns traços em comum que caracterizam o sistema:

Posses bastante antigas de terras usadas em pastoreiro extensivo ou semi-extensivo;
Livre utilização destas áreas pelos membros da comunidade;
Ausência de delimitação com cercas e uso de variantes;
Residencias típicas do sertão nas áreas de posse individuais;
Roçados de subsistência individuais de cada família, entre outros,...

A EMBRAPA Semiárido, Petrolina afirma que na região da Depressão Sertaneja as famílias necessitam de 100 a 300 Hetares de terra para a criação de animais (cabra, ovelhas). Estas terras devem estar de livre acesso para os animais. Assim, respeitando a vocação da região semiárida, as famílias possam garantir o seu sustento e a vida digna. 

 

FONTE: www.irrpa.org.br

Veja a experiência de ciclistas em três cidades

Três ciclistas mostram como é andar de bicicleta em Curitiba, em Blumenau e em Manaus
Por Gisele Eberspacher às 15h27 de 17/02/2012

Muito já se fala sobre a importância de andar de bicicleta, tanto para diminuir a poluição do ar como para aumentar a mobilidade urbana. O Ministério das Cidades, no Plano de Mobilidade por Bicicleta nas Cidades, disse que uma “cidade não pode ser pensada como, se um dia, todas as pessoas fossem ter um automóvel”, e para isso traçou uma série de medidas que podem ser adotadas pelas cidades para serem mais seguras para os ciclistas.

Enquanto a maioria cidades ainda não adotaram ou plano ou outras medidas de incentivo a uma mudança de transporte, vários ciclistas dividem o espaço no trânsito com carros.

Por isso, a Atitude Sustentável chamou três ciclistas, de diferentes cidades do Brasil, para contar sua experiência com a bicicleta. Veja o resultado abaixo, com textos de autoria dos próprios ciclistas:

Curitiba – Rafael Waltrick, jornalista

Ciclista por insistência

Curitiba ainda evoca, pelo menos na imaginação de quem é de fora, o título de cidade mais “moderna”, “sustentável” ou “organizada” do Brasil. A capital paranaense já foi referência em mobilidade urbana, é preciso reconhecer, principalmente no que se refere à implantação das famosas canaletas exclusivas para ônibus – modelo em seguida exportado para outras cidades do país e do mundo.

Fotos de Rafael Waltrick, em sua viagem de bike.

É no mínimo frustrante, portanto, que essas mesmas canaletas hoje sejam povoadas por ciclistas, que, à revelia da legislação municipal, preferem se arriscar em meio aos ônibus do que junto aos automóveis. A falta de uma rede cicloviária abrangente e interligada – que não sirva tão somente ao lazer – dificulta trajetos rotineiros em Curitiba. Os trechos com ciclovias hoje existentes são poucos e mal conservados.

Quem é ciclista em Curitiba, já sabe. Não há como apenas subir na bike, pedalar e “curtir a paisagem”. É preciso ficar atento. Cuidar de si mesmo, dos motoristas e pedestres – seja espremido nas ruas ou exposto nas canaletas de ônibus que cruzam a cidade.

Talvez por ainda ser inexperiente na cidade – utilizo a bike para ir trabalhar diariamente há cerca de três meses – evito as canaletas e me obrigo a sair de casa com antecedência, para pedalar com calma, ao lado dos carros. Mesmo o perigo, no entanto, não diminui o prazer de estar em cima da bike. A nossa magrela traz tudo isso: bem-estar, economia, autossuficiência, saúde, sustentabilidade.

Comprei a bicicleta justamente para empreender uma viagem de férias sobre duas rodas, em novembro do ano passado. Foram 170 quilômetros percorridos em três dias, de Itapema a Alfredo Wagner, em Santa Catarina. Depois, ela se tornou minha companheira diária, da qual hoje não abro mão. Aos 26 anos, não tenho nem sequer Carteira Nacional de Habilitação (CNH). E, enquanto puder continuar pedalando, não há autoescola que me faça mudar de ideia.

Blumenau – Marlon Souza, diretor da Morphy Agência Interativa

Para pedalar em Blumenau não basta saber se equilibrar nas duas rodas. Mesmo no percurso destinado às bicicletas pedalar na cidade é enfrentar obstáculos. São buracos, desníveis, postes, placas, pontos de ônibus, bueiros, pedestres, carros estacionados. Sem falar que as vezes a ciclovia desaparece do nada bem numa grande avenida.

Marlon Souza, em Blumenau.

É preciso muito cuidado para não se envolver em algum tipo de acidente. Nos percursos onde não há ciclovias então, o perigo é ainda maior, especialmente porque as ruas em Blumenau são em sua maioria muito estreitas.

Outro ponto que afeta a segurança do ciclista é a distância que carros em trânsito deixam para os carros estacionados. Fica impossível para o ciclista trafegar sem utilizar a calçada nestes lugares sem ciclovia.

Por muito tempo, Blumenau, cidade de origem alemã, tinha a bicicleta como o principal meio de transporte. Com os avanços tecnológicos, isso mudou e a cidade tornou-se uma das que tem a maior quantidade de carros por habitante no país. Com essa onda sustentável cada vez mais forte, além do trânsito cada dia mais congestionado, muitas pessoas na cidade estão retomando o uso da bicicleta para pequenos trechos na cidade ou para lazer em estradas do interior.

Aliás, Blumenau e suas cidades vizinhas tem uma paisagem que é um convite para o cicloturismo. Apesar da grande quantidade de morros, os passeios pelos bairros calmos ou por cidadezinhas do interior próximas a Blumenau proporcionam um bem-estar sem igual para a mente, até maior do que os benefícios que a bicicleta traz para o corpo.

Diversos grupos na cidade organizam passeios noturnos pela cidade durante a semana, normalmente com cerca de uma ou duas horas, ou em trechos mais longos aos finais de semana, em pedaladas com cerca de 50 km. Sou adepto destes passeios de final de semana, já que o dia-a-dia só me deixa tempo para um corrida de 50 minutos pela manhã.

Manaus – Ricardo Braga Neto (Saci)

Quem quiser pedalar hoje em Manaus vai encontrar uma situação extremamente carente de infraestrutura, muito pior que em outras capitais nacionais, o que acaba aumentando o risco de acontecer algum acidente grave. Isso consequentemente inibe o aumento espontâneo do número de ciclistas que usam a bicicleta como meio de transporte, o que ajudaria muito a reduzir o trânsito, a emissão de poluentes e a superlotação do transporte coletivo. Contudo, em Manaus está acontecendo um fenômeno interessante.

Imagens dos encontros promovidos pelo Pedala Manaus. A imagem de cima é de Tiago Oliveira. A de baixo é de Luiz C.Salama.

Desde o começo de 2010, existe um movimento chamado Pedala Manaus (http://pedalamanaus.org) criado por estudantes do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) para incentivar o uso da bicicleta como meio de transporte, lazer e esporte. Até poucos meses atrás, era raro ver ciclistas em Manaus pedalando diariamente, mas hoje é possível encontrar muitas pessoas pedalando pelas principais avenidas da cidade, muitas das quais usam equipamentos de segurança, como capacetes, luzes sinalizadoras e luvas.

É nítida a contribuição que o Pedala Manaus está dando para esse expressivo aumento no volume de ciclistas, mas é óbvio que se os governantes investirem em ciclovias, ciclofaixas e bicicletários para garantir segurança e conforto para os ciclistas isso vai contribuir muito aumentar ainda mais o número de bicicletas nas ruas, potencializando a escolha da bike como meio de transporte alternativo, principalmente para distâncias curtas de até 15 km.

Infelizmente as grandes fábricas instaladas no Pólo Duas Rodas não tiveram a iniciativa de fomentar o uso da bike no cotidiano de Manaus, mas isso está prestes a mudar. O Pedala Manaus está em negociação com o Governo do Estado do Amazonas e com a Prefeitura de Manaus para implementar projetos que virão com as obras da Copa de 2014.

Ricardo também já produziu um vídeo para um concurso da Caloi sobre os ciclistas de Manaus.

É ciclista e quer contar como é o trânsito da sua cidade? Mande um e-mail para gisele@atitudesustentavel.com.br

 

FONTE: blog.uol.com.br/

Agrotóxicos: um dos principais poluidores dos rios brasileiros

22 de março de 2012



Por Giovana Girardi
Do O Estado de S.Paulo



Análise feita em 49 rios de 11 Estados brasileiros traz uma má notícia para o Dia Mundial da Água, comemorado hoje: nenhum deles apresentava uma situação considerada boa ou ótima. Em termos de contaminação, 75,5% foram classificados como “regular” e 24,5% com nível “ruim”, de acordo com levantamento conduzido pela SOS Mata Atlântica em localidades que, no passado, foram cobertas pela floresta.

As avaliações foram feitas entre janeiro de 2011 e o início de março deste ano durante visitas da expedição itinerante A Mata Atlântica é Aqui, que busca a interação com as populações para alertá-las sobre o problema de contaminação dos rios, riachos, córregos, lagos, etc.

No evento, as pessoas são convidadas a investigar as condições de um ou mais corpos d’água por meio de um kit de análise da água. “É feita assim uma avaliação pontual, um retrato da situação naquele dia. E o resultado é bastante preocupante. Não encontramos nenhum rio em situação satisfatória”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da Rede das Águas da SOS.

O kit classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos). Malu explica que os níveis de pontuação são compostos pelo Índice de Qualidade da Água (IQA), padrão definido no Brasil por resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), obtido pela soma da pontuação de 14 parâmetros físico-químicos, biológicos (como temperatura, vermes, coliformes fecais e oxigênio dissolvido) e de percepção, como odor, turbidez e presença de espumas, de lixo, de peixes.

Segundo a pesquisadora, os dois principais responsáveis pela contaminação são a agricultura irrigada - que, segundo ela, “capta grande volume de água e devolve agrotóxicos e erosão” - e a falta de saneamento básico, que permite que o esgoto doméstico seja jogado nos corpos d’água.

“Nossa campanha visa a população porque só com mobilização da sociedade esse quadro vai mudar. Mas esse ainda não é visto como um problema prioritário. Na última eleição presidencial, falta de saneamento era só a oitava preocupação das pessoas”, diz a pesquisadora.

Ao longo desse período foram avaliadas amostras nos Estados do Ceará, Piauí, Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Muitos dos rios já tinham sido analisados na primeira expedição, entre maio de 2009 e dezembro de 2010. Em geral, o quadro não melhorou.

No primeiro levantamento foram feitas 70 análises: 69% dos rios ficaram no nível regular, 27% ruim e 4% péssimo. Alguns passaram de ruim a regular, como o Rio Tietê, em Itu. Já outros caíram um degrau, como o Rio Criciúma, na cidade catarinense do mesmo nome, que perdeu cinco pontos e ficou ruim.

 

FONTE: www.mst.org.br

Zé Dirceu: um verdadeiro Código Florestal depende da mobilização contra ruralistas

21 de março de 2012

 

Por Zé Dirceu


A Frente Parlamentar da Agropecuária levantou o tom. Quer que o governo vote já o novo Código Florestal. Do contrário ameaça usar sua bancada para retaliar a votação da Lei Geral da Copa. Segundo o vice-líder do governo, deputado Odair Cunha (PT-MG), ainda que haja uma possível obstrução dos ruralistas na votação da Lei da Copa, hoje, a posição do governo é não misturar os dois temas. Parte do governo quer adiar a votação para depois da conferência ambiental Rio+20, marcada para junho, no Rio.

Neste caso específico, só há uma saída: recorrer à sociedade, mobilizar as forças políticas e sociais que defendem um verdadeiro Código Florestal e não um código voltado apenas aos interesses da agricultura.

A legislação para o setor tem que ser fruto de um acordo. Não pode ser uma imposição, como querem os ruralistas. Sem a pressão e a presença dos movimentos e da opinião pública não haverá maioria para aprová-lo, como já ficou constatado na sua votação na Câmara, no ano passado. Na ocasião, até a bancada do PT se dividiu. Essa é a realidade.

Jogo parlamentar

A posição dos ruralistas de pressionar pela votação já do Código Florestal, ameaçando adiar a votação da Lei da Copa, faz parte do jogo parlamentar. Mas o que está realmente em jogo é a manutenção, ou não, das bases do atual Código Florestal ou a rendição aos interesses da agricultura na sua pior versão.

Em seu atual formato, no substitutivo feito pelo Senado, foram inseridos dispositivos que permitem, por exemplo, o plantio de capim em Área de Preservação Permanente (APP) como simulacro de atividade pecuária. O texto também adotou o conceito de imóvel rural – o que abre espaço para a especulação imobiliária – em lugar de categoria de estabelecimento agrícola. Por fim, traz inéditos incentivos à destruição de manguezais, no caso da produção de camarões.

Estes são apenas alguns dos graves riscos que o meio ambiente corre em nome de se alcançar a segurança jurídica no campo, exigida pela bancada ruralista. Não é incorreto afirmar que, pela pauta defendida, a bancada ruralista parece defender um código de desmatamento, em vez de um código florestal.

Ruralistas contra PEC do Trabalho Escravo

A propósito da bancada ruralista, ela também se opõe radicalmente à chamada Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Trabalho Escravo, que prevê a expropriação de terras dos produtores que mantêm funcionários em situação análoga ao trabalho escravo.

Ontem Gilberto Carvalho, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, garantiu a representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG) que o governo pretender votá-la até o dia 13 de maio, dia da abolição da escravatura no Brasil. A PEC  já foi aprovada em primeiro turno na Câmara e ainda precisa passar por nova votação. Só então seguirá para o Senado, onde também deverá ser apreciada.

Vamos acompanhar mais esta batalha... O resultado vai depender do PMDB e PR.

 

FONTE: www.mst.org.br

 

 

 

 

O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo Clima) constitui um dos principais instrumentos de promoção e financiamento de atividades intrínsecas à Política Nacional sobre Mudança do Clima, instituída pela Lei nº 12.187 de 29 de dezembro de 2009. Criado pela Lei nº 12.114, de 9 de dezembro de 2009, e regulamentado pelo Decreto nº 7.343, de 26 de outubro de 2010, o Fundo tem por finalidade assegurar recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que visem à mitigação da mudança do clima e à adaptação à mudança do clima e aos seus efeitos.

De natureza contábil, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, o Fundo Clima possui recursos que serão aplicados em apoio financeiro reembolsável e não-reembolsável, operacionalizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), respectivamente, reservados 2% ao ano para pagamento ao agente financeiro e despesas relativas à administração do Fundo e à gestão e utilização dos recursos.

As fontes dos recursos são diversas, contando com: até 60% (sessenta por cento) da participação especial que cabe ao Ministério do Meio Ambiente nos recursos oriundos da produção de petróleo, conforme o inciso II, § 2º, do art. 50 da Lei nº 9.478, de 6 de agosto de 1997; dotações consignadas na lei orçamentária anual da União e em seus créditos adicionais; e doações realizadas por entidades nacionais e internacionais, públicas ou privadas, dentre outras modalidades listadas no art. 3º da Lei nº 12.114/2009.

O Fundo Clima é gerido por um Comitê Gestor, presidido pelo Secretário-Executivo do Ministério do Meio Ambiente, instituição sobre a qual também recai a responsabilidade de Secretaria-Executiva e coordenação das atividades administrativas do Fundo. As atribuições e a composição do Comitê Gestor são dadas, respectivamente, pelos arts. 9º e 10 do Decreto nº 7.343/2010.

O Ministério do Meio Ambiente, conforme estabelecido nos arts. 4º e 5º do referido Decreto, é responsável ainda pela elaboração da proposta orçamentária anual e do plano anual de aplicação dos recursos do Fundo, que devem ser submetidos à aprovação do Comitê Gestor.

 

 

FONTE: www.mma.gov.br

 

 

Qualidade do Ar

FONTE: MMA.gov.br


Os processos industriais e de geração de energia, os veículos automotores e as queimadas são, dentre as atividades antrópicas, as maiores causas da introdução de substâncias poluentes à atmosfera, muitas delas tóxicas à saúde humana e responsáveis por danos à flora e aos materiais.
A poluição atmosférica pode ser definida como qualquer forma de matéria ou energia com intensidade, concentração, tempo ou características que possam tornar o ar impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, inconveniente ao bem-estar público, danoso aos materiais, à fauna e à flora ou prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e à qualidade de vida da comunidade.
De uma forma geral, a qualidade do ar é produto da interação de um complexo conjunto de fatores dentre os quais destacam-se a magnitude das emissões, a topografia e as condições meteorológicas da região, favoráveis ou não à dispersão dos poluentes.
Freqüentemente, os efeitos da má qualidade do ar não são tão visíveis comparados a outros fatores mais fáceis de serem identificados. Contudo, os estudos epidemiológicos tem demonstrado, de forma cada vez mais consistente, correlações entre a exposição aos poluentes atmosféricos e os efeitos de morbidade e mortalidade causadas por sintomas respiratórios (asma, bronquite, enfisema pulmonar e câncer de pulmão) e cardiovasculares, mesmo quando as concentrações dos poluentes na atmosfera não ultrapassam os padrões de qualidade do ar vigentes. As populações mais vulneráveis são as crianças, os idosos e as pessoas que já apresentam doenças respiratórias.
A poluição atmosférica traz sérios prejuízos não somente à saúde e à qualidade de vida das pessoas, mas também aos cofres públicos, uma vez que a exposição aos poluentes atmosféricos acarreta no aumento do número de atendimentos e internações hospitalares, e também do uso de medicamentos, custos esses que poderiam ser evitados com a melhoria da qualidade do ar das grandes cidades, e também daquelas que sofrem com a incidência de queimadas. A poluição de ar pode também afetar ainda a qualidade dos materiais (corrosão), do solo e das águas (chuvas ácidas) e afetar a visibilidade.

A gestão da qualidade do ar tem como objetivo garantir que o desenvolvimento sócio-econômico ocorra de forma sustentável e ambientalmente segura. Para tanto, se fazem necessárias ações de prevenção, combate e redução das emissões de poluentes e dos efeitos da degradação do ambiente atmosférico.
A Gerência de Qualidade do Ar, vinculada ao Departamento de Mudanças Climáticas, foi criada com o objetivo de formulas políticas e executar as ações de gestão necessárias, no âmbito do Governo Federal, à preservação e a melhoria da qualidade do ar.
Tem como atribuições formular políticas de apoio e fortalecimento institucional aos demais órgãos do SISNAMA, responsáveis pela execução das ações locais de gestão da qualidade do ar, que envolvem o licenciamento ambiental, o monitoramento da qualidade do ar, a elaboração de inventários de emissões locais, a definição de áreas prioritárias para o controle de emissões, as melhorias do transporte e da mobilidade urbana, o combate às queimadas, entre outras.
Cabe ainda à GQA propor, apoiar e avaliar tecnicamente estudos e projetos relacionados com a preservação e a melhoria da qualidade do ar, implementar programas e projetos na sua área de atuação, assistir tecnicamente aos órgãos colegiados de assuntos afeitos a essa temática (CONAMA e CONTRAN), elaborar pareceres e notas técnicas sobre os assuntos de sua competência.
A atuação da GQA inclui ainda ações para o apoio institucional aos demais órgãos do SISNAMA , para que implementem suas iniciativas locais de gestão. Entre os produtos recentes da Gerência destacam-se: o "Diagnóstico Institucional da Gestão da Qualidade do Ar no Brasil"(link p/ document, o "I Relatório Nacional da Qualidade do Ar "(link) e o "Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas por Veículos Automotores Rodoviários".
Destacam-se ainda os programas para fontes específicas, tais como o PRONAR, o Proconve, o PROMOT e o apoio aos Estados para a elaboração dos Planos de Controle da Poluição Veicular/PCPVs e dos Programas de Inspeção e Manutenção Veicular, conforme Resolução CONAMA no 418/2009.

Sociedade civil terá voz na Rio+20

Representantes do governo, empresariado e sociedade civil participaram, na manhã desta quarta-feira (21/03) do terceiro debate temático promovido pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) para Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20. “Nossa ambição é que esta seja a conferência das Nações Unidas com maior participação da sociedade civil”, afirmou o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, durante a abertura do evento. O ministro destacou, ainda, que a presidenta Dilma Rousseff tem se envolvido pessoalmente nos preparativos do evento.

Sob o tema “Educação para mudanças no padrão de produção, distribuição e consumo” esta edição dos Diálogos Sociais  contou com a presença de representantes das áreas de educação, meio ambiente e do setor empresarial. Para a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o tema é muito importante, principalmente possibilitar a aproximação do debate com o cidadão. “Esta discussão trata de escolhas individuais”, disse. “O apelo da inclusão social é feito pelo consumo, mas é importante lembrar que consumo não é consumismo: temos que possibilitar que as pessoas consumam com qualidade, com sustentabilidade”.

Também participaram do evento como painelistas o coordenador geral da Ação Educativa e membro do Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira a Rio+20, Sérgio Haddad; a presidenta do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) e membro da Comissão Nacional da Rio +20, Marina Grossi; a secretária de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Jussara Cony, e o presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas, Manoel Cunha.

O papel da educação e das empresas tem tido destaque nos debates para a Rio+20, no que se refere à educação ambiental na compreensão da responsabilidade de disseminação de direitos e deveres individuais para a viabilização do desenvolvimento sustentável. O governo brasileiro, juntamente com a sociedade civil, está construindo a proposta de um novo modelo de desenvolvimento sustentável que será apresentada na Rio+20. O lema “crescer, incluir e cuidar” deverá ser o centro da proposição que contemplará os três pilares do desenvolvimento sustentável: econômico, social e ambiental.

 

FONTE: www.mma.gov.br

 

 

21/03/2012

Dor de cabeça e alimentação

Muitas pessoas não sabem, porém dor de cabeça, enxaqueca e cefaléias podem ter origem ou agravantes dependendo da nossa alimentação. O que comemos, as quantidades ou se ficamos muito tempo sem comer, o resultado pode ser a famosa dor de cabeça que todos algum dia já tiveram. Abaixo estão algumas orientações, que quando seguidas, podem auxiliar na redução ou até eliminação do problema:

 

* Não pule refeições, porque o jejum pode aumentar a probabilidade de uma dor de cabeça, realizar refeições de 3 em 3 hs

* Alguns indivíduos podem ter sintomas de dor de cabeça através do consumo de café, chá, chocolate e cacau. Porém, algumas pessoas a cafeína pode ajudar a reduzir as enxaquecas: prestar atenção no consumo desses produtos!

* A capsaicina existente na pimenta malagueta pode ser utilizada como modo de alívio para dor de cefaléia difundida

* A utilização de alimentos fonte de ômega-3 ou mesmo sua suplementação pode ser benéfica

Os alimentos abaixo estão envolvidos com vários tipos de dor de cabeça:

 

 - Alimentos fermentados: fígado de galinha, queijos envelhecidos como o cheddar, vinho tinto, arenque em conserva, chocolate, fava e cerveja

 - Alimentos contendo histamina: peixes escombrióides ou ósseos espinhosos, como atum, cavala ou dourado

 - Álcool: champanhe e vinho tinto contém tanto fenóis como tiramina

 - Embutidos: salsicha, peito de peru, presunto, mortadela, salame, presunto, bacon, etc...

 - Café, chá e bebidas contendo cola: podem provocar uma cefaléia de abstinência por cafeína. Permita que a abstinência se processe gradualmente

 - Castanhas: algumas contém vasodilatadores, podendo provocar as dores

 

Boa sorte!

Por Marco D. Leme

 

FONTE: blog.uol.com.br/

 

 

Governo anuncia a criação de uma Ciclotaxa para reduzir poluição

 

A Folha de São Paulo divulgou neste sábado, 17 de março, reportagem sobre a criação de um novo tributo Estadual para proprietários de automóveis. O Governo ainda não entendeu que o problema da poluição e outros efeitos negativos do automóvel  estão no uso e não na sua propriedade?  Propor que todos paguem uma taxa para diminuir a poluição veicular através da Bicicleta, estimulará apenas o uso do carro por parte de quem já utiliza o automóvel  de forma racional, produzindo o efeito contrário. Os governos Estaduais permitiram calados a desoneração do CIDE combustível  que não onera o cidadão e que irá significar diminuição de investimentos em infraestrutura e transportes dos Estados e das Cidades.
 
 
O que é o CIDE ? Em 1988 foi instituída pela constituição federal as  Contribuições de Intervenção sobre o domínio econômico o CIDE , de competência da União que previa o monopólio sobre a produção, exploração de petróleo e seus derivados. Em 2001 foi criado por decreto o CIDE-combustíveis que fixou um repasse de 25% de toda a arrecadação do CIDE-Combustíveis para os Estados e municípios sendo que 75% para os Estados e 25% para os municípios.
 
Os recursos do CIDE repassados aos Estados e Municípios devem ser utilizados obrigatoriamente para investimentos em infraestrutura e  Transportes
 

Em novembro de 2011 o Governo Federal  desonerou o CIDE em 52% no litro da gasolina e 32% no litro do óleo diesel, essa desoneração não foi repassada para o consumidor, beneficiou apenas a Petrobrás, ou sejam a União abriu e continuará abrindo mão da arrecadação de  R$ 3,8 bilhões  desde novembro 2011 a Junho de 2012 de quem explora Petróleo. São Paulo deixará de receber por exemplo, cerca de R$ 180 milhões que teria direito.
 
Mas porque o CIDE é importante para as cidades ? Na Alemanha e nos EUA, o governo cobra 30% de Taxa sobre o litro de combustível, orecurso é destinado a infraestrutura e transportes das cidades. Tal medida é importante para equilibrar a demanda de transportes provocado pelo desenvolvimento econômico ou pela quantidade de consumo de combustíveis.

Nos últimos 3 anos o Tesouro Nacional transferiu cerca de 676 milhões para o estado de SP referente a sua parte da distribuição do CIDE.
 
Obviamente que aumetar o IPVA para criar a "Ciclotaxa" será um tremendo equívoco, o governo precisa desestimular o uso do carro,  e não o direito de propriedade,  o cidadão que usa o carro de forma racional será penalizado e o efeito será inverso,  já que ele paga mais por ter carro, melhor usá-lo.
 
Incentivar a Bicicleta é um dever do gestor público e recursos para isso devem ser gerados em programas que realmente reduzem o uso do automóvel ou do CIDE-Combustíveis porque não onera o cidadão.
 
Existem formas mais inteligentes para redução da poluição, como por exemplo o poluidor pagador, quem polui mais paga mais IPVA, ao passo de quem polui menos paga menos, estimulando a indústria e a própria Petrobras no desenvolvimento de tecnologias e combustíveis mais limpos.
 
Porque precisa aumentar o IPVA?  não seria mais bonito instituir que 5% da arrecadação seja destinado ao desenvolvimento de infraestrutura não motorizada?  Alguém vai dizer que é preciso punir quem compra carro... mas isso seria apenas ingenuidade.

 

FONTE: Blog.uol.com.br

Por Lincoln Paiva

 

Greenpeace propõe lei para zerar desmatamento

CLAUDIO ANGELO
ENVIADO ESPECIAL A MANAUS

A ONG ambientalista Greenpeace lançou nesta quinta-feira em Manaus um projeto de lei de iniciativa popular para zerar o desmatamento no Brasil.

A partir da semana que vem, o navio Rainbow Warrior-3, da organização, navegará de Manaus ao Rio de Janeiro para coletar 1,4 milhão de assinaturas de eleitores. Este é o número mínimo necessário para que uma lei popular seja apreciada pelo Congresso, como aconteceu com a Lei da Ficha Limpa, sancionada neste ano.

Organizações sociais como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e o MST também iniciarão a coleta de assinaturas em igrejas e assentamentos rurais.

A taxa de desmatamento na Amazônia hoje é de cerca de 7.000 km2 por ano. O Basil se comprometeu, durante a conferência do clima de Copenhague, a reduzir a velocidade da devastação em 80% até 2020 em relação à média histórica.

Isso significa que só na Amazônia, em 2020, o corte legal de floresta deverá ser de 3.000 km2 por ano, no máximo --o equivalente a "apenas" duas cidades de São Paulo. A meta para o cerrado, principal polo de expansão da agropecuária no país, é de 40% de redução até 2020.

O diretor do Greenpeace na Amazônia, Paulo Adário, disse esperar que a lei seja submetida à Câmara dos Deputados em 2014, quando começa a próxima legislatura. "Nós estamos propondo uma iniciativa para os eleitores lutarem contra o desmatamento", afirmou.

"Nos debates do Código Florestal a gente viu um divórcio entre a população brasileira, já que pesquisas mostraram que 94% dos brasileiros são contra mudanças no código, e os tomadores de decisão no Congresso."

O projeto de lei tem cinco artigos: o primeiro institui o desmatamento zero, "com a proibição da supressão de florestas nativas em todo o território nacional". As exceções são desmates autorizados por razões de segurança nacional, utilidade pública, interesse social e de baixo impacto. As definições de cada exceção serão definidas por ato do Poder Executivo.

Também ficariam isentos da proibição, por um período de cinco anos, os agricultores familiares. O prazo está condicionado à implementação de programas de assistência técnica que permitam ao pequeno agricultor produzir mantendo suas florestas.

O último artigo revoga disposições em contrário --ou seja, altera o Código Florestal, que regula a supressão de vegetação em florestas nativas. O limite de 20% da área de uma propriedade na Amazônia que é passível de desmatamento legal, por exemplo, passa a ser zero.

"Os deputados e senadores fizeram uma lei para o desmatamento", disse Adário, em alusão à reforma no Código Florestal em fase final de tramitação no Congresso. "Nós estamos fazendo uma lei para as florestas."

O procurador da República do Pará Felício Pontes disse que a proposta é um "teste de maturidade" para o país. "Esta geração conseguiu a proeza de desmatar 20% da Amazônia. Mas o pior é que isso não se reveteu em desenvolvimento", disse, mencionando o fato de que o IDH amazônico é "o menor do país".

ARMA SECRETA

A campanha lançada em Manaus usará ainda um instrumento mais persuasivo do que hippies e padres estendendo petições: Camila Pitanga.

A beldade (e outras celebridades, como Marcos Palmeira) estrelará uma propaganda na internet (www.greenpeace.org.br) na qual, juntamente com outra Camila Pitanga, uma enfermeira do Rio, pede aos espectadores que assinem o pedido de criação da lei.

Os comerciais foram produzidos pela Conspiração Filmes, do cineasta Fernando Meirelles

 

FONTE: folha.com-ambiente

24/03/2012 - 07h00

Alcance da tuberculose resistente a remédios é maior que se estima, diz Médicos Sem Fronteiras

 

O alcance global da tuberculose multirresistente (que não responde ao uso de vários antibióticos) é muito maior do que o estimado. O alerta é da organização internacional humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF), em comunicado divulgado em ocasião do dia mundial de combate à doença.

Em todo o mundo, menos de 5% de pacientes com tuberculose têm acesso a um diagnóstico preciso sobre a resistência aos medicamentos e estima-se que apenas 10% das pessoas diagnosticadas com tuberculose multirresistente tenham acesso ao tratamento – porcentagem que pode ser muito menor em lugares com poucos recursos e uma grande prevalência. 

“Em todos os lugares onde fazemos teste de tuberculose multirresistente encontramos números alarmantes da doença, o que sugere que estatísticas atuais podem não corresponder à realidade”, diz o presidente da organização Unni Karunakara.

Uma das principais causas do desenvolvimento de bacilos mais resistentes é o abandono do tratamento.  A doença também pode ser desenvolvida quando os profissionais de saúde administram doses inadequadas de medicamentos ou prescrevem medicamentos inadequados, com prazo de validade vencido, ou de má qualidade.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, entre 2001 e 2010, os casos de tuberculose multirresistente no país passaram de 334 para 607, um aumento de 82%. Apesar das altas taxas de incidência, a organização reitera que o Programa de Tuberculose do Brasil é visto como um exemplo positivo para outros países porque envolve a sociedade civil em ações de prevenção e supervisão do tratamento.

A MSF faz um apelo para que governos, financiadores internacionais e indústria farmacêutica combatam o alastramento da tuberculose resistente a medicamentos e façam novos esforços para desenvolver medicamentos e mecanismos de diagnósticos eficazes e baratos.

“São necessários tratamentos muito mais curtos e com medicamentos menos tóxicos, assim como formulações para crianças, que hoje não existem, e testes de diagnóstico que podem ser feitos no local do atendimento. Além disso, medidas regulatórias precisam ser aplicadas para evitar a propagação da doença devido à má atuação de profissionais de saúde”, diz o comunicado.

 

FONTE: blog.uol.com.br/showposts.html?....

24/03/2012 - 12h05

Chile retoma negociação para zona franca na Patagônia

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DA FRANCE PRESSE, EM SANTIAGO

O governo do Chile e os dirigentes sociais da região de Aysén, na Patagônia (sul do país), retomaram as negociações para a criação de uma zona franca como medida para diminuir o isolamento dessa zona, após mais de um mês de protestos e enfrentamentos da população local com a polícia.

Após uma reunião de mais de oito horas no Palácio presidencial de La Moneda, o ministro Secretário-geral da Presidência, Cristián Larroulet, anunciou a criação de uma "zona franca regional por isolamento", que permitirá aos moradores locais comprar produtos importados sem os impostos correspondentes, uma das propostas mais reivindicadas pelo movimento popular.

"Concluímos um acordo que nos permitirá avançar no propósito central do movimento, de que o isolamento e as dificuldades das condições de vida possam ser resolvidos como corresponde a dignidade de cada um dos moradores", disse Larroulet na noite de sexta-feira.

A medida se deve, segundo o ministro, a que Aysén é "a única região do Chile que possui tal nível de isolamento por não possuir conexão por via terrestre" com o restante do país.

"A zona franca é uma grande oportunidade para a região de Aysén", disse o dirigente social Iván Fuentes, que chegou a Santiago junto de um grupo de representantes para retomar o diálogo com o Executivo, que havia sido suspenso pelos protestos e pela negativa dos ayseninos em negociar em mesas separadas.

"Um dos temas mais importantes era o dos combustíveis (...). Contudo, agora chegamos a esse acordo e estamos muito decididos a realizá-lo, porque era algo muito esperado", disse Fuentes.

SUBSÍDIO PARA COMBUSTÍVEIS

Os habitantes de Aysén exigem principalmente um subsídio ao preço dos combustíveis, que ali são até 40% mais caros que no restante do país pelas grandes distâncias que devem percorrer. Contudo, o governo não dava sinais de mudar sua proposta, que se concentra em subsidiar o transporte de combustível, e não seu preço.

Os dirigentes começarão a negociar na próxima semana para realizar os detalhes do acordo.

O ministro também anunciou uma série de propostas para complementar o plano de ajuda que o governo lançou para a região semanas atrás, depois de não conseguir chegar a um acordo com os manifestantes, que inclui um subsídio à madeira e ao transporte de combustível.

Na sexta-feira, os manifestantes retiraram os bloqueios das principais rotas de Aysén, em um sinal de aproximação após a reunião de seus dirigentes com o governo.

 

FONTE: folha.com/mundo

24/03/2012 - 12h29

Lixo espacial deixa astronautas de estação em alerta

DA BBC BRASIL

A tripulação da Estação Espacial Internacional teve de se refugiar em cápsulas de fuga de emergência temendo uma colisão com um pedaço de lixo espacial.

O detrito, um pedaço descartado de um foguete russo, foi detectado na sexta-feira, quando já era tarde demais para mover a estação espacial.

A agência espacial americana, a Nasa, afirmou que o detrito não chegou a se aproximar tanto da estação a ponto de constituir uma ameaça, mas acrescentou que foi preciso tomar medidas de precaução.

Foi a terceira vez em doze anos que a Estação Espacial Internacional enfrenta o risco de ser atingida por lixo espacial.

Em junho, um detrito chegou a 335 metros da plataforma espacial.

Associated Press
Imagem da Estação Espacial Internacional
Imagem da Estação Espacial Internacional

Segundo a agência espacial russa, o pedaço de foguete deste sábado passou a uma distância de 23 quilômetros da estação.

'EXERCÍCIO DE ABRIGO'

A plataforma espacial atualmente conta com três astronautas russos, dois americanos e um japonês.

A equipe recebeu ordens de se refugiar em duas cápsulas Soyuz na eventualidade de a estação ser atingida, mas um porta-voz da Nasa informou que eles receberam o sinal verde para regressar à estação na madrugada do sábado.

O ''exercício de abrigo'', segundo o porta-voz, foi realizado ''com extremo zelo e de forma muito cuidadosa''. Ele acrescentou que tudo ocorreu ''como manda o figurino e o pequeno detrito passou pela Estação Espacial Internacional sem que houvessem incidentes''.

A Nasa está atualmente rastreando cerca de 22 mil objetos que estão percorrendo a órbita terrestre, mas a agência espacial acredita que possam exitir milhões de objetos rondando o espaço, como consequência de décadas de programas espaciais.

Os detritos variam de tamanho, podendo ser desde pequenos objetos com menos de um centímetro de comprimento ou até grandes pedaços de foguetes, satélites que não operam mais ou tanques de combustível descartados.

Nasa/Divulgação
Ilustração mostra circulação de detritos espaciais na órbita da Terra
Ilustração mostra circulação de detritos espaciais na órbita da Terra

Todos estes detritos que constituem o lixo espacial viajam a velocidades de vários quilômetros por segundo e, numa eventual colisão, podem provocar sérios danos à plataforma espacial ou a satélites.

Um dos eventos que provocou a maior criação de detritos se deu em 2007, quando a China usou um míssil para destruir um de seus próprios satélites. A explosão criou mais de 3 mil detritos, que puderam ser rastreados, e outras 150 mil partículas.

 

FONTE: blog.uol.com.br/showposts.html?idblog=3667165

MEC decide fechar universidade São Marcos; reitora anuncia mutirão para fazer transferências

  O ministério da Educação) anunciou na noite de ontem (22) a decisão de descredenciar a Universidade São Marcos, de São Paulo, após verificar irregularidade na oferta de cursos. Entre elas, o descumprimento de medidas cautelares determinadas pelo ministério em função do baixo desempenho da instituição nas avaliações da pasta.

Em nota publicada no site da universidade, a reitora Maria Aurélia Varella afirma que está "esperando a publicação oficial da medida e, obviamente, obedeceremos o que for determinado". A reitora contou que ficou sabendo do fechamento por meio de um jornalista e que depois conferiu a notícia no site do MEC.

Mais sobre o Enade

A nota da reitoria foi acessada na manhã desta sexta-feira (23), no site da instituição, e por volta das 13h já não estava mais disponível para consulta. A reportagem tentou entrar em contato com a universidade para saber o que aconteceu, mas não teve êxito.

O descredenciamento significa, na prática, o encerramento das atividade da São Marcos. Os cerca de 2 mil alunos da instituição devem ser transferidos para outras faculdades. A São Marcos tem 90 dias para providenciar a mudança e entregar toda a documentação acadêmica aos alunos.

De acordo com o MEC, as irregularidades verificadas “comprometem o funcionamento” da universidade. Além de descumprir as medidas determinadas pelo ministério no ano passado durante processo de supervisão, a pasta constatou que há “inviabilidade financeira e desorganização acadêmica e administrativa”.

Segundo a nota da reitoria, "não haverá aula na Universidade São Marcos e os documentos necessários à transferência dos alunos serão providenciados por um verdadeiro 'mutirão' de funcionários e professores que, mesmo sem receber salário (já que a medida pode ter consequências sobre os pagamentos que seriam efetuados na semana que vem), ajudarão a Secretaria a providenciar tais documentos. Informações sobre descontos, bolsas institucionais e outras serão transmitidas aos alunos, assim que tivermos ciência de como será realizada a transferência".

Veja a nota da reitoria na íntegra:

A Universidade São Marcos desde a intervenção judicial ocorrida em setembro de 2011 e a nomeação de nova reitoria ocorrida em dezembro do mesmo ano tem se esforçado para reverter a situação que colocou a Universidade sob o risco iminente de encerrar suas atividades. Reitoria, professores e funcionários, a maioria sem receber salários, trabalham no sentido de diminuir o prejuízo causado anteriormente aos alunos e concretizar a continuidade da Universidade.

Apesar de vários eventos que ocorreram e que foram extremamente prejudiciais ao nosso trabalho, trabalhamos muito e o esforço foi sempre em conjunto.

Após muita procura, conseguimos utilizar um prédio que abriga os alunos de maneira satisfatória e todos puderam acompanhar o trabalho de muitos que se dedicaram e fizeram o máximo que podiam no sentido de deixar tudo de acordo com as regras públicas. O prédio existe, é real, as aulas estavam sendo ministradas e o calendário de reposição das aulas praticamente finalizado em São Paulo e finalizado em Paulínia.

Todo esse esforço teve o apoio dos alunos que continuaram na Universidade São Marcos, inclusive cancelando transferências e voltando para o curso de origem. Teve também o apoio de funcionários e professores que recuperaram documentos e informações perdidos anteriormente.

Hoje, por volta das 19h e 30min, soubemos, por um jornalista, a notícia do descredenciamento da Universidade. Logo em seguida, vimos no site oficial do MEC que a Universidade São Marcos havia sido descredenciada por esse Ministério.

Estamos esperando a publicação oficial da medida e, obviamente, obedeceremos o que for determinado.

Por esse motivo, não haverá aula na Universidade São Marcos e os documentos necessários à transferência dos alunos serão providenciados por um verdadeiro “mutirão” de funcionários e professores que, mesmo sem receber salário (já que a medida pode ter consequências sobre os pagamentos que seriam efetuados na semana que vem), ajudarão a Secretaria a providenciar tais documentos.

Informações sobre descontos, bolsas institucionais e outras serão transmitidas aos alunos, assim que tivermos ciência de como será realizada a transferência.

Lamentamos muito e agradecemos a todos que acreditaram no trabalho que estava sendo realizado por todos nós.

(Com informações da Agência Brasil)

Dia Internacional da Água

22 DE MARÇO : DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Posted on by Batista

Nesta quinta-feira (22) é comemorado o Dia Internacional da Água. Em 2012, o tema é Segurança da Água e da Comida, com a preocupação voltada para o aumento da população e a falta de recursos. Cada ano tem um tema. Os últimos foram: Água para cidades (2011), Qualidade da Água (2010), Águas Transfronteiriças (2009) e Ano Internacional Sanitário (2008). Desta vez, o que baliza os debates é a questão de que 7 bilhões de pessoas já habitam este planeta, e o número deve chegar a 9 bilhões até 2050. Cada uma consume, em média, 2 a 4 litros por dia

A ESCASSEZ

 A escassez de água no futuro poderá aumentar os riscos de conflitos no mundo, afirmam especialistas que participam do Fórum Mundial da Água, em Marselha, na França.Apesar da quantidade de água disponível ser constante, a demanda crescente em razão do aumento da população e da produção agrícola cria um cenário de incertezas e conflito, segundo os especialistas ouvidos pela BBC Brasil.A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) diz que a demanda mundial de água aumentará 55% até 2050. A previsão é que nesse ano, 2,3 bilhões de pessoas suplementares – mais de 40% da população mundial – não terão acesso à água se medidas não forem tomadas.

DICAS PARA ECONIMIZAR  ÁGUA

Use detergentes biodegradáveis: Custam um pouco mais que o convencional, mas rendem mais
e poluem menos.

Não use o vaso sanitário como lixeira: Cada descarga acionada em um vaso com válvula utiliza cerca de 15 litros de água. Nos modelos com caixas acopladas, são seis litros.

Não lave a louça com a torneira aberta: Ensaboe toda a louça e depois tire o sabão de uma só vez. Ou, se preferir, faça como os europeus: lave a louça com a pia tampada e cheia de água.

Em hotéis, evite trocar toalhas e lençóis todos os dias: Ninguém é tão sujinho que não possa trocar a roupa de cama a cada três dias, por exemplo. É uma maneira de economizar água e energia elétrica.

Deixe as panelas de molho : Principalmente aquelas sujas de molho, de fritura ou com muita gordura. Fazendo isso, você se esforça menos e ainda economiza água na hora de lavá-las.

Evite comprar água emgarrafinhas plásticas: O ideal é usar apenas uma garrafa, que deverá ser levada sempre com você. Ela pode ser reabastecida toda vez que for necessário.

Não deixe as crianças brincarem com água: Apesar de divertida, a brincadeira pode passar a ideia de que a água é um recurso infinito. Ensine às crianças que a água é um bem precioso e finito.

Lave o carro a seco : Já existem empresas especializadas nesse tipo de limpeza. Apesar de custar um pouco mais caro, gera uma enorme economia de água.

Reutilize água: A água do último enxágue da máquina de lavar e da chuva pode ser usada para lavar o quintal, regar plantas e até para dar a descarga nos banheiros.

Torneiras e chuveiros; Use torneiras e chuveiros com arejador, um dispositivo que aumenta o volume da água com bolhas de ar e tem menos vazão. Reduz o consumo em até 30%.

Conserte vazamentos: Uma torneira que pinga a cada cinco segundos libera, ao final de um dia, mais de 20 litros de água. O desperdício ainda faz estrago na conta mensal.

Vaso sanitário: Troque os vasos sanitários de 12 litros
por outros de seis litros ou daqueles com duplo acionamento. Numa casa com três pessoas a economia é, em média, de 36 litros de água por dia.

 

FONTE: sofatima.net/blog/

Consumo Consciente

Algumas atitudes simples podem fazer a diferença no volume de lixo produzido. Além de preservar o ambiente, mudar certos padrões de consumo também traz benefícios para o seu bolso.

Eletrodomésticos e eletrônicos

Ao substituir computadores, eletrodomésticos e celulares, lembre-se que conhecidos, instituições de ensino, ONGs e bazares beneficentes podem se beneficiar desse material.

Lixo orgânico

Se você tem plantas em casa, transforme o lixo orgânico em adubo. Acomode o resto de comida em um recipiente, revolva e umedeça o material e adicione serragem ou folhas secas. O adubo é obtido após dois ou três meses. Se houver cheiro desagradável por causa da decomposição, jogue cal, que corrige o processo de acidificação. Caso você more em apartamento e por isso não tenha espaço para colocar o recipiente, reúna-se com seus vizinhos e monte, com eles, uma composteira na parte externa do prédio.

Papel

Prefira usar papel reciclado. Cada brasileiro gasta, em média, duas árvores com o papel que utiliza anualmente. Se esse papel fosse reutilizado ou enviado para reciclagem, a cada ano, uma árvore e meia seria poupada. Também seriam economizados 2.000 litros de água e 120 litros de petróleo. Caso 10 milhões de brasileiros fizessem o mesmo, 15 milhões de árvores seriam poupadas, além de uma quantidade de água suficiente para abastecer uma cidade com 200 mil habitantes e 1,2 bilhão de litros de petróleo.

Tinta para impressão

Cada cartucho de tinta requer o uso de cinco litros de petróleo em sua fabricação e demora cerca de 50 anos para se degradar na natureza. Por isso, vale a pena usar cartuchos reciclados.

Embalagens

Ao comprar produtos não-perecíveis, dê preferência às embalagens maiores ou a granel, assim como às linhas que contam com refil. E lembre-se que sempre é possível fazer novo uso de embalagens PET e frascos de vidro, antes de descartá-los.

No futuro, os chamados bioplásticos – plásticos obtidos a partir da cana-de-açúcar e de outras substâncias de origem vegetal – deverão substituir as embalagens existentes. Eles possuem a vantagem de ser provenientes de fontes renováveis. Enquanto isso não ocorre, trocar os sacos de plástico pelos de papel é uma opção.

Desodorante pessoal e de ambiente

O mercado ainda fabrica alguns desodorantes em aerossol que emitem clorofluorcarbono – CFC – um gás que destrói a camada de ozônio (responsável pela filtragem de raios solares nocivos à saúde, como o ultravioleta). Portanto, repare se o rótulo contém a frase “sem CFC”.

Detergente

Utilize sempre produtos de limpeza biodegradáveis, ou seja, que podem ser destruídos pelos microorganismos existentes na água. Ao adquirir produtos químicos, verifique se a embalagem é reciclável e se o rótulo possui informações sobre a composição química e o fabricante. Evite produtos com cloro, formaldeído e solventes derivados de petróleo (tricloroetileno, metileno, benzeno, nitro-benzeno etc), que podem poluir o solo, o ar e a água.

Grande parte dos detergentes disponíveis no mercado também possui fosfatos em sua formulação, substâncias que, ao atingir rios e lagos, levam ao crescimento exagerado de algas que consomem o oxigênio da água. Aos poucos, os fosfatos vêm sendo substituídos por carbonato e silicato de sódio, menos nocivos ao ambiente.

Uma alternativa ecológica ao detergente é usar o sabão em pedra dissolvido previamente em água quente. O produto é atóxico, fabricado a partir de matérias-primas renováveis (óleos e gorduras) e biodegradável.

Receita de detergente ecológico

Água sanitária

A água sanitária é composta de cloro, substância que ameaça animais e microorganismos presentes no solo e nos rios, onde é despejada. Procure trocar o produto pelo vinagre (que ajuda a desengordurar) e bicarbonato de sódio. Se o objetivo for branquear suas roupas, deixe-as ensaboadas com sabão de coco no sol, ou coloque-as de molho na água com meio copo de bórax (substância atóxica encontrada em farmácias).

Sabão em pó

Quanto maior o efeito branqueador do sabão em pó, maior o dano à natureza. Também possui fósforo em sua composição, para neutralizar o cálcio e o magnésio e melhorar a sua eficiência. Prefira o sabão em pó de coco, ou as marcas que não contêm fosfatos.

Desinfetante

A maioria dos desinfetantes tem efeito tóxico para o meio ambiente. Você pode fazer um produto natural para limpar seu banheiro.

 

FONTE: uol.com.br/Ciencias e saude-lixo domentico

COMO DESCARTAR O LIXO CORRETAMENTE?

O Brasil produz, atualmente, cerca de 228,4 mil toneladas de lixo por dia, segundo a última pesquisa de saneamento básico consolidada pelo IBGE, em 2000. O chamado lixo domiciliar equivale a pouco mais da metade desse volume, ou 125 mil toneladas diárias.

Do total de resíduos descartados em residências e indústrias, apenas 4.300 toneladas, ou aproximadamente 2% do total, são destinadas à coleta seletiva. Quase 50 mil toneladas de resíduos são despejados todos os dias em lixões a céu aberto, o que representa um risco à saúde e ao ambiente.

Mudar esse cenário envolve a redução de padrões sociais de consumo, a reutilização dos materiais e a reciclagem, conforme a "Regra dos Três Erres" preconizada pelos ambientalistas.

A idéia é diminuir o volume de lixo de difícil decomposição, como vidro e plástico, evitar a poluição do ar e da água, otimizar recursos e aumentar a vida útil dos aterros.

Tempo de decomposição dos resíduos

Tempo de decomposição dos resíduos

Coleta Seletiva

Veja abaixo quais os tipos de lixo que podem ser reciclados:

DESTINO
PAPEL
PLÁSTICO
VIDROS
METAIS
COLETA SELETIVA
papéis de escritório, papelão, caixas em geral, jornais, revistas, livros, listas telefônicas, cadernos, papel cartão, cartolinas, embalagens longa vida, listas telefônicas, livrossacos, CDs, disquetes, embalagens de produtos de limpeza, PET (como garrafas de refrigerante), canos e tubos, plásticos em geral (retire antes o excesso de sujeira)garrafas de bebida, frascos em geral, potes de produtos alimentícios, copos (retire antes o excesso de sujeira)latas de alumínio (refrigerante, cerveja, suco), latas de produtos alimentícios (óleo, leite em pó, conservas), tampas de garrafa, embalagens metálicas de congelados, folhas-de-flandres
LIXO COMUM
papel carbono, celofane, papel vegetal, termofax, papéis encerados ou palstificados, papel higiênico, lenços de papel, guardanapos, fotografias, fitas ou etiquetas adesivasplásticos termofixos (usados na indústria eletroeletrônica e na produção de alguns computadores, telefones e eletrodomésticos), embalagens plásticas metalizadas (como as de salgadinhos)espelhos, cristais, vidros de janelas, vidros de automóveis, lâmpadas, ampolas de medicamentos, cerâmicas, porcelanas, tubos de TV e de computadoresclipes, grampos, esponjas de aço, tachinhas, pregos e canos

Fonte: Instituto Akatu

Caso não haja coleta seletiva em seu bairro ou condomínio, procure as cooperativas de catadores e os Postos de Entrega Voluntária (PEVs).

O Grupo Pão de Açúcar também possui pontos de coleta nos supermercados em todo o país. A iniciativa está sendo ampliada para outras bandeiras do grupo, como a rede Extra.

 

EXTRAIDO DE: UOL.com.br/ciencias e saude

21/03/2012 - 07h00

Estudantes pernambucanos vão aprimorar robô da Nasa que vai para Marte

 

  • Michael Comberiate (à esquerda), com o robô da Nasa, e Bruno Fernandes, da Poli/PE

    Michael Comberiate (à esquerda), com o robô da Nasa, e Bruno Fernandes, da Poli/PE

Um robô, desenvolvido inicialmente pela Nasa (agência espacial americana), está no Recife para ser avaliado por estudantes da Escola Politécnica de Pernambuco (Poli), durante o I Acampamento de Robótica da instituição.

O objetivo do evento é desenvolver melhorias para o equipamento, que será enviado à Marte, ainda sem data definida. Segundo o gerente de sistemas da Nasa Michael Comberiate, que também participa do evento, o robô está em fase de testes. "Esse tipo de robô já foi testado em terrenos e climas adversos como os do México, do Polo Norte e do Polo Sul e, em todos os testes, ele se saiu muito bem", comemora.

  • Divulgação

    O robô da Nasa se locomove por meio de esteiras
    e possui uma câmera que faz giros de 360º

De acordo com o coordenador de pesquisas da Poli Bruno Fernandes, Pernambuco foi o local escolhido graças aos estudos que já são realizados na área de robótica no Estado. "Aqui [em Pernambuco] pretendemos melhorar a capacidade do robô de interpretar o ambiente, de se comunicar, além de aprimorar alguns sistemas de robótica."

Para Michael Comberiate, levar o robô para outros países possibilita uma "incrível" troca de conhecimentos. "O robô vem com um tipo de tecnologia, e traz de volta para a Nasa novas tecnologias e ideias."

 

O robô se locomove pelo uso de esteiras, tem uma câmera que faz giros de 360° e, através da emissão de um feixe de luz, é capaz de mapear paisagens com uso de imagens tridimensionais.

O I Acampamento de Robótica da Poli acontecerá entre os dias 19 e 23 deste mês. Além de Fernandes, mais 26 estudantes das áreas de Computação, Engenharia Mecatrônica e Eletrônica  participam do evento. O equipamento ficará na instituição pernambucana até junho deste ano.

 

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FONTE: noticias.uol.com.br/saudeciencias/

22/03/2012 - 06h00

Rios brasileiros não têm boa qualidade de água, diz pesquisa da SOS Mata Atlântica

 

  • Rio Camboriú no Balneário Camboriú em Santa Catarina é um dos mais limpos rios do país, mas ainda está na classificação  regular

    Rio Camboriú no Balneário Camboriú em Santa Catarina é um dos mais limpos rios do país, mas ainda está na classificação "regular"

Rios de 11 Estados brasileiros foram analisados pela equipe da Fundação SOS Mata Atlântica e nenhum obteve resultado satisfatório na qualidade da água. Foram realizadas 49 avaliações no Ceará, Piauí, Bahia, São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Nenhum dos pontos de coleta conseguiu a soma necessária para alcançar os níveis “bom” ou “ótimo” --75,5% foram classificados como “regular” e 24,5% no nível “ruim”.

Os melhores resultados foram: Rio Santa Maria da Vitória, em Vitória (ES); Rio Paraíba do Sul, em Resende (RJ); Bica da Marina, em Angra dos Reis (RJ); Arroio Jupira, em Foz do Iguaçu (PR); e do Rio Camboriú, na cidade de Balneário Camboriú (SC), todas com 33 pontos.

Os resultados mais baixos ficaram para os rios Criciúma, na cidade de Criciúma (SC), com 23 pontos, e o Itapicuru Mirim, em Jacobina (BA), com 24 pontos.

“Desde maio de 2009 o projeto tem realizado análises como estas e ainda não chegamos a um rio classificado ao menos como bom. Se compararmos os resultados atuais com os anteriores, verificamos que não há grandes mudanças, o que mostra a necessidade de ações que contribuam para a conservação e a melhoria da qualidade de nossas águas”, disse Malu Ribeiro, coordenadora do Programa Rede das Águas, da SOS Mata Atlântica.

Análises
A cada semana, o projeto “A Mata Atlântica é aqui – exposição itinerante do cidadão atuante” visita uma cidade diferente e promove atrações gratuitas com a população local. Entre as atividades está a seleção de um ou mais corpos d’água locais para serem analisados. Essas avaliações têm o objetivo de checar a qualidade dos rios, córregos, lagos e outros corpos d’água das cidades e, desta forma, alertar a população sobre a real situação do local onde vive. Para realizar a análise, a equipe conta com um kit de monitoramento desenvolvido pelo Programa Rede das Águas da própria ONG.

O kit classifica a qualidade das águas em cinco níveis de pontuação: péssimo (de 14 a 20 pontos), ruim (de 21 a 26 pontos), regular (de 27 a 35 pontos), bom (de 36 a 40 pontos) e ótimo (acima de 40 pontos). Os níveis de pontuação são compostos pelo Índice de Qualidade da Água (IQA), padrão definido no Brasil por resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), obtido pela soma da pontuação de 14 parâmetros físico-químicos, biológicos e de percepção, avaliados com auxílio do kit.

Em cada análise são avaliados a temperatura, turbidez, espumas, lixo, odor, peixes, larvas e vermes brancos ou vermelhos, coliformes totais, oxigênio dissolvido, demanda bioquímica de oxigênio, potencial hidrogeniônico, níveis de nitrato e de fosfato. Cada um destes parâmetros pode acrescentar de um a três pontos, obtendo o mínimo de 14 e máximo de 42 pontos.

Principais alterações de resultados
O ano de 2011 marcou o início do terceiro ciclo anual do projeto itinerante da SOS Mata Atlântica. Neste ciclo, a exposição revisitou algumas cidades e realizou uma nova coleta de água em rios já avaliados pela equipe. Alguns destes resultados tiveram grandes alterações, como é o caso do Córrego Bom Retiro, em Londrina (PR); do Rio Tietê, em Itu (SP); e do Rio Santa Maria da Vitória, Vitória (ES), que ganharam sete pontos em suas análises e passaram da classificação “ruim” para a “regular”.

Outras avaliações com grandes alterações foram as dos rios Criciúma, em Criciúma (SC), que perdeu cinco pontos, e Paquequer, em Teresópolis (RJ), com quatro pontos a menos. Ambos caíram da classificação “regular” para “ruim”.

A iniciativa tem o patrocínio de Bradesco Cartões, Natura e Volkswagen Caminhões & Ônibus.

“A água é essencial para a vida. Não podemos tratá-la como se fosse uma lata de lixo onde jogamos nossos esgotos e o que simplesmente não queremos mais. O cuidado com os recursos hídricos deve ser feito por todos”, destaca Malu.

Uma grande preocupação é com relação à proposta de alterar o Código Florestal, que está atualmente na Câmara. O texto coloca em risco esses importantes ambientes ao propor a consolidação de ocupações irregulares em manguezais ocorridas até 2008, consolidar ocupações urbanas nessas áreas e permitir novas ocupações, sendo 35% em manguezais do Bioma Mata Atlântica e 10% na Amazônia.

 

FONTE: Noticias.uol.com.br/cienciasesaude/

 

 

1ª edição da Corrida Cidade de Adustina será realizado no sábado de Aleluia

 

No sábado de aleluia, dia 7 de abril, será realizado a 1ª Corrida Cidade de Adustina.

A Secretaria Municipal de Educação, Esporte, Cultura e Lazer de Adustina estará promovendo a 1ª Corrida Cidade de Adustina 2012. O percurso será de 6 km, com largada prevista às 7 horas da manhã do povoado Bom Jesus e tendo como ponto de chegada o centro da cidade. As inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas diretamente na Secretaria de Educação, entre os dias 26 de março e 2 de abril. A idade mínima para participar é de 16 anos. A Comissão organizadora disponibilizará medalhas para todos os atletas que concluírem a prova e Troféu para 1º, 2º e 3º colocado na categoria masculino e feminino.

 

 

FONTE: asfaadustina.blogspot.com.br

 

Vagas Limitadas!!!

EDUCAÇÃO: ARTIGO DE AUTOR ADUSTINENSE É PUBLICADO NO 3º ENCONTRO SERGIPANO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL


Com o tema OCUPAÇÃO HUMANA DO ESPAÇO URBANO DE ADUSTINA E IMPACTOS AMBIENTAIS, o adustinense José Valter Alves da Rocha, acadêmico de Geografia pela UFS, participou do 3º Encontro Sergipano de Educação Ambiental da Universidade Federal de Sergipe.

VEJA O RESUMO DO ARTIGO ELABORADO PELO ADUSTINENSE

O presente artigo é resultado de um estudo de caso, o qual busca nos mostrar de forma breve os principais problemas ambientais oriundos da ocupação humana dentro do espaço urbano 'sede' do município de Adustina. Este trabalho é resultado de observações in lócus, de determinadas áreas da cidade de Adustina, como também foi realizado uma pesquisa em órgãos públicos como IBGE, e departamento de obras da Prefeitura Municipal. A cidade precisa de investimentos em infraestrutura como pavimentação, paisagismo, e uma política pública em prol da conscientização da população em desenvolver ações sistematizadas em defesa de um ambiente urbano mais adequado aos princípios ecológicos e ambientais.

Clique AQUI e confira o Artigo científico completo.

BIOGRAFIA

José Valter Alves da Rocha, é graduado em Pedagogia pela Universidade Federal de Sergipe, especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica pela Faculdade Redentor, especialista em Gestão Escolar pela Universidade Cidade de São Paulo-UNICID e pós-graduando em Educação Ambiental pela Faculdade do Noroeste de Minas-FINOM e graduando em Geografia pela Universidade Federal de Sergipe Ead/UAB.

FONTE: ADUSTINA.NET

Ciclo de Vida da Embalagem

 

Matéria-prima
O papel utilizado é o duplex, com uma camada branca, que não utiliza cloro para alvejamento, e uma parda. O papel é produzido a partir de florestas certificadas pelo Forest Stewardship Council - FSC. Os fornecedores de plástico e aluminio também são certificados pela ISO 14001. 

Transportecaminhão
O transporte de matérias-primas é otimizado, evitando gastos com combustíveis e minimizando a poluição. Na fábrica de Ponta Grossa - PR, as bobinas chegam via férrea.  

 

Processo ProdutivoBobinas
Todas as etapas de produção de embalagens possuem metas, procedimentos e instruções para diminuir os impactos ambientais. 

 

Envase
A colocação do alimento na embalagem é uma etapa crítica e bem controlada para evitar desperdícios. 

 

 

 

 
Consumo
Proteger a saúde do consumidor e garantir a qualidade nutricional do alimento envasado são algumas das vantagens das embalagens da Tetra Pak, que também não precisam de refrigeração no ponto de vendas.

 

 

 

Coleta Seletiva
A Tetra Pak incentiva cidades que adotam a coleta seletiva através da confecção de folhetos educativos e apoio técnico às prefeituras e cooperativas de catadores. Esse trabalho é fundamental para que os materiais recicláveis sejam separados. 

 

 

Reciclagem
A reciclagem das embalagens da Tetra Pak começa nas indústrias de papel, em um equipamento chamado hidrapulper. Durante a agitação das embalagens, com água e sem produtos químicos, as fibras celulósicas são hidratadas, separando-se das camadas de plástico/alumínio. Essas fibras são, então, utilizadas na produção de papel reciclado para confecção de caixas e tubos pequenos. As camadas de plástico/alumínio são usadas para fabricar peças plásticas ou placas e telhas utilizadas na construção civil.

 

FONTE:www.tetrapak.com.br/showposts.html

PAISES MAIS VERDES EM 2012

RANKING DOS PAÍSES MAIS VERDE EM 2012

Pesquisa mostra quais países se preocupam com uma gestão mais sustentável dos recursos
Por Gisele Eberspacher às 10h02 de 14/02/2012

Uma pesquisa feita pelas universidades de Yale e Columbia (ambas nos EUA) indica os países mais sustentáveis em 2012. O primeiro colocado é a Suíça, seguida da Letônia e da Noruega. O Brasil está na 30ª posição.

O Environmental Performance Índex 2012 leva em consideração o que os países fazem pelo meio ambiente, garantindo a utilização sustentável dos recursos naturais e o bem estar da população.

A Suíça se destaca pela qualidade do ar e da água, enquanto a Letônia apresenta resultados melhores em manter a biodiversidade e habitats naturais. Já a Noruega também apresenta alta qualidade do ar e da água, mas peca em gestão da agricultura e pescas.

Ao todo, são 22 indicadores distribuídos em 10 categorias: critérios de saúde ambiental, poluição do ar, recursos de água, biodiversidade e habitats, recursos naturais, florestas, alterações climáticas, agricultura, pesca e recursos aquáticos.

Veja os 30 primeiros colocados no ranking:

1. Suíça
2. Letônia
3. Noruega
4. Luxemburgo
5. Costa Rica
6. França
7. Áustria
8. Itália
9. Reino Unido
10. Suécia
11. Alemanha
12. Eslováquia
13. Islândia
14. Nova Zelândia
15. Albânia
16. Holanda
17. Lituânia
18. República Checa
19. Finlândia
20. Croácia
21. Dinamarca
22. Polónia
23. Japão
24. Bélgica
25. Malásia
26. Brunei
27. Colômbia
28. Eslovênia
29. Taiwan
30. Brasil

 

TEXTO EXTRAIDO DE: atitude sustentável

20/03/201214h08

Projeto cria regra mais rígida para evitar fechamento de escolas do campo 

Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil, em Brasília

  • A presidente Dilma Rousseff e o ministro Aloizio Mercadante durante o lançamento do Pronacampo

Um projeto de lei encaminhado hoje (20) para o Congresso Nacional pela presidenta Dilma Rousseff irá mudar o mecanismo de fechamento das escolas localizadas em áreas rurais. Nos últimos cinco anos, cerca de 13 mil unidades foram fechadas. A proposta, que irá alterar a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), estabelece que os conselhos estaduais e municipais de educação deverão ser consultados antes que o prefeito ou governador determine o encerramento das atividades de uma escola.

“O fechamento terá que ser debatido no conselho de educação, com a participação da sociedade civil. Isso seguramente levará a uma política que respeite as escolas que têm condição de funcionar. Estamos democratizando a decisão e transferindo para uma autorização prévia do conselho municipal ou estadual”, explicou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.


De acordo com Mercadante, parte do fechamento das escolas é decorrente da própria urbanização de algumas regiões, mas outras deixam de funcionar porque têm poucos alunos e a prefeitura quer economizar recursos. “O prefeito põe uma condução que vai buscar os alunos mais longe e economiza recursos do funcionamento da escola. Mas é uma economia que sai caro para o país porque essas crianças são muito sobrecarregadas, às vezes andando mais de 100 quilômetros em uma estrada de terra para estudar”, disse.A medida faz parte de um pacote de ações anunciado hoje para melhorar a qualidade da educação no campo – entre elas, a construção de novas escolas, a compra de veículos para transporte escolar e a produção de materiais didáticos específicos que valorizem a cultura e a realidade da população que vive nas áreas rurais.

O Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) tem previsão de investimento de R$ 1,8 bilhão ao ano, até 2014.

FONTE: Uol Educação

 

Drogas

Drogas – curiosidade que mata

                                                                                                                Texto: Sabrina Magalhães

 

O que leva um jovem a experimentar as drogas não são os problemas emocionais da adolescência, mas a curiosidade. Afinal, o que as pessoas sentem quando usam drogas? Que tipo de prazer elas dão? A cada dia, sentimos uma necessidade ainda maior em desvendar o mistério de algo que a sociedade tenta ocultar e proibir. Campanhas e propagandas só nos incentivam a dizer não às drogas – pois então, vamos saber o que deve ser negado e porquê.

 

A Organização Mundial de Saúde (OMS) chama de droga toda e qualquer substância que, introduzida em um organismo vivo, pode modificar uma ou mais de suas funções. O termo “droga” vem do holandês “droog” e quer dizer “folha seca”, porque todos os medicamentos eram feitos de vegetais.

A História indica que as ervas entorpecentes são usadas há pelo menos 6 mil anos. Os sumerianos (atual Irã) usavam a papoula de ópio para fazer contato com deuses, espíritos e demônios. Os europeus queimavam maconha dentro das tendas para inalar vapores. Em 1776, a morfina era usada para garantir alívio aos soldados que lutavam na guerra civil norte-americana. E, durante a 2.ª Guerra Mundial os médicos receitavam anfetaminas para minimizar o cansaço dos combatentes. Por muitos anos, o cultivo e comércio das drogas foi livre. Só em 1914 houve a proibição, dando início a um mercado negro que, hoje, movimenta milhões e milhões de dólares pelo mundo.

 

A maioria dos jovens que usam drogas garante que experimentou por curiosidade, para saber que tipo de sensações a química proporcionaria. De acordo com os médicos, porém, na imensa maioria das vezes, quem experimenta uma droga pela primeira vez diz que não sentiu absolutamente nada. Algumas pessoas têm que tentar várias vezes para começar a perceber uma diferença.

Outra razão bastante forte para o jovem procurar as drogas é a necessidade de um “remédio” para seus problemas, sejam eles físicos ou emocionais. Muitas vezes, sentimo-nos tão depressivos, tão tímidos, tão incapazes, que seríamos capazes de buscar qualquer “remédio” que nos trouxesse alívio – e vamos direto às bebidas e às drogas. Certo, ambos alteram consideravelmente nosso estado de humor e espírito, proporcionando sensação de poder e força física e mental. Só que os efeitos passam e, aí, teremos três problemas: o mal-estar volta, o arrependimento bate à nossa porta e a dependência começa a se instalar.

De qualquer forma, estamos iniciando a vida adulta, ganhamos autonomia, queremos desafiar o mundo, ultrapassar barreiras e entender o que há de tão perigoso nessas substâncias. Então, antes de buscar essa “auto-medicação”, vamos matar nossa curiosidade e saber mais sobre algumas delas.

 

Fonte: faac.unespe.br/pesquisa/nos/olho_vivo/drogas/drogas.htm

 

Tipos de Agricultura

Ambiente Agropecuário

Tipos de Agricultura

A agricultura convencional é descrita como o conjunto de técnicas produtivas que surgiram em meados do século 19, conhecida como a 2ª revolução agrícola, que teve como suporte o lançamento dos fertilizantes químicos por Liebig.

 

 

 

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Agricultura natural - suas práticas estão baseadas em conceitos ecológicos e trata de manter os sistemas de produção iguais aos encontrados na natureza. Resultou do trabalho do Biólogo Masanobu Fujuosa na década de 50.

Agricultura biológica - surgiu na França, na década de 60, a partir dos trabalhos de Francis Dhaboussou e outros. Destaca-se pelo controle biológico, do Manejo Integrado de pragas e doenças e pela Teoria da Trofobiose (efeito dos agroquímicos na resistência das plantas)

Permacultura - pode ser definida como uma agricultura integrada com o ambiente, que envolve plantas semi-permanentes e permanentes, incluindo a atividade produtiva dos animais. Ela se diferencia das demais atividades produtivas porque no planejamento leva-se em conta os aspectos paisagísticos e energéticos.

Agricultura biodinâmica - esta agricultura se desenvolve em relação aos princípios filosóficos do humanista científico Rudolph Steiner (década de 30). Ele julga possível praticar uma agricultura que tem como princípio integrar os recursos naturais da agricultura em conexão com as forças cósmicas e suas diversas formas de valores espirituais e éticos, para chegar a ter uma aproximação mais compreensível das relações: agricultura e estilos de vida.

Agricultura atual - agricultura convencional. A agricultura convencional é descrita como o conjunto de técnicas produtivas que surgiram em meados do século 19, conhecida como a 2ª revolução agrícola, que teve como suporte o lançamento dos fertilizantes químicos por Liebig. Este sistema expandiu-se após as grandes guerras, com o emprego de sementes manipuladas geneticamente para o aumento da produtividade, associado ao emprego de agroquímicos (agrotóxicos e fertilizantes) e da maquinaria agrícola. O agricultor é dependente por tecnologias/recursos/capital do setor industrial, que devido seu fluxo unidirecional leva à degradação do ambiente e à descapitalização, criando uma situação insustentável à longo prazo.

 

Fontes parciais: www.agrorganica.com.br www.planetaorganico.com.br www.hotearte.com.br www.agroecologia.com.br

 

WWW.ambientebrasil.com.br

Conceituação Sobre Agricultura Sustentável por membros, usuários e terceiros da Rede de Agricultura Sustentável

"É aquela onde o ciclo produtivo é fechado dentro da propriedade, havendo um equilíbrio energético (Entre produção e consumo), conservando os recursos envolvidos e com mínimo, ou nenhum, ingresso de energia externa derivada de combustíveis fosseis(adubos químicos, agrotóxicos, combustível, etc)".

Charles Seidel, Eng. Agrônomo

Agricultura Sustentável é aquela quem contem responsabilidade com o meio ambiente e o ser Humano, na qualidade do gênero e preservação da Natureza .

Josias Albuquerque. U.V.A. (Univida J.Pessoa PB)

"É aquela capaz de manter-se estável, independentemente da variação da bolsa de Nova Iorque, já que produz gêneros diversificados e não produtos que todos também produzem; Usar os recursos que dispõe na propriedade, sem necessidade de comprar insumos, de forma que não fique dependente de empresas; Ser capaz de manter sua produção estável por longo prazo, levando em conta que cuida de seu solo e água, Fornece condições de crescimento intelectual aos seus trabalhadores, não tratando-os como mera mão de obra escrava; "

Walter Jose R Matrangolo

linha

Agricultura sustentável deve estar a serviço da saúde e da biodiversidade. - Sergio

 

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

 

FONTE: www.agrisustentável.com/

Francisco Caporal

Agricultura Sustentável

Porque Chamamos a Lista de Discussão de Rede de Agricultura Sustentável

A lista de discussão sobre agricultura sustentável, é muito mais do que uma simples lista de discussão na Internet, ou até mesmo um site com dezenas de páginas e informações, tal instrumento significa para mim, um canal de congregação, troca e construção para fortalecimento da agricultura sustentável tanto no contexto local como global. Tamanha integração e cooperação jamais poderia limitar-se apenas aos que participam da lista, daí a idéia do site que teria um espectro de atuação ainda maior, sendo assim a nossa home page é uma busca desenfreada de aglutinação de informações que possam gerir potenciais reflexões sobre a agricultura sustentável, e sobretudo a intervenção do homem no ambiente. Temos tentado construir isso através dos diversos serviços e informações que temos gerido, tal como, a página sobre eventos, links para experiências de bom comportamento ambiental, arquivos, relatórios, livros para download, resumo de dissertações, monografias , disponibilizarão de discussões da lista, Chat para discussões on line além de fornecimento de espaço para opiniões e relatos sobre agricultura sustentável. Temos ainda trabalhado para fornecer diversas discussões que já ocorreram dentro da lista. Não é incomum os participantes da pessoas na lista tirarem dúvidas, buscarem informações, e sobretudo fortalecerem a agricultura sustentável por meio de suas reflexões. Diante de tudo isso nos vemos obrigados, a dar uma nova capa, um novo sentido a tudo isso, que de fato possa refletir tamanha construção, sendo assim a partir desse momento chamaremos a lista e tudo isto de "Rede de Agricultura Sustentável".

Pois, tudo isso é uma rede, é um conjunto uma canalização de tantos anseios em ver-se praticar uma agricultura de fato sustentável. É sem dúvidas o estabelecimento e um pontapé inicial para a sensibilização e a conquista de tantos corações ainda baldeados por formas ultrapassadas de tratar a Terra.

É rede, por que é um balanço contínuo de ida e vinda de informações, por associar tanto Agricultores, Técnicos, Organismos Governamentais, Organismos Não Governamentais, Empresas, Sindicatos, Igrejas, Movimentos Sociais, Movimentos Populares, Políticos e pessoas comuns num mesmo canal e conseguir construir. Sem sombra de dúvidas nesses onze meses a lista, agora completou seu objetivo, o de unir diversos agentes em um único local. Portanto é uma Rede de Agricultura Sustentável.

 

Fonte: www.agrisustentável.com/

Agricultura Familiar

O Desafio da Agricultura Familiar 

Ações do documento
Alberto Duque Portugal
 
A chamada agricultura familiar constituída por pequenos e médios produtores representa a imensa maioria de produtores rurais no Brasil. São cerca de 4,5 milhões de estabelecimentos, dos quais 50% no Nordeste. O segmento detêm 20% das terras e responde por 30% da produção global. Em alguns produtos básicos da dieta do brasileiro como o feijão, arroz, milho, hortaliças, mandioca e pequenos animais chega a ser responsável por 60% da produção. Em geral, são agricultores com baixo nível de escolaridade e diversificam os produtos cultivados para diluir custos, aumentar a renda e aproveitar as oportunidades de oferta ambiental e disponibilidade de mão-de-obra.

Este segmento tem um papel crucial na economia das pequenas cidades - 4.928 municípios têm menos de 50 mil habitantes e destes, mais de quatro mil têm menos de 20 mil habitantes. Estes produtores e seus familiares são responsáveis por inúmeros empregos no comércio e nos serviços prestados nas pequenas cidades. A melhoria de renda deste segmento por meio de sua maior inserção no mercado tem impacto importante no interior do país e por consequuência nas grandes metrópoles.

Esta inserção no mercado ou no processo de desenvolvimento depende de tecnologia e condições político-institucionais, representadas por acesso a crédito, informações organizadas, canais de comercialização, transporte, energia, etc. Este último conjunto de fatores normalmente tem sido a principal limitante do desenvolvimento. Embora haja um esforço importante do Governo Federal com programas como o Pronaf, programas estaduais de assistência têcnica e associativismo há um imenso desafio a vencer.

A tecnologia disponível quando bem usada tem se mostrado adequada e viável. Isto acontece porque há um grande esforço da pesquisa voltado para o setor. A tecnologia é neutra e não discrimina classes de produtores quanto à área do estabelecimento. A maioria das tecnologias desenvolvidas visa aumentar a produtividade da terra e algumas, como máquinas e equipamentos adaptados aos pequenos produtores, têm como objetivo eliminar a ociosidade da terra ou aumentar a produtividade do trabalho. O desafio maior da agricultura familiar é adaptar e organizar seu sistema de produção a partir das tecnologias disponíveis.

Analisando as variáveis tecnológicas e político-institucionais há dois fatores fundamentais para o desenvolvimento da agricultura familiar: a) a massificação de informação organizada e adequada usando os modernos meios de comunicação de massa (TV, Rádio e internet) e, b) a melhoria da capacidade organizacional dos produtores com o objetivo de ganhar escala, buscar nichos de mercado, agregar valor à produção e encontrar novas alternativas para o uso da terra como, por exemplo, o turismo rural.

O desafio é maior se for considerada a diversidade de situações. Quando se analisa o cenário em que se insere a agricultura familiar observa-se que os problemas são diferentes para cada região, estado ou município. No Norte há dificuldades de comercialização pela distancia dos mercados consumidores e esgotamento da terra nas áreas de produção. No Nordeste são minif�ndios inviáveis economicamente. No Sudeste é a exigência em qualidade e saudabilidade dos produtos por parte dos consumidores. No Sul é a concorrência externa de produtos do Mercosul.

Olhando o futuro há dois aspectos. Um otimista e um, que não sendo pessimista, à desafiante. � otimista verificar que há vários modelos de sucesso no esforço de desenvolvimento, quando os obstáculos são eliminados. Mais que isto, é verificar que as experiências de sucesso tem pressupostos comuns: organizaçõo de produtores, qualificação de mão-de-obra, crédito, produtos com valor agregado e emprego de tecnologias adequadas desenvolvidas pela pesquisa agropecuária.

Os exemplos são inúmeros. No Norte destacam-se a exploração econômica do palmito de pupunha e de frutas tópicas da região, a utilização de plantas nativas como a pimenta longa para produzir safrol ou a produção de sementes de dendê, livre de doenças, para exportação. No Nordeste, o controle da produção, processamento e comercialização por parte dos pequenos produtores, com a utilização de uma mini-usina de descaroçar e enfardar algodão, aumentou substancialmente a renda das famílias de um município da Paraíba. Pequenas fábricas de processamento da castanha de caju, paralelamente ao treinamento de mão-de-obra, permitiram que os pequenos agricultores comercializassem sua produção no mercado externo. São 120 unidades em cinco estados com capacidade anual de processar 20 mil toneladas de castanha. No setor de agricultura irrigada, o pequeno agricultor tem tido participação ativa na fruticultura que apresenta boa rentabilidade além de sinalizar um processo de desconcentração de renda na economia regional.

No Sudeste e Sul é cada vez mais perceptível a transformação de pequenas comunidades rurais em unidades de processamento de frutas, legumes, lacticínios e agricultura orgânica. Hoje, nas prateleiras dos supermercados podemos encontrar uma diversidade de produtos oriundos dessas comunidades, com marca própria e registro nos órgãos oficiais de defesa sanitária. São várias associações que estão procurando padronizar o sabor de nossa cachaça para atender ao mercado externo que tem se mostrado ávido por esta bebida. No turismo rural, outra alternativa de renda para os pequenos produtores. São trilhas, pousadas, pequenos hotéis que oferecem aos turistas urbanos comidas típicas, a experiência de vida na zona rural, passeios ecológicos, etc.

Em todos esses casos a pesquisa agropecuária esteve presente. Fornecendo novas variedades e cultivares mais produtivos e resistentes às doenças, disponibilizando novos processos de transformação do produto agrícola, contribuindo para qualificação da mão-de-obra para o uso das novas tecnologias e discutindo com os produtores quais as tecnologias, processos e serviços que a pesquisa agropecuária precisa desenvolver para a agricultura familiar.

O aspecto desafiante é fazer tudo isto em uma velocidade compatível com o processo de transformação que ocorre no Brasil e no mundo caracterizado por um mercado globalizado, aberto e competitivo. De nada adianta uma excelente solu��o quando o problema já não existe. A agricultura familiar tem pressa. Atender á demanda dessa importante parcela da população brasileira é um desafio gratificante e fundamental para uma sociedade mais justa e harmoniosa. Por isso ela é uma das nossas preocupações e está expressa como uma das principais diretrizes do Plano Diretor da Embrapa.

Alberto Duque Portugal é diretor-presidente da Embrapa.
Este artigo foi publicado na Revista Agroanalysis, no mês de março.
 
Tema: Agricultura Familiar

FONTE: WWW.EMBRAPA.BR/ARTIGOS
Dia Mundial da Árvore

O Dia Mundial da Árvore ou Dia Mundial da Floresta festeja-se em 21 de Março. A comemoração oficial do Dia da Árvore teve lugar pela primeira vez no estado norte-americano do Nebraska, em 1872. Nos EUA, é comemorado no dia 23 de Setembro, junto do aniversário de Julius Sterling Morton, morador da Nebrasca, que incentivou a plantação de árvores naquele estado.

[editar] Brasil

Escola Estadual Prof José Romão ou E.E Prof José Romão No hemisfério sul, o dia 23 de Setembro marca a chegada da primavera, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno. O Brasil carrega fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país, um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que o Brasil possui.

Confirmando o carinho e respeito pela natureza, o Brasil, há 30 anos, formalizou-se então o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore - o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente e o tempo para se reforçar os apelos para a conscientização de todos em favor do meio ambiente. De acordo com o Decreto Federal nº 55.795 de 24 de fevereiro de 1965, foi instituída em todo o território nacional, a Festa Anual das Árvores, em substituição ao chamado Dia da Árvore na época comemorado no dia 21 de setembro.

Conforme previsto no Art 3º, a Festa Anual das Árvores, em razão das diferentes características fisiográfico-climáticas do Brasil, será comemorada durante a última semana do mês de Março nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia; Territórios Federais do Amapá, Roraima, Fernando de Noronha e Rondônia. Na semana com início no dia 21 de setembro, nos estados do Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Distrito Federal"

Em algumas regiões do Brasil por força do costume, muitas pessoas não observam que não existe mais a comemoração do Dia da Arvore. O correto é observar qual a semana adequada para a comemoração da Festa Anual das Árvores, de acordo com a localização do estado, última semana do mês de março ou semana com início no dia 21 de setembro.

[editar] Portugal

Em Portugal, que se encontra no hemisfério Norte, o Dia da Árvore festeja-se no dia 21 de Março.

 

FONTE: WIKIPEDIA ENCICLOPÉDIA

Dia Internacional Contra o Racismo
21 de Março - Dia Internacional contra a Discriminação Racial

No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joanesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam circular.

No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a ONU – Organização das Nações Unidas – instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial. 

O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte:

"Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública" 

O racismo se apresenta, de forma velada ou não, contra judeus, árabes, mas sobretudo negros. No Brasil, onde os negros representam quase a metade da população, chegando a 80 milhões de pessoas, o racismo ainda é um tema delicado. 

Para Paulo Romeu Ramos, do Grupo Afro-Sul, as novas gerações já têm uma visão mais aberta em relação ao tema. “As pessoas mudaram, o que falta mudar são as tradições e as ações governamentais”, afirma Paulo. O Grupo Afro-Sul é uma ONG de Porto Alegre, que promove a cultura negra em todos os seus aspectos. 

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD – em seu relatório anual, "para conseguir romper o preconceito racial, o movimento negro brasileiro precisa criar alianças e falar para todo o país, inclusive para os brancos. Essa é a única maneira de mudar uma mentalidade forjada durante quase cinco séculos de discriminação”. 

Aproveite esta data para refletir: você tem ou já teve atitudes racistas?

FONTE: www2.portoalegre.rs.gov.br/pwdtcomemorativas/default.php
CRACK

A Droga

Composição e ação no organismo

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A chegada do crack ao sistema nervoso central leva, em média, de oito a 15 segundos. A ação da droga no cérebro dura entre cinco e dez minutos Crédito da imagem: TEK IMAGE/SCIENCE PHOTO LIBRARY/Latinstock
Composição química

O crack é obtido a partir da mistura da pasta-base de coca ou cocaína refinada (feita com folhas da planta Erythroxylum coca), com bicarbonato de sódio e água. Quando aquecido a mais de 100ºC, o composto passa por um processo de decantação, em que as substâncias líquidas e sólidas são separadas. O resfriamento da porção sólida gera a pedra de crack, que concentra os princípios ativos da cocaína.

Segundo o químico e perito criminal da Polícia Federal (PF) Adriano Maldaner o nome ‘crack’ vem do barulho que as pedras fazem ao serem queimadas durante o uso. “A diferença entre a cocaína em pó e o crack é apenas a forma de uso, mas o princípio ativo é o mesmo”, afirma Maldaner.

Por ser produzido de maneira clandestina e sem qualquer tipo de controle, há diferença no nível de pureza do crack, que também pode conter outros tipos de substâncias tóxicas - cal, cimento, querosene, ácido sulfúrico, acetona, amônia e soda cáustica são comuns. “A pureza vai depender do valor pago na matéria-prima pelo produtor. Se a cocaína for cara, é misturada com outras substâncias, para render mais. Se for de uma qualidade inferior, pouca coisa ou nada é adicionado”, diz Maldaner.

Forma de uso e ação no organismo

O crack geralmente é fumado com cachimbos improvisados, feitos de latas de alumínio e tubos de PVC (policloreto de vinila), que permitem a aspiração de grande quantidade de fumaça. A pedra, geralmente com menos de 1 grama, também pode ser quebrada em pequenos pedaços e misturada a cigarros de tabaco ou maconha – o chamado mesclado, pitico ou basuco. “Ao aquecer a pedra, ela se funde e vira gás, que depois de inalado é absorvido pelos alvéolos pulmonares e chega rapidamente à corrente sanguínea”, conta Maldaner. Enquanto a cocaína em pó leva cerca 15 minutos para chegar ao cérebro e fazer efeito depois de aspirada, a chegada do crack ao sistema nervoso central é quase imediata: de 8 a 15 segundos, em média. É por esta razão que o crack pode ocasionar dependência mais rapidamente.

A ação do crack no cérebro dura entre cinco e dez minutos, período em que é potencializada a liberação de neurotransmissores como dopamina, serotonina e noradrenalina. “O efeito imediato inclui sintomas como euforia, agitação, sensação de prazer, irritabilidade, alterações da percepção e do pensamento, assim como alterações cardiovasculares e motoras, como taquicardia e tremores”, explica o psiquiatra Felix Kessler, do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

 

Fonte: Portal do MEC: CRACK, É POSSIVEL VENÇER.

Legislação ambiental e conscientização

A  questão ambiental é hoje uma causa a qual tem envolvido os diversos seguimentos da sociedade em busca de soluções para os agravantes ambientais, uma vez  que estes tem afetado diretamente as diferentes formas de vida no planeta.

O que tem provocado tantas mazelas ambientais? Como sabemos, os problemas de ordem ambiental, acentuaram-se muito nos dois últimos séculos, principalmente no último, em virtude das transformações ocorridas nos modos de produção, saindo do modelo tradicional e artesanal para o modelo capitalista e industrial. 


O modelo industrial,  acelerou rapidamente tanto paisagens, quanto interferiu nos recursos naturais essenciais à vida como a água, o ar, o solo, e de modo geral,  todos os elementos essenciais à vida, gerando desequilíbrio, e aumentando os riscos à vida no planeta. O caminho para a busca de soluções deve partir da consciência de cada um de nós, enquanto cidadãos e agentes  causadores de todas essas transformações.

O que devemos fazer é mudarmos a mossa postura em relação à natureza e em relação a nós mesmos. Na atualidade, inúmeras leis são aprovadas, reanalisadas, reformuladas, mas a ambição em querermos tirar proveito a todo custo, de tudo que a natureza nos oferece, este sim é o ponto crucial da questão. O problema, não é criar leis e aplica-las. A coisa é muito mais complexa, e deva partir de uma política de conscientização, de educação, e de valorização de tudo que a natureza nos oferece, e não apenas de regras, de normas.

De que adianta normas e regras, se não há consciência! Um cidadão consciente é muito mais importante do que armário repleto de leis. È por meio da conscientização que podemos mudar tudo que queremos. Até o mundo.  Enquanto não houver uma politica voltada para a valorização da vida, seja ela qual for, e valorização dos recursos essenciais à vida pouco vamos conseguir mudar, mas nem por isso podemos nos acomodar.

Precisamos de leis?  Sim, mas não devemos abrir mãos de uma educação de qualidade, seja ela formal ou informal, que possa dar subsidio , para que cada um de nós saia de condição individual e individualista, para uma situação de sujeito critico, participativo, de pensamento autônomo, e melhor, capaz de contribuir no processo de construção de uma sociedade e um mundo mais justo, igualitário, e acima de tudo, sustentável.             

Sivirino Jose

Professores da rede pública de ensino do estado de São Paulo continuam na luta por seus direitos!

FONTE: UOL/EDUCAÇÃO

Os professores da rede estadual de São Paulo marcaram uma nova assembleia para o dia 20 de abril, na avenida Paulista, para decidir se entram ou não em greve. Na manifestação desta sexta-feira (16), eles decidiram “aguardar” um posicionamento do governo Geraldo Alckmin (PSDB-SP) sobre a destinação de um terço da jornada de trabalho para atividades extraclasse, regra prevista na lei que criou o piso salarial da categoria.

Mais cedo, presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Izabel Azevedo Noronha, afirmou que a Secretaria de Educação havia “acenado” com uma modificação na jornada extraclasse. O órgão enviou uma nota, no começo desta noite, afirmando que "mantém sua Resolução SE 8, de 19 de janeiro de 2012, que adequou a jornada de trabalho docente da rede estadual de ensino ao cumprimento da Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério. Também está mantida a decisão de discutir esse tema na Comissão Paritária do Plano de Carreira, tomada em sua primeira reunião, em 31 de agosto de 2011".A Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério Público foi criada em 2008 e determina um valor mínimo que deve ser pago a professores com formação de nível médio e jornada de 40 horas semanais, sendo um terço desse tempo destinado às atividades extraclasse. Segundo a Apeoesp, a secretaria estadual cumpre a remuneração mínima de R$ 1.451, estipulado para 2012, porém, no que se refere à jornada de trabalho, o entendimento que o governo faz da legislação diverge da interpretação do sindicato.A entidade defende que o tempo de sete aulas seja dedicado a atividades como correção de provas e preparação das aulas. No planejamento atual, esse período é de apenas uma aula.O conflito de interpretações ocorre porque, segundo a secretaria, cada aula deveria ter 60 minutos, mas, desde janeiro, tem apenas 50 minutos. O governo alega que os dez minutos restante servem para que os docentes promovam as atividades extraclasse. Entretanto, para a Apeoesp, esse período é destinado à mudança de salas de aula e atendimento a alunos.A secretaria diz que "cumpre integralmente a Lei Nacional do Piso Salarial" e que os professores da rede estadual de ensino têm assegurada uma jornada em sala de aula correspondente a dois terços da carga horária total, que é o máximo permitido pela lei.Os professores paulistas participaram da paralisação de três dias promovida pelo CNTE (Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação), finalizada hoje. O sindicato afirma que 30% dos docentes pararam; a secretaria diz que total não chegou a 5%.

Meio ambiente e a gente

O meio ambiente

Está ligado à vida.

Ele é  fonte de ar,

Alimento e bebida.

Sem ela não há vida,

Preservá-lo é a saída. 


Quero ver se você

Passará um instante

Sem contato direto,

Desligado e distante

Dessa graça de Deus.

Ó natureza radiante!


Natureza é tudo

 Ligado ao viver.

Tudo nos ofereçe

Sem nada querer.

E o homem, isso,

Não quer perceber.


Meio ambiente é tudo!

Vida, harmonia e generosidade.

Precisamos  cuidar dela

Com consciência e responsabilidade.

Essa é a saída

Para a vida continuar.



               Sivirino José do Aracaju


 

 

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